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“Festival Delas – O que é que a cabôca tem?”

O festival terá exibições semanais totalmente gratuitas

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Fotos: Cedidas

Emoção e homenagens prometem marcar a estreia do “Festival Delas – O que é que a caboca tem?”  proposto pela jornalista e empreendedora cultural Emilli Sousa. O festival abordará, a partir das artes integradas, uma discussão cujo centro do debate será a mulher amazônida com suas histórias, vivências e aspirações. Serão cinco episódios, exibidos todas as quartas-feiras, a partir do dia 27 de abril de 2022, no canal do youtube da criadora (https://www.youtube.com/emillisousa)

Festival Delas, de Emilli Sousa, começa nesta quarta-feira 2

Emilli conta que o início do projeto será marcado por uma data especial. “Nesta quarta minha vó Nauria completaria 93 anos. Caboca forte e destemida, meu exemplo de mulher batalhadora. Assim como vovó, as mulheres da minha família e as demais que encontrei ao longo da vida serviram de inspiração ao festival”, destaca.

O festival, dividido em cinco episódios, terá exibições semanais totalmente gratuitas e conta com a participação de ilustres convidadas que abrilhantam a programação com debates potentes e performances artísticas emocionantes, tendo como palco o Teatro Guaporé em Porto Velho – RO.

Episódio 1, dia 27/04, às 19h30

Tema: Mulher na história da Amazônia;
Convidadas: Bethânia Bacelar, Cleide Backlan, Izabela Lima e Teo Nascimento

Episódio 2, dia 04/05, às 19h30

Tema: Mulher Indígena – Identidade, visibilidade e território;
Convidadas: Déba Tacana, Núbia Sussuarana, Pi Suruí e grupo musical As Cunhãs

Episódio 3, dia 11/05, às 19h30

Tema: Negritude da mulher amazônida;
Convidadas: Ana Carla Ilés, Jamyle Brasil, Luanda Melo, Negra Mary e Rosângela Hilário.

Episódio 4, dia 18/05, às 19h30

Tema: Amazônia em símbolos – Mulher e a identidade amazônida;

Convidadas: Benedita do Nascimento Pereira, Carla Tames, Luciane Lopes, Raíssa Dourado e Quadrilha Junina Rádio Farol

Episódio 5, dia 25/05, às 19h30

Tema: Mulher amazônida na contemporaneidade
Convidadas: Andressa, Silva, Laís Fernandes, Roberta Evans, Rosângela Hilário, Taísa Arruda e Tânia Pacheco.

Realização

O projeto foi contemplado pelo Edital nº 32/2021/SEJUCEL-CODEC – 2ª Edição Pacaás Novos – Prêmio para Difusão de Festivais Mostras e Feiras Artísticos-Culturais pela Lei Federal 14.017/2020 Aldir Blanc.

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Festival Águas que me Tocam

A relação do rio e a dança é tema do terceiro dia

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Fotos: Cedidas

“O Rio que se Move em Mim” é tema do terceiro dia do festival multiartístico Águas que me Tocam, que recebe a bailarina Edcléia Jucá e o diretor e dramaturgo Fabiano Barros para um bate-papo sobre como o rio atravessa a vida e obras produzidas pelos convidados. Idealizado e apresentado por Juraci Júnior, o festival é exibido todas às sextas-feiras, a partir das 20h do horário de Rondônia, pelo YouTube: https://www.youtube.com/juracijunior.

O episódio conta, ainda, com a exibição da vídeo-performance-dança “O Rio que se Move em Mim”, um experimento de Edcléia criado especialmente para o festival e que é resultado da pesquisa da bailarina sobre os corpos dançantes amazônicos. Na entrevista, ela detalha suas criações a partir de suas observações e vivências num encontro da arte de movimento dos corpos e dos movimentos dos rios.

O público também confere a exibição do espetáculo de dança contemporânea “D´água e Lama”, dirigido por Fabiano e coreografado por Gilca Lobo, nascido através de uma pesquisa fotográfica em comunidades à beira do Rio Madeira, em Rondônia, e transportada para a linguagem da dança.

