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Notícias

Bocalom assina PL que destina um salário mínimo para famílias acolhedoras

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Na última segunda-feira (29), o prefeito de Rio Branco (AC), Tião Bocalom (PP), juntamente com autoridades do Judiciário, oficializou a ampliação do serviço de acolhimento no Programa Família Acolhedora.a ampliação do serviço de acolhimento no Programa Família Acolhedora.

O projeto de lei, que já existe desde 2014, envolve apenas cinco famílias, a proposta do prefeito no Projeto de Lei é ampliar este número, chegando a 30 famílias solidárias. O serviço é uma modalidade de acolhimento que visa oferecer proteção integral às crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente de sua família de origem ou extensa por medida de segurança.

“Nós vamos pagar um salário mínimo, para essas famílias que vão receber essas crianças. Aí sim, elas terão condições de cuidar melhor desses menores.”, disse Bocalom

Ao finalizar o chefe do executivo municipal, enfatizou que a prioridade da gestão é cuidar de pessoas. “Uma das prioridades é cuidar de gente, cuidar da criança, cuidar do jovem, cuidar do adolescente… é isso que nós estamos fazendo aqui na Prefeitura de Rio Branco”, finalizou o prefeito

(Foto: Renilson Rodrigues/Assecom)

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Cultura

Carnaval 2026: concursos elegem Rainha Trans e Rainha Gay na segunda noite de folia em Rio Branco

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Os concursos que definiram a Rainha Trans e a Rainha Gay do Carnaval 2026 foram realizados na noite deste sábado, 14, na Praça da Revolução, em Rio Branco, como parte da programação oficial organizada pela Prefeitura e pela Fundação Garibaldi Brasil. As vencedoras passam a integrar a realeza da festa e participar das atividades previstas até terça-feira, 17, quando se encerra o calendário do carnaval na capital.

A disputa reuniu 11 candidatas nas duas categorias. Na categoria Rainha Trans, Liah Souza conquistou o primeiro lugar com 198,9 pontos, representando o bloco Unidos do Fuxico. Vitória Bogéa ficou em segundo lugar com 198,8 pontos, diferença mínima na avaliação dos jurados. Após a coroação, Liah destacou a importância do resultado. “Eu já tinha concorrido outras duas vezes e esse ano falei que era meu último ano e o título veio. Eu só queria ganhar uma vez”, afirmou.

Na categoria Rainha Gay, Bianca Lins recebeu 200 pontos e conquistou o título pela terceira vez. Ela já havia vencido em edições anteriores, em 2017 e 2024. Segundo Bianca, o resultado representa o reconhecimento de um processo de preparação. “São noites e dias acordados fazendo a fantasia. Eu mesmo confecciono a minha roupa desde a cabeça até o costeiro. Quando a gente é coroado é a gratificação de um trabalho”, disse.

Os concursos integram a agenda do Carnaval 2026, que reúne apresentações culturais, concursos e atividades abertas ao público. O presidente da Fundação Garibaldi Brasil, Klosber Pereira, afirmou que a programação segue com eventos voltados a diferentes públicos, incluindo atividades para crianças, idosos e pessoas com deficiência. “Venha, pode vir, pois tem espaço. Todos aqui têm direito de se divertir”, declarou.

Neste domingo, 15, está prevista a realização do Folia Criança, com apresentações, atividades recreativas e concursos voltados ao público infantil e ao público idoso. A programação também inclui apresentações de blocos carnavalescos e shows musicais durante a noite, mantendo as atividades concentradas na Praça da Revolução.

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O vice-prefeito Alysson Bestene acompanhou o evento e destacou a realização do carnaval como parte do calendário cultural da cidade. “Essa festa popular é tradição. A gente tem que aproveitar esses momentos”, afirmou durante a programação.

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Economia e Empreender

Carne bovina, suína e soja lideram exportações e mudam perfil econômico do Acre entre 2010 e 2025

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A expansão das exportações de carne bovina, carne suína e soja alterou a estrutura econômica do Acre e reduziu a dependência do extrativismo ao longo dos últimos 16 anos, segundo dados do relatório Panorama do Comércio Exterior do Acre: Evolução e Tendências (2010–2025), elaborado pela Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan). O levantamento aponta que o estado acumulou superávit de US$ 490 milhões no período e registrou crescimento médio anual de 11% nas exportações, resultado associado à diversificação da produção e à ampliação da presença acreana em novos mercados internacionais.

No início da série histórica, o Acre ainda apresentava forte concentração em produtos florestais. Entre 2010 e 2014, madeira e castanha representavam 85% das exportações, enquanto o Reino Unido concentrava quase metade das compras externas. A retração média anual de 23,2% nas exportações nesse período evidenciou a vulnerabilidade do modelo baseado no extrativismo e impulsionou mudanças na estrutura produtiva, com maior participação da agropecuária.

A partir de 2015, houve crescimento gradual das exportações de proteínas animais, consolidado com a expansão da soja entre 2020 e 2022. Nesse intervalo, o valor exportado do grão aumentou de US$ 1,2 milhão para US$ 14,3 milhões, com crescimento médio anual de 242%. O avanço marcou a ampliação da participação agrícola nas exportações e a inserção do estado em novas cadeias produtivas voltadas ao comércio internacional.

