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Educação

Oportunidade de intercâmbio em Portugal: Ifac abre inscrições com auxílio de R$ 30 mil

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Estudantes do Instituto Federal do Acre (Ifac) têm até o dia 25 de abril para se inscrever no processo seletivo de um programa de intercâmbio acadêmico em Portugal. A oportunidade é voltada para alunos de cursos superiores dos campi Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá, Transacreana e Xapuri.

O programa é realizado em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e oferece duas vagas para mobilidade acadêmica no período de setembro de 2025 a fevereiro de 2026. Os selecionados receberão auxílio financeiro de R$ 30 mil para custear passagens, hospedagem, alimentação, seguro saúde e materiais escolares.

Para participar, é necessário ter pelo menos 18 anos até junho de 2025, estar matriculado em um curso superior do Ifac, ter concluído entre 25% e 75% da carga horária total da graduação, possuir Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA) igual ou superior a 70%, estar com frequência regular e não ter sido contemplado em edições anteriores do programa de mobilidade internacional do instituto.

O processo seletivo prevê publicação da lista de inscritos no dia 28 de abril. As entrevistas ocorrerão entre os dias 29 de abril e 3 de maio. O resultado preliminar será divulgado em 5 de maio, e o resultado final em 12 de maio.

Mais informações e o edital completo estão disponíveis no site do Ifac. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: dsri@ifac.edu.br.

Educação

Estudantes de Rio Branco embarcam para Brasília e iniciam jornada rumo à NASA e à Disney

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Estudantes da rede municipal de Rio Branco embarcaram na noite de terça-feira (21) para Brasília e iniciaram a etapa preparatória de uma viagem aos Estados Unidos, com roteiro que inclui visita à NASA e aos parques da Disney. Seis alunos foram selecionados pela rede a partir do desempenho escolar e viajam acompanhados de responsáveis e profissionais da educação.

Antes do embarque, os estudantes participaram de uma recepção no gabinete municipal com a presença do prefeito Alysson Bestene, familiares, professores e coordenadores. No encontro, o prefeito afirmou que a iniciativa começou a ser desenhada na gestão do ex-prefeito Tião Bocalom e disse que o programa passa a integrar de forma permanente as ações do município voltadas ao reconhecimento do mérito acadêmico.

A secretária municipal de Educação, Kelce Nayra Paes, afirmou que a experiência tem foco pedagógico ao aproximar conteúdos trabalhados em sala de aula de atividades práticas e informou que novas edições devem ocorrer nos próximos anos. Segundo a secretaria, em Brasília o grupo dá início aos trâmites para a etapa internacional, incluindo procedimentos de visto.

Entre os estudantes, Ana Luísa da Silva, de 11 anos, viaja representando a Escola Ismael Gomes de Carvalho, no bairro Tancredo Neves. A mãe, Veridiana Silva, atribuiu o resultado à dedicação da filha e disse que o incentivo em casa e na escola foi decisivo para a conquista.

Yasmin Silva Matos, ex-aluna da Escola Mariana da Silva Oliveira e atualmente matriculada na Escola Elisira dos Santos, disse que a viagem pode estimular outras crianças a se dedicarem aos estudos e citou a Disney como parte de um sonho comum entre estudantes.

Os seis alunos selecionados são Yasmin Silva Matos (Escola Mariana da Silva Oliveira, bairro Adalberto Sena), Carlos Dawi da Silva de Mendonça (Escola Luiz de Carvalho Fontinelle, bairro Bosque), José Pedro Rebouças Felix (Escola Chico Mendes, bairro Santa Inês), Ana Luísa da Silva Montalvão (Escola Ismael Gomes de Carvalho, bairro Tancredo Neves), Kauã Victor Soliza da Silva (Escola Ilson Ribeiro, bairro Ilson Ribeiro) e Miguel Lima da Costa (Escola Maria Lúcia, bairro Morada do Sol). O grupo inclui também professores reconhecidos pelo desempenho pedagógico, além de coordenadores e responsáveis.

A proposta, segundo a Secretaria Municipal de Educação, é incentivar o protagonismo estudantil e valorizar o mérito acadêmico com vivências que ampliem a formação dos alunos, com expectativa de continuidade do programa nas próximas edições.

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Educação

O novo PNE é uma chance de o Brasil tratar educação como política de Estado

Ex-governador do Acre e especialista em educação afirma que plano melhora foco na aprendizagem, reforça combate às desigualdades e ganha força com o Sistema Nacional de Educação.

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O ex-governador do Acre e especialista em educação Binho Marques avalia que o novo Plano Nacional de Educação (PNE) representa um avanço importante para a política educacional brasileira, sobretudo por dar mais centralidade à aprendizagem e ao enfrentamento das desigualdades.

Binho Marques vê novo PNE como avanço contra desigualdades, mas alerta para desafio da execução

Em entrevista ao SBT News, Binho afirmou que o plano aprovado para a próxima década é superior ao anterior e destacou que, desta vez, o texto incorpora de forma mais explícita a necessidade de olhar para os estudantes mais pobres, negros e pessoas com deficiência.

Para ele, esse redirecionamento ajuda a deslocar o debate educacional de uma lógica restrita ao acesso à escola para outra mais conectada à qualidade do ensino. “Esse plano eu diria que é bem melhor do que o primeiro. […] Ele tem grandes avanços e eu diria que o principal deles é colocar foco no aprendizado. Os planos anteriores estavam muito voltados apenas para o acesso”, afirma.

