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Expoacre: Em encontro com empresários, Sinear discute regulamentações do setor

Na ocasião, foram apontados pontos importantes da lei que busca combater os riscos de contaminação do ar em ambientes fechados 

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Na noite desta terça-feira, 3 de setembro, no Espaço Indústria, aconteceu o Happy Hour do Clima. O evento contou com a presença do presidente Sindicato das Empresas de Ar-Condicionado e Refrigeração do Estado do Acre (Sinear), Antônio Carlos Pereira de Araújo, e empresários do setor.

Na oportunidade, foi apresentada a Lei 13.589 de 2018, que dispõe sobre a manutenção e instalações de equipamentos de climatização de ambientes – PMOC, que visa a melhoria da saúde no ambiente público ou privado.

“PMOC é o plano de manutenção, operação e controle, inserida através de lei, que trata justamente da qualidade do ar nos ambientes internos de uso público ou privado. A legislação beneficia não só a população, mas proporciona menor consumo de energia, menor custo de manutenção corretiva e uma maior vida útil ao equipamento. Vale destacar que a lei prevê multa para as empresas que não cumprem os requisitos, e o valor pode chegar até R$ 1,5 milhão”, explicou Araújo.

Na ocasião, o presidente também ressaltou a importância da FIEAC no apoio ao sindicato na qualificação dos profissionais. “Não posso deixar de ressaltar a nossa gratidão à FIEAC, que proporciona não só capacitação profissional aos nossos colegas através de cursos oferecidos pelo SENAI, como garante a saúde e segurança através do excelente trabalho do SESI, que realiza trabalhos como medições ambientais de frio, entre tantos outros”, salientou o presidente do Sinear. 

O empresário reafirmou o compromisso do sindicato com a valorização dos profissionais do setor, através da promoção de um mercado de trabalho justo e regularizado, mantendo as portas sempre abertas do Sinear para o diálogo e a colaboração.

“O nosso pensamento é de expansão, aumento de filiados, inclusive começaremos a movimentar filiações já no final deste mês e nossa única exigência e que sejam empresas idôneas e que tenham capacidade técnica. Não são grandes indústrias, são pessoas que fazem o negócio”, finalizou.

Assessoria FIEAC

Whilley de Araújo Cunha
Jornalista / Assessoria de Comunicação – ASCOM

Fotos: Gleilson Miranda

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