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EBC reúne 330 emissoras públicas no Rio para discutir inovação, eleições e a agenda da comunicação pública

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A Empresa Brasil de Comunicação abriu nesta segunda-feira, 18 de maio, no Rio de Janeiro, o Encontro da Rede Nacional de Comunicação Pública, que reúne representantes de 330 emissoras de rádio e televisão de todo o país para discutir cooperação institucional, inovação tecnológica, produção regional, cobertura das eleições de 2026 e participação social. A iniciativa ocorre ao longo da semana e mira a definição da agenda estratégica da rede para este ano.

A programação começou com uma visita guiada às instalações da EBC no centro do Rio, com a presença de cerca de 50 autoridades. O percurso passou por estúdios de rádio e TV, centrais técnicas, o Museu da Rádio Nacional, a exposição dos 100 anos da Rádio Sociedade e da Rádio MEC e os acervos da TV Brasil, da Rádio Nacional e da Rádio MEC. Os participantes também conheceram o estúdio de vidro de onde é apresentado o telejornal Repórter Brasil Tarde.

Ao apresentar a abertura da agenda, o gerente-executivo de Rádios da EBC, Thiago Regotto, definiu a visita como um “cartão de visitas” para as emissoras e afirmou que a programação permitiu mostrar o trabalho atual da empresa e a memória da comunicação pública brasileira. A gerente-executiva de Integração de Conteúdos e Rede, Lidia Neves, disse que a atividade aproximou as emissoras parceiras da dimensão histórica do setor e ampliou o interesse pelo acervo e pela preservação de conteúdos regionais.

O encontro antecede o 7º Simpósio Nacional do Rádio, marcado para 20 a 22 de maio, no mesmo local, em parceria com o Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom. Aberto ao público, o simpósio integra as comemorações dos 90 anos da Rádio Nacional, um dos marcos da radiodifusão brasileira.

Na agenda do encontro da RNCP, os debates desta segunda-feira incluem TV 3.0, inovação no rádio e fluxos regulatórios. Na terça-feira, 19 de maio, os painéis tratam de experiências regionais, integração de conteúdos, cobertura das eleições de 2026, participação social e do fechamento da agenda estratégica da rede.

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