MEIO AMBIENTE

Uso da terra impacta sítios arqueológicos no Brasil, diz estudo do MAPBiomas e Iphan

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Uma colaboração entre o MAPBiomas, uma rede multi-institucional que mapeia as transformações no território brasileiro desde 1985, e o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), revela dados importantes sobre a relação entre a ocupação humana e os sítios arqueológicos no Brasil. O MAPBiomas disponibiliza dados abertos sobre cobertura e uso da terra, permitindo análises detalhadas das mudanças ao longo do tempo.

A análise conjunta considerou informações do Iphan sobre os sítios arqueológicos existentes no país. O estudo focou nas alterações da cobertura vegetal e no avanço de atividades humanas, como agricultura, pastagem e urbanização, nas proximidades desses locais históricos.

O Brasil possui cerca de 28 mil sítios arqueológicos cadastrados, com uma concentração significativa na região amazônica. O levantamento demonstra uma redução da vegetação nativa e um crescimento da intervenção humana nas áreas próximas aos sítios no período de 1985 a 2023.

Em live nesta terça-feira, 29, eles explicam o processo de acesso aos dados dos sítios arqueológicos através da plataforma MAPBiomas. Especialistas presentes na apresentação discutem a relevância dessas informações para a compreensão dos efeitos do uso da terra sobre o patrimônio arqueológico brasileiro. Eles também abordam a urgência de modelos de desenvolvimento que considerem a preservação histórica e cultural.

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