O festival “Águas que me Tocam” de artes integradas é mais um produto cultural regional da Casa do Rio Filmes, contemplado pelo Edital nº 32/2021/SEJUCEL-CODEC – 2ª Edição Pacaás Novos – Prêmio para Difusão de Festivais Mostras e Feiras Artísticos-Culturais. lei 14.017/2020 Lei Aldir Blanc. Contempla obras em diversas linguagens artísticas, utilizando como pano de fundo a relação das pessoas, das artes e da cidade com o rio. No total, serão cinco episódios, com exibição sempre às sextas-feiras. 

O primeiro episódio foi ao ar no dia 13 de maio e apresentou ao público um show musical do compositor e intérprete Bado, com um repertório emocionante, composto por músicas que têm as águas como inspiração. O segundo episódio exibiu os curta-metragens Quimera e Sinfonia para Teotônio, obras audiovisuais que revelam um rio de memórias, histórias e amores, tendo como convidados o dramaturgo e diretor Tarcísio Lara Puiati e Joesér Alvarez, do Coletivo Madeirista,

Confira os episódios que já rolaram e acompanhe a programação dos próximos:

“O Rio e a Música”: https://youtu.be/ch1qr_z0mao 

“O Rio e as Memórias”: https://youtu.be/bNQ9L023S5E 

27/05

“O Rio que se Move em Mim”: corpos dançantes se manifestam, mostrando como as águas atravessam a trajetória dos nossos artistas. Exibição de “O Rio que se Move em Mim”, de Edcleia Jucá, e do espetáculo de dança contemporânea “D´água e Lama”, dirigido por Fabiano Barros e coreografado por Gilca Lobo. 

03/06

“O Rio que me Sustenta”: lançamento do documentário “Águas que me Tocam”, (direção de Juraci Júnior), criado para o festival, e que traz vozes de homens e mulheres amazônidas, que mantém uma relação muito próxima com os rios, e bate-papo com Clarinda Ramos, indígena sataré-mawé mestra em Antropologia Social, e Gustavo Gurgel do Amaral, doutor em geografia dos Sabores.

10/06

“O Rio e a Palavra”: apresentação do espetáculo “Mormaço/Estiagem”, de Elizeu Braga (RO), poeta, que desponta como um dos principais nomes da literatura nacional

Contemporânea. 

Acompanhe também a programação em: 

https://www.instagram.com/juracijunior/

https://facebook.com/juracijunior/

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Festival Delas

Negritude da mulher amazônida será tema do terceiro episódio

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Foto Cedida Divulgação

Nesta quarta-feira (11), às 19h30, vai ao ar o terceiro episódio do “Festival Delas – O que é que a caboca tem?”. O projeto é transmitido semanalmente pelo canal do YouTube da jornalista e empreendedora cultural, Emilli Sousa (www.youtube.com/emillisousa), onde é possível assistir aos dois episódios já exibidos.

O tema abordado será “Negritude da Mulher Amazônida”, que pretende dar voz à mulheres que encampam o movimento social por mais representatividade no cenário local e regional. A apresentadora Emilli Sousa recebe as convidadas Ana Carla Ilés, Jamyle Brasil, Luh Melo e Rosangela Hilário para o bate-papo. A atração musical será a rapper Negra Mari.

“Como mulher branca, reconheço meus privilégios e busco usar o espaço que tenho para potencializar a luta dessas mulheres gigantes e com histórias tão inspiradoras.  São vozes potentes e discursos esclarecedores que podem contribuir com a construção de uma sociedade mais igualitária e com equidade de gênero”, destaca Emilli.

Sobre as participantes

Ana Carla Ilés: mais conhecida por Mãe Ana, membra da coordenadoria de mulheres de terreiro da Federação de Cultos Afro Religioso Umbanda e Ameríndios do Estado de Rondônia (FECAUBER). É militante na luta contra discriminação racial, intolerância religiosa e, principalmente, em combate à violência contra a mulher.

Jamyle Brasil: antropóloga licenciada em geografia pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR, mestranda no programa de pós-graduação em estudos literários da mesma instituição e graduanda no curso de língua portuguesa pela Faculdade Fael. Militante do movimento negro no estado de Rondônia e representante do Fórum Nacional de Mulheres Negras com referências a pesquisas de gênero e  negritude da Amazônia e América Latina.

