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Política

Governador do Acre anuncia início da vacinação contra Dengue em adolescentes de 10 e 11 Anos

Vacinação contra Dengue inicia em 16 de Fevereiro

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Durante a abertura do Carnaval da Família, na Gameleira, o Governador Gladson Cameli anunciou que no Acre a vacinação contra a dengue terá início em 16 de fevereiro, direcionada a adolescentes de 10 e 11 anos. A expectativa é vacinar inicialmente 17.810 jovens nessa faixa etária, na regional do Baixo Acre.

Renata Quiles, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Acre, enfatizou: “Recomendamos que a vacinação seja iniciada pela administração da primeira dose para as idades de 10 e 11 anos. Desta maneira, todos os municípios elencados selecionados dentro da estratégia receberão as primeiras remessas até a segunda semana de março.”

As unidades de referência para a vacinação estão distribuídas em diversos municípios:

Acrelândia: UBS Norton Vitorino
Bujari: UBS Raimunda Porfirio
Jordão: UBS Antônio Rodrigues Dourado
Plácido de Castro: UBS João de Deus
Capixaba: Centro de Saúde Ildefonso Cordeiro
Rio Branco: Crie, Policlínica Barral y Barral, Urap Eduardo Assmar
Senador Guiomard: UBS Maria do Socorro
Manoel Urbano: UBS Inácio Ribeiro
Sena Madureira: UBS Lauro Fontes, UBS Aguinaldo Nunes
Santa Rosa: UBS Paulo Alcione Marques
Porto Acre: Sede: UBS Maria Soledade Soares Gadelha
Vila Incra: UBS Raimunda Bitencount
Vila do V: UBS Ilda Barbosa de Souza
Tocantins: UBS Álvaro Araújo Nobre
Vila Caquetá: UBS Daniel Gledsom Lucena

Edvan Meneses, chefe do Departamento de Vigilância em Saúde da Sesacre, ressaltou: “Cabe destacar que, embora a vacina represente um grande avanço no combate à dengue, a prevenção ainda é a melhor arma contra o Aedes aegypt. São cuidados que a população já conhece, como tampar caixas d’água e outros reservatórios, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras.”

É crucial ressaltar que, além da limitação de doses, a escolha pelo início da imunização nas crianças de 10 a 11 anos também é baseada no maior índice de hospitalização por dengue dentro da faixa etária de 10 a 14 anos. A vacinação seguirá uma progressão conforme novos lotes forem entregues pelo laboratório fabricante e repassados ao Estado pelo Ministério da Saúde.

Política

Bocalom diz que não será vice, aguarda PSDB e afirma que “continuamos lutando” para manter candidatura ao governo

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou nesta segunda-feira (16), durante a abertura oficial do ano letivo da rede municipal, que não aceitará compor chapa como vice e que segue no projeto de disputar o governo do Acre, enquanto espera uma definição do PSDB para avançar na montagem da nominata e da chapa majoritária. “Rapaz, eu não estou aqui para ser vice”, disse, ao ser questionado sobre a possibilidade de integrar a pré-candidatura do senador Alan Rick.

Bocalom relatou que as conversas com a direção nacional tucana chegaram à terceira rodada e que a decisão deve ser tomada já nesta terça-feira (17). “Vamos ver amanhã. Eu não gosto de antecipar nada. Eu quero dizer que já é a terceira conversa que a gente tem com o PSDB nacional. Amanhã, com certeza, deverá ser uma definitiva, porque a gente tem que definir logo, porque nós temos que formar chapa de federal, chapa de estadual. Evidentemente que isso é sempre uma dúvida, mas continuamos lutando”, afirmou.

Ao tratar do retorno ao partido, o prefeito lembrou o histórico de disputas eleitorais pela sigla e disse que o PSDB foi a legenda que o abrigou em momentos decisivos da carreira. “Sim, sem dúvida nenhuma. Aquele partido é o partido que me acolheu por seis eleições. Ganhamos duas eleições em Acrelândia, perdemos quatro aqui em Rio Branco, mas, na verdade, o PSDB sempre foi o partido que nos acolheu, acolheu muito bem”, declarou.

Bocalom também reafirmou que preferia permanecer no PL, mas disse que a saída não significa rompimento político com o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Então, é claro que eu queria ficar no PL. Não tem nem o que discutir. O partido do meu presidente, Bolsonaro. Mas nem por isso, deixando o PL, eu deixo de apoiar a nossa equipe do Bolsonaro”, afirmou.

A sinalização do prefeito, dada em um momento de reorganização de forças para 2026 no Acre, coloca a definição partidária como etapa central para sustentar a candidatura e viabilizar a formação de chapas proporcionais, num tabuleiro em que alianças e composições ainda estão em disputa.

