Com Alexandre Nunes Nobre, Arison Jardim, Zé Américo Silva e convidados, novo espaço vai reunir informação, análise política, cultura, economia e histórias do cotidiano amazônico.
O que acontece em Brasília tem reflexos diretos na vida de quem mora no Acre e nos demais estados da Região Norte. Da política aos investimentos públicos, das decisões do Congresso Nacional às oportunidades de negócios e às manifestações culturais, são muitos os assuntos que conectam a Amazônia ao restante do país. É com esse olhar que o portal É Pop lança a coluna Conexão Amazônica, um novo espaço de notícias, análises, entrevistas e bastidores.
A proposta é acompanhar os principais acontecimentos da política e da economia nacional sem perder de vista a realidade amazônica. A coluna também abrirá espaço para o empreendedorismo, a cultura, o comportamento, a inovação e as histórias de pessoas que movimentam o cotidiano da região.
O novo espaço contará com a participação dos jornalistas Alexandre Nunes Nobre, Arison Jardim e o Zé Américo, além de convidados que vão contribuir com diferentes perspectivas sobre os assuntos em destaque.
Alexandre N Nobre
Com mais de 36 anos de atuação na comunicação, Alexandre Nunes Nobre é jornalista, publicitário e especialista em Marketing e Comunicação Digital. Sua trajetória passa pela televisão, publicidade, produção audiovisual e comunicação política. Atuou na TV União e, durante 16 anos, esteve à frente da direção de produção e programação da Rede Pública de Comunicação do Acre, que reúne a TV Aldeia, a Rádio Difusora e a Rádio Aldeia FM. Desde a década de 1990, também participa de projetos e campanhas políticas na Região Norte, experiência que amplia seu olhar sobre os bastidores do poder e a comunicação institucional.
Arison Jardim
Arison Jardim é jornalista, fotógrafo e documentarista com trajetória ligada à cobertura da realidade acreana. Seu trabalho reúne jornalismo, fotografia e produção audiovisual, com atenção especial aos direitos humanos, meio ambiente, povos indígenas e comunidades tradicionais. Entre suas produções estão documentários como Povos do Juruá e Opirj – A luta na defesa dos direitos e da floresta. Neto do jornalista Foch Jardim, Arison carrega uma ligação familiar com a história da imprensa acreana e uma experiência profissional marcada pelo contato com as pessoas e os territórios da Amazônia.
Zé Américo
Já Zé Américo, traz para a coluna sua experiência no jornalismo, na publicidade e no marketing político. Com atuação em campanhas eleitorais para diferentes cargos, incluindo disputas presidenciais, governos estaduais, prefeituras, Senado e Câmara dos Deputados, acompanha os movimentos da política nacional e as estratégias de comunicação dos principais atores do cenário brasileiro. Também escreve artigos e análises para veículos como o ContilNet Notícias e o Metrópoles, abordando eleições, comunicação política e conjuntura nacional.
A reunião desses profissionais permitirá que a Conexão Amazônica transite entre os corredores do poder em Brasília e as ruas, comunidades, empresas e espaços culturais da Região Norte. A ideia é oferecer informação contextualizada, com espaço para diferentes interpretações e para assuntos que nem sempre encontram destaque no noticiário nacional.
A coluna também receberá contribuições de jornalistas, especialistas, pesquisadores, empreendedores e personalidades convidadas. O objetivo é ampliar o debate sobre os desafios e as oportunidades da Amazônia, acompanhando desde as grandes decisões políticas até iniciativas locais capazes de transformar a realidade das comunidades.
Questões como infraestrutura, desenvolvimento econômico, investimentos, meio ambiente, turismo, economia criativa e empreendedorismo estarão presentes na cobertura, ao lado de pautas culturais e histórias do cotidiano. A política terá atenção permanente, tanto nos acontecimentos do Acre quanto nas articulações de Brasília que influenciam os rumos dos estados amazônicos.
A estreia da Conexão Amazônica amplia o espaço de informação e análise do É Pop, fortalecendo a proposta de um jornalismo atento à realidade regional, mas conectado aos acontecimentos do Brasil.
Porque entender a Amazônia também exige acompanhar Brasília. E compreender o Brasil passa, cada vez mais, por ouvir o que a Amazônia tem a dizer.