Luh Melo: mulher negra, empreendedora – que através de sua busca e lugar de pertencimento – encontrou nas tranças e cabelos afros as histórias e identidade de seus ancestrais. Especialista em cabelos afros, emprega jovens negros que também buscam reconhecimento e aceitação de sua identidade.

Ana Carla Ilés, Jamyle Brasil, Rosângela Hilário e Emilli Sousa, da esquerda para a direita

Negra Mari:  cantora, compositora e poetisa negra da periferia. Lançou o álbum “Negra Mari – Extracotidiana”, com músicas atentas ao cotidiano das mulheres brasileiras. É atriz e diretora no grupo de teatro Opalco’s. Rapper, produtora cultural, historiadora, pesquisadora e mãe.

Rosangela Hilário: professora da Universidade Federal de Rondônia – UNIR. Pós-doutora em educação pela faculdade de educação da Universidade São Paulo. Possui licenciatura em letras, graduação em comunicação social e jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes e mestrado em educação e políticas públicas. Atua principalmente nas áreas temáticas de Alfabetização e Letramento, Políticas Públicas de Formação de Professores, Interseccionalidade e Feminismo Negro. Membra da Academia Rondoniense de Letras, Ciências e Artes – ARL onde ocupa a cadeira número 18, cuja patronesse é Tereza de Benguela.

Realização
O projeto foi contemplado pelo Edital nº 32/2021/SEJUCEL-CODEC – 2ª Edição Pacaás Novos – Prêmio para Difusão de Festivais Mostras e Feiras Artísticos-Culturais pela Lei Federal 14.017/2020 Aldir Blanc.

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Programe-se maio

Tá rolando, então tá aqui. Programe-se!

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Card Divulgação

“A dualidade nos persegue aonde quer que vamos. Assim, estamos todos sofrendo de alguma maneira. Transcender isso tudo é a meta.” Nessas frases anotadas pelo dançarino, cantor, compositor, ator, diretor, performer e poeta Maués Melo em um de seus cadernos de trabalho, encontra-se o impulso fundamental dos movimentos viscerais que, entre a delicadeza e a transgressão, o artista expressou, ao longo de sua passagem por nosso mundo, como a de tantos outros interrompida precocemente pelo HIV.

A sessão integra a programação da 2ª edição do Transamazônico Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+

Data: 01/05/22 (domingo)
Horário: 17h
Local: Theatro Hélio Melo.

II SEMANA MUNICIPAL DE TEATRO
Respeitável público!!!!
Acompanhe a programação que a FETAC preparou para comemorarmos juntos o dia Municipal do Teatro, que inclui várias atividades artísticas, no período de 03 a 07 de Maio de 2022. Confira a programação ACESSE INSTAGRAM FETAC

Este projeto foi financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, através da Fundação Garibaldi Brasil / @prefeituraderiobranco, em parceria com a @seme.rb/ @centrodemultimeiosSEME, apoio SESC Acre

Vamos?? Vai ser legal e ainda é gratuito!!

Deixa Clarear convida Gabriel da Muda, direto do Samba do Trabalhador, RJ!

*Dia 6 de maio, no Bar da Piscina da AABB Cantor e compositor, Gabriel da Muda é destaque da nova geração do samba, parceiro de sambistas renomados, referências como Moacyr Luz.

*ESSE ENCONTRO DE RIOS, DE BAMBAS, SÓ PODE DAR SAMBA! NÃO PERCA.

Pra realizar inscrição basta acessar o link : https://forms.gle/tVUkAbBUddZDjuzR8  
preencher o formulário e aguardar o resultado que será divulgado no dia 06 de Maio!

O objetivo desse projeto é proporcionar ao aluno, através da realização de uma oficina de percussão, uma experiência imersiva nos ritmos e tambores africanos utilizados nas festas e manifestações culturais afro-brasileiras.

A oficina é voltada às comunidades de matriz africana, bem como ao público geral interessado no tema, será presencial, gratuita, terá carga horária de 20hs/aula e ofertará 15 vagas. Acontecerá no espaço do Teatro de Arena do Sesc/Acre entre os dias 09 a 14 de Maio das 18h às 21h30.

Este projeto conta com o financiamento do Fundo Municipal de Cultural – Edital 02/2021 – Área de Patrimônio Cultural, parceria do Sesc Acre e produção da AcreAtiva Produções Culturais.

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