A taxa de desemprego no Acre permaneceu estável no primeiro trimestre de 2025, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).
Entre janeiro e março deste ano, a taxa de desocupação no estado foi de 8,2%, mesmo índice registrado no trimestre anterior, entre outubro e dezembro de 2024. O nível de ocupação no estado, por sua vez, apresentou leve queda, passando de 48,5% para 47,8%.
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A capital, Rio Branco, seguiu a tendência estadual, registrando taxa de desocupação de 8,1% no primeiro trimestre. Já o rendimento médio mensal real dos trabalhadores ocupados aumentou no período, subindo de R$ 2.991 no final de 2024 para R$ 3.078 no início de 2025.
O desempenho do Acre contrasta com o de 12 unidades da federação que tiveram alta nas taxas de desemprego. Entre os maiores aumentos estão os estados do Piauí, cuja taxa subiu de 7,5% para 10,2%, Amazonas (de 8,3% para 10,1%) e Pará (de 7,2% para 8,7%). Pernambuco manteve a maior taxa de desocupação do país, com 11,6%.
De acordo com o IBGE, a estabilidade registrada no Acre é caracterizada pela ausência de variação estatisticamente significativa, o que indica que as mudanças observadas não configuram tendência de alta ou queda no curto prazo.