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Política

Câmara de Rio Branco concede títulos honoríficos a personalidades

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A Câmara Municipal de Rio Branco reuniu parlamentares, famílias e convidados na noite de sexta-feira, 28, no auditório do Detran-AC, para a entrega dos títulos de Cidadão Rio-Branquense, Cidadão Verde e Campos Pereira, destinados a reconhecer pessoas que contribuíram para diferentes setores da capital. A cerimônia marcou o encerramento das homenagens concedidas anualmente pelo Legislativo municipal.

O presidente da Câmara, vereador Joabe Lira, afirmou que o ato simboliza o compromisso institucional de registrar o trabalho de quem ajudou a fortalecer a vida social, comunitária, científica e econômica da cidade. Ele destacou que parte dos homenageados veio de outros estados e estabeleceu trajetória profissional em Rio Branco. “Reconhecer essas histórias é reafirmar que a cidade é construída por muitas mãos, e fazer isso na presença das famílias dá sentido ao gesto público”, disse.

A lista de agraciados reuniu indicações de todos os vereadores. Entre os nomes apresentados por Moacir Júnior estão Fabrício Valério de Souza Campos, Fábio Ramos da Silva, Adalberto José Moreto e Cláudia Martins de Andrade. José Bandeira de Oliveira recebeu a distinção Campos Pereira, enquanto Raielle Freire da Silva foi homenageada com o título de Cidadão Verde.

Raimundo Neném indicou Eliete Rodrigues Machado Araújo, Reginaldo Almeida de Araújo, José Fernandes Ortiz e Andryo Marrane Amaral. Joabe Lira homenageou Luciane Cascia de Araújo Martins, Alexander Santos de Carvalho, Francisco Alves de Assis Filho e Eracides Caetano de Souza, além de Higo Shahenno Muniz dos Santos, agraciado com o Campos Pereira, e Carlos Alberto Alves Nasserala, que recebeu o Cidadão Verde.

O vereador André Kamai apresentou cinco homenagens: Mário Marques Neto, Ricardo Alexandre Xavier Gomes, Esperanza Lucila Hernández Angulo e Roraima Moreira da Rocha foram reconhecidos com o título de Cidadão Rio-Branquense. Afrânio Moura de Lima recebeu a honraria Campos Pereira. Para Kamai, o ato reforça a importância de registrar trajetórias que influenciam o desenvolvimento local. “Cada nome representa uma história que dialoga com a cidade. Valorizar essas pessoas é valorizar quem ajuda a conduzir Rio Branco”, afirmou.

Outros parlamentares também indicaram cidadãos de diferentes áreas. Matheus Paiva reconheceu Júlio Paulo Neto, Jairton Ferreira Silvério, Bairo Guedes Costa e Argos Ryan Maia Moura. Leôncio Castro concedeu títulos a Gladimir Antônio Albani, Matheus Eduardo Hernandes Bruzasco e Luís Almir Brandão Soares, além de Paulo Roberto Modesto Cunha, que recebeu a distinção Campos Pereira, e Agenor Gerônimo de Souza, homenageado como Cidadão Verde. Samir Bestene indicou José Henrique Maciel Ferreira, Padre Manoel de Jesus Monte da Costa, Márcio Valter Agiolfi e Luis Henrique Corrêa Rolim, com Alderban Lopes de Souza recebendo o título Campos Pereira e Creso Machado Lopes, o Cidadão Verde.

As homenagens seguiram com Márcio Mustafá, Elzinha Mendonça, Nenem Almeida, Antônio Morais, Aiache, Felipe Tchê, Lucilene Vale, Eber Machado, Zé Lopes e Fábio Araújo, que reconheceram contribuições em áreas como saúde, educação, esporte, segurança, serviços públicos, empreendedorismo e iniciativas comunitárias. Entre os agraciados estão Giuliano Venturini Baratto, João Evangelista Moreira, Celso Luiz Sacramento de Souza, Rogério Santos Marinho, Ocimar da Silva Sales Júnior, Bárbara Araújo de Abreu, Hugo Pereira Prates, Marcos da Silva Barbosa, Francisca Karen da Silva, Thábata Polide de Freitas Almeida, entre outros.

Política

Manifestação contra PL da dosimetria ocorre em Rio Branco e em outras capitais do país

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Atos contra o Projeto de Lei da Dosimetria ocorreram neste domingo, 14 de dezembro, em diferentes regiões do Brasil, incluindo Rio Branco, com mobilizações registradas em ao menos 22 capitais, em defesa da responsabilização pelos ataques de 8 de Janeiro e da manutenção do Estado Democrático de Direito, além de críticas ao conteúdo da proposta aprovada pela Câmara dos Deputados.

Na capital acreana, a manifestação teve início por volta das 15h, no Lago do Amor, às margens da BR-364, no bairro Jardim Primavera. Participantes se reuniram no local com faixas e cartazes contrários à proposta legislativa e à possibilidade de redução das penas para condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Durante o ato, uma chuva interrompeu temporariamente a concentração, mas a mobilização foi retomada cerca de uma hora depois, com os manifestantes reunidos sob uma tenda instalada no local.

A manifestação em Rio Branco integrou uma mobilização nacional realizada ao longo do dia, com ocupação de avenidas, praças e áreas centrais em diversas capitais. Em algumas cidades, os atos começaram pela manhã e seguiram até a tarde, com caminhadas e concentrações em pontos de referência urbanos. As mobilizações reuniram participantes de movimentos sociais, sindicatos, partidos políticos e representantes da sociedade civil.

