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Pesquisa AtlasIntel indica aprovação da gestão Bocalom entre jovens, homens e famílias de baixa renda em Rio Branco

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A mais recente pesquisa da AtlasIntel sobre a avaliação das administrações municipais nas capitais brasileiras aponta que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, mantém índices de aprovação superiores à média em segmentos específicos do eleitorado, com destaque para jovens, homens, famílias de baixa renda e eleitores evangélicos. O levantamento foi realizado entre novembro e dezembro de 2025 e analisa a percepção da população adulta sobre o desempenho dos prefeitos das capitais.

De acordo com os dados, a gestão municipal registra maioria de avaliações positivas entre jovens de 16 a 24 anos, com 61,9% de aprovação, percentual que sobe para 64% na faixa etária de 25 a 34 anos. Entre os entrevistados do sexo masculino, a aprovação alcança 54,8%. Os números indicam que esses grupos concentram os níveis mais elevados de apoio ao prefeito na capital acreana.

O recorte por renda revela que famílias com rendimento mensal de até R$ 2 mil apresentam o maior índice de aprovação entre todos os segmentos analisados, chegando a 70,1%. Na faixa de renda entre R$ 2 mil e R$ 3 mil, a aprovação é de 65,9%. Segundo a pesquisa, esses dados colocam a gestão de Rio Branco com desempenho acima da média nacional justamente entre os eleitores de menor renda.

A pesquisa também aponta apoio majoritário entre entrevistados que se identificam como evangélicos, grupo que representa parcela significativa da população do Acre. Nesse segmento, 67,3% avaliam positivamente a administração municipal. O levantamento indica ainda que a gestão mantém aprovação superior a 60% entre eleitores que votaram em Jair Bolsonaro no segundo turno presidencial e entre aqueles que declararam voto branco ou nulo.

Segundo a AtlasIntel, os dados foram obtidos por meio da metodologia Atlas Random Digital Recruitment (RDR), que realiza o recrutamento orgânico de entrevistados durante a navegação na internet, em dispositivos móveis e computadores. As respostas passam por um processo de pós-estratificação, que considera variáveis como sexo, idade, renda, escolaridade, região e comportamento eleitoral, com o objetivo de garantir representatividade estatística da população adulta brasileira. O instituto informa que o levantamento foi realizado com nível de confiança de 95%.

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