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Inscrições para a segunda chamada do Mapa Brasileiro da Educação Midiática vão até 16 de março

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A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República recebe, até o dia 16 de março de 2026, novas propostas para a segunda chamada do Mapa Brasileiro da Educação Midiática. Educadores, pesquisadores e organizações da sociedade civil de todo o país podem submeter projetos focados no uso crítico e responsável das mídias em diferentes contextos educativos. A ação tem o objetivo de atualizar e expandir a plataforma interativa governamental, lançada no início de fevereiro, que unifica dados sobre a formação cidadã no ambiente digital.

O mapeamento original, estruturado em parceria com a Unesco, a Agência Porvir e a Embaixada do Reino Unido, catalogou 226 experiências distribuídas por todas as regiões brasileiras. Esse volume inicial resultou de uma triagem de 496 propostas submetidas durante uma consulta pública. Para integrar a nova fase, as iniciativas devem preencher um formulário eletrônico gratuito e comprovar atuação em frentes como análise de mídia, checagem de fatos, letramento algorítmico, conscientização e jornalismo. O diretório já reúne projetos ativos, a exemplo do COAR Notícias, focado no combate à desinformação em escolas do Piauí, e do Educom.Indígena, que promove a produção de podcasts em territórios de Mato Grosso.

“Queremos ampliar o mapeamento de ações de educação midiática no país, fortalecendo uma rede cada vez mais diversa, criativa e representativa”, afirmou Thaís Brito, coordenadora de Educação Midiática da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

A expansão permanente do mapa estabelece uma rede nacional de intercâmbio de metodologias entre escolas públicas e privadas, universidades e veículos de comunicação. A centralização dessas informações constrói um repositório prático para o enfrentamento de problemas contemporâneos, fornecendo ferramentas testadas para preparar a sociedade contra a desinformação, orientar o consumo seguro de telas por crianças e adolescentes e balizar o uso ético da inteligência artificial.

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