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Educação

Programa de ensino integral avança no Acre com adesão de mais da metade dos municípios

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O Ministério da Educação (MEC) informou nesta segunda-feira (16) que 14 municípios do Acre aderiram ao Programa Escola em Tempo Integral (ETI). O programa tem como objetivo expandir o ensino em tempo integral nas escolas, contemplando desde a educação infantil até o ensino médio.

O prazo para adesão ao segundo ciclo do programa se estende até 31 de outubro deste ano, permitindo que municípios e estados que ainda não participam se inscrevam no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) para garantir os recursos necessários à implementação do ensino integral.

Até o momento, 66,6% dos municípios brasileiros e 66,7% dos estados aderiram ao novo ciclo do programa, que abrange o período de 2024 a 2025. No total, 3.710 municípios já estão participando. A região Nordeste se destaca com 85,7% dos municípios confirmados, sendo a única região com todos os estados incluídos na iniciativa.

Entre as capitais que finalizaram o processo de adesão estão Porto Velho, Belém, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. Essas cidades, junto com outras, agora devem realizar a pactuação das matrículas de tempo integral, processo também disponível até o fim de outubro no sistema do MEC.

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O programa busca fomentar o aumento das matrículas em tempo integral, promovendo uma nova organização do tempo escolar e fortalecendo o processo de ensino-aprendizagem no país.

Educação

Título: Sisu 2026 abre inscrições nesta segunda com uso das três últimas notas do Enem

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As inscrições para a edição de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam nesta segunda-feira, 19 de janeiro, e seguem até as 23h59 de sexta-feira, dia 23, no horário de Brasília, oferecendo mais de 274,8 mil vagas em cursos de graduação gratuitos em instituições públicas de todo o país, com uma mudança central nas regras: nesta edição, o sistema passará a considerar as notas das três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio, de 2023, 2024 e 2025.

O Sisu é o principal processo seletivo para ingresso no ensino superior público e, segundo o Ministério da Educação (MEC), terá em 2026 a maior oferta de vagas de sua história, tanto para o primeiro quanto para o segundo semestre letivo. Ao todo, são 7.388 cursos disponibilizados por 136 instituições, distribuídas em 587 municípios brasileiros. As regras e o cronograma oficial constam no Edital nº 29/2025, publicado pelo MEC.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Sisu. Cada candidato pode escolher até duas opções de curso e, no momento da inscrição, é obrigatório preencher também o cadastro socioeconômico. O MEC informou que “não há cobrança de taxa de inscrição dos candidatos”. Diferentemente de edições anteriores, o Sisu 2026 terá apenas uma etapa de inscrição, na qual os participantes concorrerão, em um único processo seletivo, às vagas ofertadas para todo o ano letivo.

Entre as vagas disponíveis, mais de 73 mil são destinadas a cursos presenciais de licenciatura. Os estudantes que optarem por essas formações poderão se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que prevê incentivo financeiro mensal de R$ 1.050. O MEC alerta que é responsabilidade do candidato verificar previamente se o curso escolhido está incluído nessa iniciativa e destaca que não é possível escolher o semestre de ingresso, que será definido conforme a nota obtida.

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O processo seletivo também incorpora as regras da Lei de Cotas e da Lei nº 14.945/2024, além das ações afirmativas próprias de cada instituição. No ato da inscrição, candidatos pretos, pardos, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e aqueles que cursaram integralmente o ensino médio ou fundamental em escola pública devem indicar a modalidade de reserva de vagas à qual desejam concorrer. Será permitida apenas uma ação afirmativa do tipo bônus e uma do tipo reserva de vagas. A distribuição das vagas reservadas ocorre após a etapa de classificação, respeitando a proporção legal de estudantes de escolas públicas, de baixa renda e de grupos sociais específicos.

A classificação dos candidatos será feita com base no melhor desempenho obtido nas edições do Enem de 2023, 2024 ou 2025. Caso o participante tenha feito mais de uma prova, o sistema selecionará automaticamente a melhor média ponderada, considerando o curso escolhido e as ações afirmativas. Para concorrer, é necessário ter obtido nota superior a zero na redação e não ter participado como treineiro. Em situações de empate, será considerada a edição do Enem em que o candidato obteve maior nota em uma das disciplinas com maior peso para o curso pretendido.

O resultado da chamada regular será divulgado em 29 de janeiro de 2026. Os candidatos selecionados deverão realizar a matrícula na instituição de ensino a partir de 2 de fevereiro. Quem não for aprovado na chamada regular poderá manifestar interesse em participar da lista de espera entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro, também pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. As instituições poderão utilizar essa lista ao longo de todo o ano para preencher vagas eventualmente não ocupadas. Para dúvidas, o MEC disponibiliza atendimento pelo telefone 0800-616161.

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Educação

Notas do Enem 2025 são divulgadas e abrem caminho para acesso ao ensino superior

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As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 foram divulgadas nesta sexta-feira, 16 de janeiro, pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, e já podem ser consultadas na Página do Participante, na internet, permitindo que milhões de estudantes conheçam seu desempenho e planejem os próximos passos para ingresso no ensino superior.

De acordo com o balanço oficial da aplicação do exame, a edição de 2025 registrou 4,8 milhões de inscritos, com taxa de presença de 72% nos dois dias de prova, indicador utilizado pelo Inep para acompanhar a participação efetiva dos candidatos. Na plataforma de consulta, os participantes têm acesso à nota da redação, que varia de zero a mil pontos, e às pontuações das quatro áreas do conhecimento avaliadas ao longo do exame. Para os chamados treineiros, estudantes que ainda não concluíram o ensino médio, o boletim individual será disponibilizado em até 60 dias após a divulgação dos resultados.