O foco dos protestos foi o PL da Dosimetria, que altera a forma de aplicação das penas para crimes como golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O texto aprovado na Câmara prevê a unificação de crimes e mudanças nas regras de progressão de regime, permitindo que condenados deixem o regime fechado após o cumprimento de um sexto da pena, em vez de um quarto, como ocorre atualmente. O tema segue em análise no Congresso Nacional, com previsão de apreciação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado nos próximos dias.

As manifestações mantiveram o debate público sobre o projeto em evidência e reforçaram a mobilização social em torno das decisões legislativas relacionadas aos crimes cometidos contra o regime democrático no país.

Foto: Cedida

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Política

Projeto sobre compra de café acreano avança na Aleac enquanto setor recebe impulso de R$ 14 milhões

Proposta de Edvaldo Magalhães segue para análise nas comissões e coincide com anúncio da implantação de dois novos complexos industriais financiados pela ABDI

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O projeto que pretende assegurar a inclusão do café torrado e processado no Acre no programa de compras governamentais já está em tramitação na Assembleia Legislativa, após leitura em plenário, e deve ser votado ainda este mês. A iniciativa é do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), que defende ajustar a legislação para permitir que o Estado passe a adquirir o produto industrializado localmente.

A discussão ocorre no mesmo momento em que a cadeia produtiva do café recebe novo impulso com a formalização de um convênio de R$ 14 milhões firmado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O anúncio foi feito durante visita do parlamentar, acompanhado do presidente da Aleac e governador em exercício, Nicolau Júnior (Progressistas), à sede da Cooperacre. Os recursos serão destinados à construção de dois complexos industriais: um em Capixaba, por meio da cooperativa local, e outro na região da Bonal, com atendimento direto ao município de Acrelândia, pioneiro na expansão da cultura cafeeira no estado.

Magalhães afirma que a medida legislativa busca corrigir uma distorção histórica, já que órgãos públicos consomem café diariamente, de secretarias e escolas a repartições em áreas mais remotas, mas não são autorizados a priorizar o produto processado pela indústria acreana. Ele destacou que o café também integra a merenda escolar em diversos municípios, reforçando a necessidade de converter o discurso de incentivo à cadeia produtiva em ação concreta.

Segundo o parlamentar, a proposta cria um sistema de credenciamento regional reunindo indústrias do Baixo Acre, Alto Acre, Purus, Juruá e de outros polos. O objetivo é evitar que licitações convencionais continuem sendo vencidas por empresas de fora do estado que oferecem preços menores, mas não valorizam o produtor local. Para Magalhães, o novo modelo garante competitividade ao setor e impede o que classificou como disputas “kamikazes”.

O deputado enfatizou que o desenvolvimento da cafeicultura no Acre é resultado de um esforço coletivo de parlamentares, gestores estaduais, produtores e da bancada federal. Lembrou também que a Aleac aprovou recentemente a compra de mudas para ampliar a produção. Para ele, fortalecer a cadeia significa completar todas as etapas do processo produtivo, “da muda à xícara”.

A previsão é de que o projeto seja apreciado pelas comissões ainda nas próximas semanas, antes de retornar ao plenário para votação.

Foto: Sérgio Vale – Fonte: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

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Política

Protestos contra o PL da Dosimetria mobilizam o país e têm ato marcado em Rio Branco

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Manifestações contra o Projeto de Lei conhecido como PL da Dosimetria estão programadas para este domingo, 14 de dezembro de 2025, em diversas cidades brasileiras, incluindo Rio Branco, no Acre, como reação à aprovação recente da proposta pelo Congresso Nacional, considerada por movimentos sociais uma ameaça ao Estado Democrático de Direito e à responsabilização de crimes contra as instituições.

Os atos são articulados nacionalmente pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem entidades sindicais, movimentos sociais e organizações da sociedade civil. Segundo os organizadores, a mobilização ocorre em resposta direta ao avanço do projeto, que, na avaliação dessas frentes, abre brechas para a redução de penas e pode beneficiar pessoas envolvidas em tentativas de ruptura institucional, ao flexibilizar critérios de dosimetria penal.

Em Rio Branco, a manifestação está marcada para as 15h, no Lago do Amor, ponto tradicional de encontros e atos públicos na capital acreana. A expectativa é de participação de militantes, sindicatos, estudantes e representantes de diferentes coletivos sociais, em consonância com os protestos realizados simultaneamente em outras capitais e cidades do país.

Os organizadores afirmam que o lema nacional dos atos, “Sem anistia para golpistas!”, expressa a defesa de que crimes cometidos contra a democracia sejam julgados e punidos conforme a legislação, sem alterações que possam resultar em perdão ou abrandamento das penas. Para as frentes responsáveis pela convocação, a mobilização nas ruas é uma forma de pressionar o Congresso Nacional e de reafirmar a importância da responsabilização por ataques às instituições democráticas.

De acordo com as informações divulgadas, as manifestações têm caráter pacífico e buscam ampliar o debate público sobre os impactos do projeto na estrutura jurídica e institucional do país. No Acre, a adesão ao movimento nacional reflete a articulação local de organizações que defendem a manutenção de mecanismos legais considerados fundamentais para a proteção do Estado Democrático de Direito.

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