Entre 2023 e 2025, o crescimento das exportações se intensificou, com média anual de 46,9% e total de US$ 98,9 milhões em 2025, o maior valor da série histórica. A carne bovina assumiu a liderança nas vendas externas, seguida pela soja e pela carne suína, refletindo a consolidação da agropecuária como principal base exportadora. O desempenho foi reforçado pelo aumento das vendas no último trimestre, com destaque para carne bovina e castanha.

A expansão das exportações também foi acompanhada pela redistribuição territorial da atividade econômica. Em 2010, Rio Branco concentrava 61% das vendas externas. Em 2025, Brasileia passou a liderar com US$ 26,66 milhões, impulsionada pela exportação de carne suína e castanha, enquanto Senador Guiomard se consolidou como principal polo exportador de carne bovina. O movimento indica a ampliação da participação de municípios do interior na economia exportadora.

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Os destinos comerciais do Acre também se diversificaram. O Peru passou a responder por 27,2% das exportações e assumiu o posto de principal parceiro comercial, tanto como mercado consumidor quanto como rota logística. Emirados Árabes Unidos e Turquia ampliaram as compras de carne bovina acreana, consolidando a presença do estado em mercados do Oriente Médio e fortalecendo sua inserção internacional.

O relatório também aponta mudanças na logística de transporte. A participação da via rodoviária nas exportações aumentou de 2,2% em 2010 para 27,6% em 2025, resultado associado à atuação da Receita Federal em Assis Brasil e à utilização de rotas terrestres até o Oceano Pacífico. A possibilidade de acesso ao porto de Chancay, no Peru, é considerada um fator que pode ampliar o alcance das exportações acreanas para mercados asiáticos e norte-americanos.

Apesar do crescimento, o relatório aponta desafios estruturais que afetam a competitividade das exportações, incluindo as condições das rodovias BR-364 e BR-317, a necessidade de melhorias nas estruturas aduaneiras e a importância de obras como o Anel Viário de Brasileia e a ferrovia de integração com o Pacífico. O documento indica que o superávit comercial de US$ 93,72 milhões em 2025 demonstra a capacidade de expansão da economia acreana, condicionada à continuidade de investimentos em infraestrutura e logística.

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Economia e Empreender

Artigo de Décio Lima aponta Carnaval como motor de renda e fortalecimento dos pequenos negócios no Brasil

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O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Décio Lima, afirmou que o Carnaval exerce papel central na geração de renda e no fortalecimento do empreendedorismo no Brasil, ao ampliar oportunidades de trabalho e movimentar milhões de pequenos negócios em todo o país. Em artigo publicado nesta semana, ele destacou que a festa ultrapassa o campo cultural e se consolida como um dos principais períodos de dinamização econômica, especialmente para micro e pequenos empreendedores.

Segundo Décio Lima, o Carnaval representa, para muitos trabalhadores e empreendedores, uma oportunidade concreta de ampliar o faturamento e garantir recursos para manter suas atividades ao longo do ano. “Para muitos brasileiros, o Carnaval representa mais do que festa, é complemento de renda. É o momento de colocar o negócio para girar, vender mais, ampliar serviços e garantir um fôlego financeiro importante para o início do ano”, escreveu o presidente do Sebrae.

O dirigente destacou que o impacto econômico da festa é resultado da mobilização de diferentes setores produtivos, que incluem comércio de vestuário e acessórios, alimentação, transporte e hospedagem. Levantamento do Sebrae, com base em dados da Receita Federal, aponta que cerca de 12% dos pequenos negócios do país, o equivalente a aproximadamente 2,9 milhões de empreendimentos, estão diretamente ligados às atividades relacionadas ao Carnaval, evidenciando a relevância da festa na estrutura econômica nacional.

No artigo, Décio Lima também ressaltou que a movimentação gerada pelo Carnaval contribui para a criação de empregos e para a inclusão produtiva. Estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indica que o período deve gerar 39,2 mil vagas temporárias em todo o Brasil, com possibilidade de efetivação de parte desses trabalhadores após o encerramento das festividades. Esse processo, segundo ele, reforça a capacidade dos pequenos negócios de responder rapidamente às oportunidades econômicas e gerar emprego nas comunidades onde atuam.

Décio Lima afirmou ainda que o Carnaval representa um patrimônio cultural e econômico, ao conectar tradição popular e atividade produtiva. Para ele, o período demonstra a capacidade de trabalhadores e empreendedores de transformar cultura em fonte de renda e sustento. “O Carnaval é patrimônio cultural reconhecido internacionalmente. Mas é também patrimônio econômico e social do nosso povo. Ele potencializa o ecossistema de pequenos negócios, fortalece o empreendedorismo e reafirma que desenvolvimento e cultura caminham juntos”, escreveu.

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O presidente do Sebrae concluiu que a festa tem papel estratégico na economia brasileira, ao estimular a circulação de recursos, ampliar oportunidades e fortalecer negócios de pequeno porte, que representam parte significativa da geração de emprego e renda no país.

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Tendência