No Irineu Serra, em Rio Branco, a tarde parece se demorar entre flores lilases e galhos finos, como se a mata respirasse devagar para não romper o encanto. No meio dessa delicadeza, a ave escura pousada no silêncio lembra que a floresta também se sustenta na sombra, na espera e naquilo que quase passa despercebido.
Foto de Sérgio Vale – @sergiovaleac