Segundo Binho, o novo PNE também ganha relevância por entrar em vigor em um momento em que o país passa a contar com o Sistema Nacional de Educação, o que pode ampliar a coordenação entre União, estados e municípios. Na avaliação dele, essa estrutura pode reduzir a fragmentação histórica da educação brasileira e dar mais capacidade de implementação às metas previstas em lei.

Binho comparou a ausência desse sistema, até aqui, ao que seria a saúde pública sem o SUS. Para ele, a falta de parâmetros nacionais mais sólidos sempre dificultou a execução de políticas educacionais mais consistentes e abriu espaço para decisões baseadas mais em intuição política do que em evidências.

Autor da citação

O Brasil até hoje não tinha um sistema de educação. Como a saúde tem o SUS, a educação não tinha o próprio sistema, então uma fragmentação muito grande. […] A gente vai imaginar esse plano com maior capacidade de implementação porque agora a gente tem um sistema criado.

Apesar da avaliação positiva, Binho Marques fez ressalvas. Ele afirmou que o Brasil ainda tem pouca tradição de planejamento educacional e que muitas redes de ensino enfrentam dificuldades para formular diagnósticos e planos ajustados à realidade local. Também alertou para o risco de o PNE estabelecer metas ambiciosas demais, o que pode comprometer sua credibilidade caso os objetivos não sejam alcançados.

Mesmo assim, ele considera que o novo ciclo reúne condições mais favoráveis para produzir resultados do que o plano anterior, especialmente pela combinação entre metas mais claras, foco em equidade e maior articulação institucional.

O Acre aparece nessa discussão não apenas porque Binho é acreano, mas porque sua trajetória política ajuda a ilustrar um problema central do país. Ele lembra ter visto avanços concretos na educação acreana serem depois desfeitos. Esse talvez seja o resumo mais duro do drama educacional brasileiro: não é só difícil avançar; é fácil perder o que já foi conquistado.

Por isso, o novo PNE precisa ser lido menos como peça de celebração e mais como teste institucional. O desafio não está apenas em fixar metas para dez anos. Está em criar condições para que essas metas sobrevivam a calendários eleitorais, trocas de comando e vaivéns ideológicos.

Ao comentar o cenário político, para ele, a existência de uma lei nacional fortalece o acompanhamento por órgãos de controle e ajuda a proteger políticas públicas, mas não elimina o risco de interrupções ou retrocessos em mudanças de governo.

Com trajetória como secretário de educação, ex-governador e ex-integrante do Ministério da Educação, Binho Marques fala a partir de uma experiência acumulada na gestão pública e no desenho de políticas educacionais. Sua leitura, agora, é a de que o novo PNE abre uma oportunidade concreta para o país avançar, desde que consiga transformar a lei em ação coordenada nas redes de ensino.

O Brasil conhece bem a distância entre sancionar uma lei e mudar uma sala de aula. O novo PNE só fará sentido se conseguir encurtar essa distância.

Nesse sentido, a fala de Binho Marques vale como alerta e como síntese. O plano é melhor. O foco em aprendizagem e equidade é correto. A existência de uma lei nacional ajuda. O novo sistema pode dar mais musculatura à execução. Mas nada disso será suficiente sem coordenação real, capacidade técnica e compromisso político continuado.

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Educação

Ufac abre seleção para bolsista de diagramação com bolsa de R$ 2,1 mil e início em 4 de maio

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A Universidade Federal do Acre (Ufac) abriu um processo seletivo para contratar um bolsista de diagramação no projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança”, com bolsa mensal de R$ 2.100, duração de três meses e carga de 40 horas mensais. O edital foi publicado pela Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) e prevê início das atividades em 4 de maio, com atuação voltada à produção e diagramação de materiais do plano de acessibilidade da instituição.

A seleção oferece uma vaga e exige experiência comprovada em diagramação de documentos e materiais gráficos digitais, além de domínio de ferramentas como InDesign, Illustrator, Photoshop, Canva ou similares. O trabalho prevê organização visual de conteúdos, padronização de identidade gráfica e finalização de peças digitais vinculadas às entregas do projeto, voltado ao aprimoramento da infraestrutura física da Ufac com foco em acessibilidade, inclusão e segurança.

As inscrições ocorrem exclusivamente por e-mail entre 20 e 22 de abril, com envio da ficha de inscrição, documento de identificação, currículo, portfólio e declaração de disponibilidade. O cronograma fixa a divulgação da lista de candidatos aptos para entrevista em 23 de abril e as entrevistas para 24 de abril. O resultado preliminar está previsto para 27 de abril, com prazo de recursos em 28 de abril e publicação do resultado final em 29 de abril.

O edital define duas etapas de avaliação, com pontuação total de 100 pontos: análise de currículo e experiências, valendo até 50, e entrevista, com os outros 50 pontos. No documento, a Proplan descreve a função do bolsista como suporte à execução do projeto e ao desenvolvimento dos materiais técnicos e institucionais necessários para a elaboração do plano de acessibilidade, com seleção e convocação seguindo a ordem de classificação.

Edital PROPLAN Nº 02/2026: Seleção de Bolsista de Diagramação (UFAC)
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