A mata acompanha o rio de perto, quase encostada na água, como se guardasse seus segredos. …O rio, a floresta e o silêncio de uma paisagem amazônica ancestral, onde a natureza segue seu próprio tempo.
Sinuoso, estranho e belo… que contorna, insiste, desvia e permanece. Um caminho, uma memória atravessando o coração verde do Acre.
Fotografia do Sérgio Vale, em um diálogo com a canção “Rio Estranho”, de Pia Vila, Felipe Jardim e Romerito Aquino.
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