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Governo e SUS monitoram impacto de doenças respiratórias e estiagem no Acre

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O Acre enfrenta uma combinação de desafios relacionados à saúde e ao clima. A seca extrema e as queimadas têm afetado diretamente a população, em especial nas regiões mais isoladas, onde as dificuldades de acesso e o isolamento geográfico aumentam as preocupações. Diante desse cenário, o governo federal, por meio da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FNSUS), e o governo estadual têm unido esforços para avaliar e enfrentar as consequências para a saúde pública.

Municípios como Acrelândia, Marechal Thaumaturgo, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, além da comunidade de Espalha, em Rio Branco, estão recebendo atenção especial das equipes de saúde, que monitoram o aumento de doenças respiratórias e diarreicas agudas. O cenário é agravado pela baixa nos rios, o que dificulta o transporte e a chegada de suprimentos médicos. Equipes da FNSUS realizam o levantamento das principais necessidades, como insumos e capacidade de resposta das redes de saúde locais.

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A Força Nacional do SUS, em colaboração com a Secretaria de Vigilância em Saúde e a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), já está atuando no estado, e as primeiras visitas técnicas foram feitas às principais unidades de saúde, incluindo a Policlínica do Tucumã, a Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre) e as obras da nova maternidade do estado. Durante as visitas, foi traçado um diagnóstico inicial das áreas críticas.

De acordo com Adriano Massuda, secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, ainda não há sobrecarga na rede de atendimento do Acre, mas a situação exige constante monitoramento. Além das doenças respiratórias, a seca e as queimadas também afetam a segurança alimentar e a qualidade da água, especialmente nas comunidades ribeirinhas e indígenas. Técnicos da FNSUS permanecem em campo para acompanhar de perto as condições locais e ajustar as estratégias de resposta.

A presença contínua das equipes da Força Nacional do SUS e do Ministério da Saúde no Acre é parte de uma estratégia de longo prazo para garantir que a rede de saúde local possa lidar com os efeitos das condições climáticas adversas e a ampliação dos serviços especializados.

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