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Política

BR-364: deputados cobram destino de R$ 1 bilhão e DNIT inicia recuperação emergencial no Vale do Juruá

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A cobrança por respostas sobre o uso de recursos na BR-364 ganhou força na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (10), após novas críticas de deputados à qualidade das intervenções na principal rodovia de integração do Estado, enquanto o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que deu início a uma recuperação emergencial no Vale do Juruá, com foco em tapa-buracos no trecho entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Durante a sessão, o primeiro-secretário da Aleac, Luiz Gonzaga (PSDB), relatou visita a pontos da estrada e questionou a substituição de camadas de asfalto que, segundo ele, ainda tinham boa espessura por um novo revestimento que passou a se deteriorar rapidamente. “Cadê o dinheiro? O próprio presidente do DNIT falou que já foi gasto mais de R$ 1 bilhão nessa rodovia. O que está acontecendo nessa BR-364 é um verdadeiro absurdo. Não dá para tirar um asfalto de qualidade e colocar outro que no dia seguinte já começa a se deteriorar”, afirmou o parlamentar, ao pedir que órgãos de controle acompanhem a execução dos serviços.

Na mesma sessão, o deputado André Vale (Podemos) também subiu à tribuna para reforçar a cobrança por melhorias e apontou impacto direto no deslocamento e no custo do transporte. Ele disse ter feito recentemente o trajeto entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul em praticamente 14 horas, tempo que, segundo o deputado, costumava ficar entre seis e sete horas em condições melhores de trafegabilidade. Vale citou prejuízos para a economia regional, com reflexos no frete e nas passagens, e anunciou que vai protocolar uma indicação ao DNIT pedindo medidas, com ênfase no trecho entre Senador Guiomard e Capixaba, onde afirmou haver aumento de buracos. Ele também mencionou problemas em outros pontos, incluindo o trecho entre Rio Branco e Brasileia.

Um dia depois, na quarta-feira (11), o superintendente do DNIT no Acre, Ricardo Araújo, informou que os serviços de recuperação começaram pela região do Vale do Juruá, com ações emergenciais para reduzir buracos e danos no pavimento e melhorar as condições de circulação. Araújo afirmou que o avanço depende do clima, porque a aplicação de asfalto em período de chuva compromete a durabilidade, e disse que as equipes passaram a lançar massa asfáltica em pontos onde o tempo ficou mais favorável.

O DNIT informou ainda que intervenções mais amplas estão programadas para começar a partir de maio, período de menor incidência de chuvas, com serviços como aplicação de macadame, regularização da plataforma da estrada e recapeamento em trechos de variante. Também entram no planejamento ações em pontos críticos afetados por erosões e outros danos estruturais, além da expectativa de formalização de um novo contrato do chamado lote 10, para ampliar as frentes de trabalho ao longo da rodovia. O desfecho dessas medidas deve definir o ritmo de recuperação da BR-364 nos próximos meses, em uma estrada que sustenta o abastecimento, o transporte de mercadorias e o deslocamento entre as regiões do Acre.

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Política

Bolsonaro tem piora da função renal e aumento de inflamação em UTI de hospital de Brasília

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O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora da função renal e aumento nos indicadores inflamatórios, de acordo com boletim do Hospital DF Star divulgado neste sábado, 14 de março de 2026, em Brasília. Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde a manhã de sexta-feira (13), ele permanece sem previsão de alta e segue em tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa.

A equipe médica informou que, apesar do agravamento da função renal, Bolsonaro está clinicamente estável. O hospital também registrou que ele faz exercícios de fisioterapia respiratória e motora e recebe medidas para prevenção de trombose venosa durante a internação.

A internação ocorreu após Bolsonaro apresentar febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. O quadro diagnosticado foi de broncopneumonia bacteriana bilateral, com provável origem aspirativa, e o ex-presidente foi levado ao DF Star por uma equipe do Samu.

Bolsonaro está detido na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados. Com a transferência para o hospital, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a esposa, Michelle Bolsonaro, acompanhe o ex-presidente durante a internação e liberou visitas de filhos e familiares listados na decisão.

A determinação também transferiu a vigilância para o Núcleo do Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, com policiais de prontidão 24 horas e controle de acesso à unidade, incluindo a proibição de entrada de computadores, celulares e outros dispositivos eletrônicos, com exceção de equipamentos médicos.

O boletim é assinado por integrantes das equipes de cirurgia, cardiologia e terapia intensiva do DF Star. A evolução da função renal e dos marcadores inflamatórios deve orientar os próximos passos do tratamento e a definição de quando o ex-presidente poderá deixar a UTI.

Fonte e Foto: Agência Brasil

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