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Agenda Cultural

Txai Amazônia: Último dia com explosão de cultura, bioeconomia e sabedoria ancestral

Para conferir tudo que rolou no Txai Amazônia, acesse o site: www.txaiamazonia.com.br. Os debates dos painéis temáticos podem ser acompanhados ou reassistidos pelo canal do Instituto Sapien no YouTube.

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O Seminário Internacional Txai Amazônia, que reúne gestores, pesquisadores e empreendedores de toda a Amazônia Legal, Peru e Bolívia, em Rio Branco, no Acre, encerra sua programação na tarde deste sábado, 28 de junho. A partir das 12h30, as atividades começam com mais uma sessão do FestCine Originários.

O evento, totalmente gratuito, é realizado no espaço do Amazonia, situado dentro do campus da Universidade Federal do Acre (Ufac). Logo mais, às 14 horas, será realizado o último painel temático do Txai Amazônia, momento em que o pesquisador Eugênio Pantoja irá apresentar seu estudo de “Levantamento e Identificação da Bioeconomia e da Sociobiodiversidade na Amazônia”.

Paralelamente, ocorrerá a feira dos empreendedores da bioeconomia amazônica, que agrega 23 empreendimentos de vários lugares do Brasil, em sua maioria do território acreano.

Mias de 20 empreendimentos da bioeconomia expõem seus produtos no Txai Amazônia (Foto: Sérgio Vale)

Às 15 horas, será promovida a primeira conferência aberta híbrida, que vai contar com a participação de delegações estaduais e da sociedade civil. O debate será mediado pelo Instituto Sapien e vai apresentar a Carta de Proposições do Txai Amazônia – documento síntese com as deliberações, propostas e encaminhamentos construídos durante o seminário.

O material será entregue ao Governo do Acre, ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional e às instituições parceiras, para a implementação de políticas e projetos na região.

Mostra Artística Cultural

Ixã se apresentou na última sexta-feira (Foto: Agência NEXO)

A força, diversidade e ancestralidade dos povos originários do Acre marcarão presença no palco do Txai Amazônia, a partir das 14 horas, durante a vivência indígena com os povos Huni Kuin e Shanenawa.

Na sequência, às 16 horas, o espetáculo Correrias, com a Cia. Garatuja, vai narrar o cotidiano dos povos originários e seus corpos territoriais em rituais livres dentro do imaginário das divindades da floresta. Uma apresentação de arrepiar.

Às 17 horas, a DJ Cau Bartholo entra na pista com o seu set amazônico inspirador. No mesmo horário, também será realizado o show da artista acreana Parteira Zenaide, com suas cantorias do seringal e de empoderamento.

E para encerrar a mostra artístico-cultural, o público vai receber a artista Maya Dourado e banda, que sobe ao palco do Txai Amazônia evocando o pensar, falar e agir do povo amazônico.

Txai Amazônia

Realizado pelo Instituto Sapien – Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) dedicada à pesquisa e gestão para o desenvolvimento regional –, em colaboração com o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), o Governo do Estado do Acre, por meio das Secretarias de Estado de Povos Indígenas (SEPI), Planejamento (SEPLAN), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (FAPAC) e mais de 20 instituições acreanas, o Seminário Internacional Txai Amazônia se apresenta como uma plataforma para a formulação de soluções inovadoras, integrando conhecimento técnico-científico, inovação e sabedoria ancestral.

Para conferir tudo que rolou no Txai Amazônia, acesse o site: www.txaiamazonia.com.br. Os debates dos painéis temáticos podem ser acompanhados ou reassistidos pelo canal do Instituto Sapien no YouTube.

Agenda Cultural

Especial Pitty e Legião Urbana chega à JUPARÁ Restaurante no dia 5 de junho com ingressos a partir de R$ 50

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A JUPARÁ Restaurante recebe no dia 5 de junho o “Especial Pitty & Legião Urbana”, show interpretado pela Banda The Fisher e por Rodrigo Ephren que reúne clássicos de dois nomes centrais do rock brasileiro. A apresentação, realizada pela Eureka! Produções, terá mesas a R$ 200 para quatro pessoas e ingresso individual a R$ 50.

O repertório inclui músicas como “Admirável Chip Novo”, “Máscara”, “Tempo Perdido” e “Pais e Filhos”, em uma noite voltada ao público que acompanha a trajetória de Pitty e Legião Urbana. A proposta é reunir canções de diferentes fases do rock nacional em um mesmo palco, com foco em sucessos que seguem presentes no repertório afetivo de várias gerações.

Além do show, o público terá à disposição a estrutura da JUPARÁ Restaurante, com atendimento de gastronomia e espaço preparado para receber grupos de amigos, casais e fãs do gênero. A organização aposta em uma programação centrada na execução de faixas conhecidas do público do início ao fim da apresentação.

As informações e reservas podem ser feitas pelo WhatsApp (68) 98104-9710, com Rodrigo.

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Cine Beira-Rio realiza sessão especial neste sábado na comunidade da Judia; confira

Após emocionar o público na Casa do Chico Monteiro nesta sexta-feira, projeto comunitário leva mostras de filmes acreanos e ações ambientais para nova comunidade ribeirinha.

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O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Após a exibição realizada nesta sexta-feira, 15, na Casa do Chico Monteiro (no projeto Bela Vista), o projeto Cine Beira-Rio segue a todo vapor e desembarca para uma sessão especial neste sábado, 16 de maio.

O encontro de hoje acontece a partir das 17h30 na Casa de Farinha, localizada no Ramal Beira-Rio, na comunidade da Judia, em Rio Branco. Toda a comunidade e o público em geral estão convidados a prestigiar o evento, que une arte, lazer e conscientização.

Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.

Estrutura e programação na beira do rio

A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de uma hora e meia de projeções que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória, a identidade e o cotidiano da nossa gente.

A curadoria foi pensada para agradar a todas as idades, começando pela diversão das crianças com as animações “Sementes”, de Isabelle Amsterdam, e “Clarinha e o Boto”, de Enilson Amorim. Para o público geral, a mostra exibe os documentários “Mercado de Histórias” e “Ponte de Memórias”, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista, além das narrativas regionalistas “O Profeta do Acre”, de Fabiana Júlia, e “As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu”, de Silvio Margarido.

Cultura que planta futuro

Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.

A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.

A força por trás do projeto

A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.

Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.

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Cine Beira-Rio leva telas, pipoca e plantio de mudas para nova comunidade nesta sexta-feira; confira

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O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Nesta sexta-feira, 15, o projeto Cine Beira-Rio atraca em um cenário especial: a Casa do Chico Monteiro, localizada no projeto Bela Vista, rio abaixo de Rio Branco. A programação cultural e ambiental tem início a partir das 17 horas.

Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.

Estrutura e programação na beira do rio

Estrutura de cinema ao ar livre montada pelo projeto Cine Beira-Rio

A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de 1h30 de filmes que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória e o cotidiano da nossa gente. A curadoria conta com:

  • Para as crianças: As animações Sementes, de Isabelle Amsterdam, e Clarinha e o Boto, de Enilson Amorim.
  • Documentários e Narrativas: Mercado de Histórias e Ponte de Memórias, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista.
  • Regionalismo: Completam a mostra os filmes O Profeta do Acre, de Fabiana Júlia, e As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu, de Silvio Margarido.

Cultura que planta futuro

Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio de cerca de 200 mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.

A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.

A força por trás do projeto

Coordenadora do projeto Cine Beira-Rio, Alcinethe Damasceno

A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.

Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.

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