Neste 20 de janeiro, o Brasil celebra o Dia Nacional da Consciência Indígena, uma data que evoca a história de luta e resistência dos povos originários do país. Instituída em 2013, a data coincide com o aniversário da morte de Aimberê, uma figura histórica da Confederação dos Tamoios, nas regiões do Litoral Norte de São Paulo e Sul do Rio de Janeiro, entre 1554 e 1567.
Mauricio Terena, Coordenador jurídico da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), reflete sobre a importância deste dia: “O Dia da Consciência Indígena é uma oportunidade para reflexão e reconhecimento da riqueza cultural e dos modos tradicionais de vida de nós indígenas.” Terena ressalta a relevância de compreender e valorizar as práticas ancestrais, enfatizando a necessidade de incorporá-las em políticas e estratégias sustentáveis.
A data representa mais do que uma celebração; é um momento de conscientização sobre a presença e a influência indígena na cultura e sociedade brasileiras. “Ao celebrar esta data, destacamos a importância de valorizar as práticas ancestrais como meios legítimos de preservação cultural e ambiental”, afirma Terena.
O coordenador jurídico da APIB também destaca a contribuição dos povos indígenas para a construção de uma sociedade mais inclusiva e diversificada. “Reconhecer os modos tradicionais indígenas não apenas honra a diversidade cultural, mas também ressalta a necessidade de respeitar e incorporar essas práticas na construção de políticas e estratégias de desenvolvimento sustentável”, diz Terena.
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Foto: Sérgio Vale / Vale Comunicação
O Dia da Consciência Indígena é uma oportunidade significativa para reflexão e reconhecimento da riqueza cultural e dos modos tradicionais de vida de nós indígenas.— Mauricio Terena (@terenamauricio) January 20, 2024