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Acordo firmado: Bocalom e Alysson 2024

Aliança é anunciada entre PP e PL para as Eleições de Rio Branco

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Neste sábado, 25, o Progressistas (PP) e o Partido Liberal (PL) formalizaram a aliança para apoiar a reeleição do prefeito Tião Bocalom em Rio Branco. O evento ocorreu na sede do PP, no bairro Abrão Alab, e contou com a presença de centenas de pessoas. Alysson Bestene, do PP, foi anunciado como pré-candidato a vice-prefeito na chapa de Bocalom para as eleições municipais de outubro de 2024.

Governador Gladson Cameli destaca colaboração entre Governo e Prefeitura

O governador Gladson Cameli participou do evento e destacou a importância da colaboração entre governo e prefeitura para continuar melhorando a gestão municipal. Cameli enfatizou que a administração atual está funcionando bem e que a parceria ajudará a fortalecer áreas como pavimentação, saúde, educação e segurança pública. Ele afirmou: “O que está dando certo não precisa ser mudado. O que passou, passou. Em todas as áreas a gente precisa ter parcerias. A gente só precisa aperfeiçoar a parceria.”

Tião Bocalom e Alysson Bestene celebram união da direita acreana

Tião Bocalom afirmou que a aliança representa a união da direita para as próximas eleições. Ele expressou confiança na parceria com Alysson Bestene, seu aliado de longa data, e acredita que a união dos partidos beneficiará a população de Rio Branco e do Acre. Bocalom também agradeceu o apoio do governador Cameli, que considera crucial para a disputa eleitoral.

Parceria PP-PL focada em melhorias para Rio Branco e Acre

Alysson Bestene reforçou que a aliança está focada em atender às necessidades dos moradores de Rio Branco. O evento contou com a presença de representantes do PL, União Brasil, DC, PDT, PSDC, Solidariedade e Podemos, além de diversas autoridades, incluindo deputados estaduais, vereadores e lideranças partidárias.

Fotos: Sérgio Vale / Vale Comunicação

Rio Branco

Alysson Bestene dá até 60 dias para normalizar transporte coletivo e admite trocar empresa em Rio Branco

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, afirmou nesta sexta-feira, 24 de abril, que a prefeitura trabalha com prazo de 30 a 60 dias para normalizar o transporte coletivo, após a paralisação total dos ônibus na quarta-feira, 22, e não descartou substituir a Ricco Transportes por outra empresa em caráter emergencial. A crise levou a gestão municipal a decretar situação de emergência no sistema por 60 dias, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.

A medida foi tomada depois que 100% das linhas deixaram de operar em Rio Branco, em meio a atrasos salariais e pendências trabalhistas envolvendo motoristas e a empresa responsável pelo serviço. Os ônibus voltaram às ruas na quinta-feira, 23, após acordo para pagamento de salários e benefícios, mas a prefeitura manteve o decreto para intervir no sistema, contratar operadoras emergenciais e impedir nova interrupção do serviço.

“Dentro do decreto emergencial, algumas ações podem acontecer, desde uma nova empresa, de forma emergencial, estar assumindo”, disse Bestene. O prefeito afirmou que a gestão mantém conversas com a Ricco Transportes e com os sindicatos, mas avisou que o município poderá adotar medidas mais duras se houver descumprimento das obrigações. “Caso isso seja descumprido, a gente vai tomar medidas que possam vir substituir”, declarou.

O Decreto nº 782 autoriza a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco, a RBTrans, a adotar providências para garantir a prestação imediata do serviço, de forma direta ou por contratação emergencial. O texto também permite a transferência temporária de linhas para outras prestadoras em caso de abandono, paralisação ou suspensão da operação pela atual empresa, desde que os veículos cumpram requisitos legais de segurança e trafegabilidade.

Bestene afirmou que a prefeitura criou um grupo técnico para montar um edital emergencial e recalcular as bases do sistema. A proposta é manter a tarifa em R$ 3,50 e fechar uma nova planilha com idade dos ônibus, passageiros por quilômetro rodado, combustível, subsídio e tarifa. “Estamos construindo novas planilhas com idade dos ônibus, passageiros por quilômetro rodado, combustível, tudo isso fechado com subsídio e tarifa, mantendo R$ 3,50, para atrair uma nova empresa”, afirmou.

Na quinta-feira, 23, o prefeito esteve no Terminal Urbano para acompanhar a retomada das linhas, conversar com motoristas e ouvir usuários. “A gestão, na verdade, vem se desculpar por esse transtorno com a população. Tanto a população quanto os trabalhadores não merecem isso, e a gente não se exime da responsabilidade”, declarou. Ele também afirmou que a prefeitura começou encaminhamentos para regularizar pagamentos aos trabalhadores e iniciou ações de recuperação de corredores de ônibus, com serviços de tapa-buraco nas vias usadas pelo transporte coletivo.

A crise ocorre em um sistema mantido desde 2022 por contratos emergenciais sucessivos. A Ricco Transportes atribuiu as dificuldades financeiras à falta de repasses públicos, incluindo gratuidades e complemento da meia passagem estudantil, além de problemas na fiscalização do transporte irregular. A empresa também afirmou que comunicou em fevereiro que não tinha interesse em renovar a concessão.