Os resultados do Enem 2025 viabilizam o acesso a políticas públicas de ingresso e permanência no ensino superior. Com as notas, os candidatos podem disputar vagas em instituições públicas por meio do Sistema de Seleção Unificada, cujas inscrições ocorrem de 19 a 23 de janeiro, concorrer a bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos, entre 26 e 29 de janeiro, ou solicitar financiamento estudantil pelo Fundo de Financiamento Estudantil. O processo de inscrição no Sisu dispensa o envio prévio de documentos, mas os selecionados devem cumprir prazos e apresentar a documentação exigida no momento da matrícula pelas instituições de ensino superior.

O exame também pode ser utilizado para certificação de conclusão do ensino médio, desde que o participante tenha indicado essa finalidade no ato da inscrição. Para obter o certificado, é necessário alcançar pelo menos 450 pontos em cada área do conhecimento e, no mínimo, 500 pontos na redação, além de observar os prazos definidos pelas instituições certificadoras e pelo portal do Inep. A divulgação das notas marca, assim, uma etapa central do calendário educacional e concentra expectativas de estudantes, famílias e instituições em todo o país.

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Fonte: Agência Brasil

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Educação

EJA amplia acesso à conclusão dos estudos no Acre e mantém matrículas abertas até fevereiro

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A Educação de Jovens e Adultos (EJA) tem sido utilizada pelo governo do Acre como instrumento para ampliar o acesso à escolarização de pessoas que não concluíram os estudos na idade regular, diante de um cenário nacional em que cerca de 9,1 milhões de brasileiros ainda não sabem ler ou escrever, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e em que o analfabetismo atinge de forma mais acentuada a população idosa. A política é executada pela Secretaria de Estado de Educação e está em funcionamento nos 22 municípios acreanos, com matrículas abertas até 6 de fevereiro de 2026.

De acordo com o IBGE, em 2024 o Brasil registrou a menor taxa de analfabetismo desde o início da série histórica, em 2016, mas ainda contabilizou 5,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais que não sabem ler ou escrever, o equivalente a 14,9% da população idosa. É nesse contexto que a EJA é apresentada como alternativa para jovens, adultos e idosos que interromperam a trajetória escolar por razões ligadas ao trabalho, à renda ou às responsabilidades familiares, permitindo a retomada dos estudos no ensino fundamental e médio.

No Acre, a modalidade está presente em 124 escolas estaduais, distribuídas entre áreas urbanas, rurais e comunidades tradicionais. As ações incluem estratégias de conscientização para estimular o retorno à sala de aula e garantir a permanência dos estudantes, com turmas organizadas de acordo com a faixa etária e a etapa de ensino. A política atende jovens a partir de 15 anos no ensino fundamental e pessoas a partir de 18 anos no ensino médio.

Entre os estudantes da rede estadual, relatos apontam mudanças práticas no cotidiano a partir do acesso à alfabetização. A aposentada Raimunda da Silva, de 65 anos, aluna da Escola Marina Vicente, em Rio Branco, afirma que a EJA permitiu maior autonomia nas atividades diárias. “Hoje já consigo pegar qualquer ônibus, sei para onde ele vai. Antes, eu precisava sempre de alguém comigo”, disse. Segundo ela, o retorno à escola também está ligado a objetivos pessoais. “Eu tenho muita vontade de ler a Bíblia. Já aprendi bastante coisa e sei que vou aprender muito mais”, relatou.

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A transformação também é observada pela família. A filha de Raimunda, Gardiane da Costa, afirma que, em poucos meses, a mãe passou a reconhecer letras, formar palavras, realizar contas e ir sozinha ao mercado. “O estudo mudou tudo”, afirmou, destacando a importância da proximidade da escola e do apoio familiar para a permanência dos alunos.

Outra experiência relatada na rede estadual é a de Carlos Cézar Furtado, de 55 anos, que retomou os estudos após anos dedicados ao trabalho. Para ele, voltar à sala de aula está relacionado à ampliação de oportunidades futuras. “Quando a gente para de estudar, esquece das coisas. Agora estou escrevendo melhor, aprendendo de novo”, afirmou. Segundo Carlos, concluir os estudos é um passo para melhorar as condições de vida no longo prazo.

A Secretaria de Estado de Educação destaca que a EJA segue uma proposta pedagógica adaptada à trajetória dos estudantes, respeitando o ritmo de aprendizagem e a experiência de cada um. Para o chefe do Departamento da EJA, Jessé Dantas, a modalidade garante o direito à educação básica e amplia as possibilidades de inserção no mercado de trabalho ou de aperfeiçoamento profissional. “Não existe idade errada para estudar. Pela EJA, o aluno pode concluir o ensino fundamental, o ensino médio e ainda ter acesso a cursos de qualificação profissional”, explicou.

Além da conclusão da educação básica, estudantes da EJA matriculados no ensino médio podem ter acesso ao programa federal Pé-de-Meia, destinado a jovens entre 19 e 24 anos inscritos no Cadastro Único, desde que atendam aos critérios estabelecidos. A iniciativa busca reduzir a evasão escolar e incentivar a permanência na escola.

As matrículas para a Educação de Jovens e Adultos seguem sendo realizadas diretamente nas escolas estaduais, tanto na zona urbana quanto na zona rural, até o início de fevereiro. A política educacional tem como objetivo alcançar pessoas que desejam aprender a ler, escrever e concluir os estudos, ampliando o acesso à escolarização em todo o território acreano.

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Fonte e foto: Agência de Notícias do Acre

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