A licitação definitiva do transporte coletivo ainda depende de ajustes técnicos. Bestene afirmou que o certame foi suspenso para responder questionamentos e deve ser retomado, mas tratou o processo como complexo e de longo prazo. Até lá, a saída da prefeitura será usar o decreto de emergência para manter os ônibus circulando, pressionar a atual operadora e abrir caminho para uma substituição temporária caso o serviço volte a parar.

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Acre

Chuva de 80 mm em 24 horas abre crateras e isola ramais em Mâncio Lima; aulas são suspensas

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As chuvas intensas que atingem Mâncio Lima nesta sexta-feira (24) causaram alagamentos, abriram crateras em ruas da zona urbana e deixaram ramais com trechos intrafegáveis, ampliando prejuízos para moradores e produtores rurais no Vale do Juruá. Em 24 horas, o município acumulou 80 milímetros, e a prefeitura montou uma força-tarefa para ações emergenciais, com prioridade para restabelecer condições mínimas de tráfego e reduzir riscos nas comunidades mais afetadas.

Na área urbana, a força das enxurradas comprometeu a estrutura viária e destruiu bueiros e bocas de lobo. A instabilidade do tempo dificultou a resposta, porque pontos recuperados pela manhã voltaram a ceder à tarde após novas pancadas, exigindo retrabalho contínuo das equipes.

Na zona rural, os impactos se concentraram em ramais que ligam comunidades a escolas, unidades de saúde e áreas de produção. No Ramal do Banho, a ponte do Igarapé Preto, que passava por manutenção preventiva, teve os serviços interrompidos por uma enxurrada e o acesso ficou isolado temporariamente, com registros de casas alagadas e perdas em plantações. No Ramal do Barão, principal acesso à Terra Indígena Puyanawa, a elevação do Igarapé Berkua inundou trechos e interrompeu o transporte escolar, levando à paralisação temporária das aulas. No Ramal dos Caetanos, o transbordamento do Igarapé Branco invadiu propriedades e atingiu áreas produtivas.

A piscicultura, uma das principais atividades econômicas do município, também foi afetada. Produtores relataram transbordamento de açudes e rompimento de pequenas barragens, com perdas para famílias que dependem da atividade para renda e subsistência. O secretário municipal de Articulação Institucional, José Luiz Bentes, acompanhou vistorias com a Defesa Civil e afirmou: “Estamos nos ramais, ouvindo as comunidades e buscando soluções imediatas para minimizar os impactos.”

A pressão das chuvas em Mâncio Lima ocorre em um contexto mais amplo de monitoramento e resposta no Acre. No início de abril, o governo estadual decretou situação de emergência em seis municípios do interior — Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Tarauacá e Plácido de Castro — por causa da cheia dos rios, com impactos em áreas urbanas, rurais e ribeirinhas. Nesta sexta, o Instituto Nacional de Meteorologia manteve alerta laranja de perigo para chuvas intensas no estado, com previsão de 50 a 100 milímetros por dia e ventos de 60 a 100 km/h até a manhã de sábado (25), cenário que amplia o risco de alagamentos e novos danos em regiões já fragilizadas.

A Defesa Civil de Mâncio Lima informou que há indicativo de chuvas até segunda-feira (27), com umidade elevada e possibilidade de precipitação contínua. O órgão reforçou a orientação para que moradores redobrem cuidados em áreas próximas a açudes, rios e igarapés e evitem travessias em trechos inundados enquanto persistirem as pancadas, porque a rápida elevação de cursos d’água e a erosão em ramais podem ampliar o isolamento de comunidades e as perdas na produção local.

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Acre

Governo do Acre envia 200 cestas básicas para Cruzeiro do Sul após enchente do Rio Juruá

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O governo do Acre enviou nesta sexta-feira (24) 200 cestas básicas para Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá, para atender famílias afetadas pela enchente do Rio Juruá no início de abril. A remessa foi encaminhada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) após solicitação da Secretaria Municipal de Assistência Social do município.

A distribuição integra as ações definidas pela governadora Mailza Assis para atender a população em situação de vulnerabilidade. “O governo do Estado se preparou, fez o planejamento estratégico, instruiu os municípios e está ajudando a prefeitura nesse período, ajudando a suprir as necessidades básicas”, afirmou.

Segundo o governo, mais de 50 famílias foram atingidas em Cruzeiro do Sul, totalizando 270 pessoas que ficaram acolhidas em abrigos provisórios instalados em escolas, incluindo unidades exclusivas para famílias indígenas. As cestas foram destinadas para atender especialmente quem já começou a retornar para casa após o recuo das águas.

A medida ocorre no contexto do decreto de Situação de Emergência em seis municípios acreanos, publicado após o agravamento das inundações associadas ao alto volume de chuvas. O Decreto nº 11.865, de 5 de abril de 2026, declarou situação de emergência de nível II em Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Tarauacá e Plácido de Castro, em áreas atingidas por inundações em bacias como as dos rios Envira, Abunã, Purus e Tarauacá.

Com o decreto em vigor, a gestão estadual afirma ter acelerado a mobilização de recursos e a execução de medidas de assistência, enquanto prefeituras seguem com o levantamento de demandas e a organização do atendimento às famílias impactadas.

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