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Assessoria

Complexo Industrial do Café de Mâncio Lima segue com obras avançadas

A obra foi iniciada dia 27 de janeiro deste ano e tem previsão de conclusão para setembro de 2024

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O Complexo Industrial do Café de Mâncio Lima, equipamento que está sendo construído no Ramal do Café no município mais ocidental do Brasil, está com as obras avançadas, sua execução já ultrapassa 60%. A obra foi iniciada dia 27 de janeiro deste ano e tem previsão de conclusão para setembro de 2024. A iniciativa é uma realização da Cooperativa dos Cafeicultores do Vale do Juruá (Coopercafé), em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

No último sábado (20), a Coopercafé e a ABDI realizaram um dia de campo que teve como objetivo apresentar os novos equipamentos e máquinas que serão utilizados no Complexo Industrial do Café e apresentar técnicas de cultivo, a atividade reuniu produtores de café de Mâncio Lima e regiões próximas do Vale do Juruá.

O Complexo Industrial do Café, cuja construção foi dividida em três etapas, já recebeu mais de R$ 6 milhões em investimentos. A primeira etapa focou na construção de um galpão de 1.000m². A segunda etapa, contempla a instalação de equipamentos para a usina de beneficiamento do café, com investimento de R$ 3,5 milhões, cujos recursos foram aportados pela ABDI. A última fase contemplará a construção de uma Usina Solar Fotovoltaica, com investimento de R$ 740 mil, que será feito pela Coopercafé.

Jonas Lima – Presidente da Coopercafé

O presidente da Coopercafé, Jonas Lima, expressou sua emoção durante o evento: “Meu Deus, vocês não sabem nem o que está passando dentro do meu coração hoje. Depois do dia 27 de janeiro, quando lançamos a pedra fundamental dessa obra e hoje está já no ponto em que ela está. Hoje nós estamos aqui para apresentar para a população, para o pessoal da cultura do café, equipamentos. Tem uma colhedora, três secadores, uma máquina para descascar de alta tecnologia e temos mais os equipamentos que estão chegando até daqui a uns 35 dias, que vão completar este complexo de secar de café”, disse.

O analista da ABDI, Eduardo Tosta, que representou a diretora Perpétua Almeida no evento, destacou o progresso rápido da construção. “Há nove meses, fizemos uma primeira reunião de apresentação do projeto. Hoje, já estamos aqui com a primeira etapa com 63% concluída. Foi um investimento de mais de R$ 6 milhões da ABDI, já preparando a estrutura física para receber os equipamentos”, explicou.

Edvaldo Magalhães – Deputado estadual / PCdoB

Para Edvaldo Magalhães, deputado Estadual que compõe a Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo na Aleac (Frencoop), um ponto que se destaca é a eficiência do projeto. “Hoje nós estamos presenciando o projeto que foi concebido e estruturado de forma rápida, tomada uma decisão também rápida e na confiança da organização dos trabalhadores que foi a Coopercafé. É uma demonstração de que quando você tem uma organização séria, estruturada, que leva a sério a sua missão, você encontra parceiros”, pontuou.

Valdemiro Rocha – Presidente do Sistema OCB Acre

De seu lado, o presidente do Sistema OCB/Sescoop no Acre, Valdemiro Rocha, refletiu sobre o impacto da Coopercafé, apontando que “os cooperados têm se esforçado para fazer duas coisas: produzir café com a máxima qualidade usando o melhor que tem em termos de tecnologia de cultivo da lavoura do café e primar pela boa governança”. Rocha traz também a importância do apoio e iniciativa da ex-deputada Federal Perpétua Almeida e diretora da ABDI para este projeto. “Faço questão de destacar o papel da diretora Perpétua Almeida, que tem se esforçado ao máximo para aportar investimentos aqui na planta agroindustrial da Coopercafé, para que toda a produção do café aqui da região possa ser beneficiada”, afirmou.

Perpétua também foi destacada por Jonas Lima, como um dos pilares para que esta iniciativa esteja tendo êxito. “Esse projeto só aconteceu porque teve uma decisão da ex-deputada Perpétua Almeida. Uma decisão dela, trazer esse projeto para o Acre e trazer para esse ponto aqui do Vale do Juruá que está instalado em Mâncio Lima”, declara. O presidente da Coopercafé fez questão de falar sobre a parceria com o Sistema OCB/Sescoop. “Quero agradecer também à nossa cooperativa e à OCB Sescoop. O primeiro passo foi a OCB nos dar o apoio desde o primeiro dia, desde o primeiro curso para essa cooperativa. E hoje você está vendo aqui, esta organização está num ponto tão bonito, tão lindo, que as pessoas estão vindo aqui conhecer”, disse Jonas Lima.

Complexo Industrial do Café de Mâncio Lima

O projeto, que iniciou em janeiro de 2024, já está com 63% das obras concluídas e espera-se que o complexo esteja totalmente operacional até setembro de 2024, visando transformar a produção local de café e fortalecer a economia rural familiar da região do Juruá.

Coopercafé

A Coopercafé foi fundada em 2021, atualmente a cooperativa tem 110 cooperados e já tem 1 milhão e 800 mil pés de café plantados, em 549 hectare de terra.

A previsão de colheita do café em 2025 é de 43 mil sacas de café de 60 quilos, que serão beneficiados nesta indústria.

Isso deve movimentar mais de 30 milhões de reais na economia local no próximo ano.

Texto: Arison Jardim e Andréia Oliveira Fotos: Arison Jardim.

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Servidores ambientais federais aprovam greve em 17 estados e no DF

Paralisação vai começar no dia 24 de junho em nove estados

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Em negociação há cerca de seis meses com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sem avanços, os servidores federais ambientais decidiram pela greve em 17 estados e no Distrito Federal. Representados pela Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema Nacional), os funcionários públicos estão vinculados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e ao Serviço Florestal Brasileiro. 

As assembleias que aprovaram a paralisação, por tempo indeterminado, a partir do dia 24 de junho, ocorreram em nove estados: Acre, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Tocantins. Em outras oito unidades da Federação, que incluem Distrito Federal, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a greve foi aprovada para começar no dia 1º de julho. O único estado que, até o momento, não aderiu à greve foi o Ceará, que rejeitou a paralisação em assembleia. Os demais estados (Amapá, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Sergipe) vão realizar assembleias nos próximos dias, o que deve ampliar a mobilização.

Os servidores da área ambiental já estavam com atividades de fiscalização e licenciamento, e outras operações de campo, suspensas desde janeiro, mas a greve nacional deve estender a paralisação para todas as áreas, inclusive os serviços administrativos. De acordo com representantes da categoria, apesar da primeira proposta de reestruturação da carreira ter sido apresentada em outubro do ano passado, a primeira reunião com o MGI ocorreu em 1º de fevereiro. De lá pra cá, houve negociações que esbarraram em uma última contraproposta apresentada pelo governo federal, em abril, encerrando os prazos para negociação.

“Essa proposta de abril foi rechaçada por unanimidade pelas assembleias, isso foi comunicado ao governo e estávamos aguardando essa resposta, no dia 7 de junho, que reafirmou uma proposta rejeitada. Desde então, nós tivemos uma escalada do movimento, com indicativos de greves em diversos estados. Esse movimento vai agravar a situação dos serviços prestados por esses órgãos, prejudicando as metas ambientais e compromissos internacionais assumidos pelo país, algo que não é desejado por nenhuma das partes deste processo, mas que é responsabilidade do governo resolver”, aponta Cleberson Zavaski, presidente da Ascema Nacional.

“Vale lembrar que nossa reivindicação não traz impacto orçamentário em 2024 e nem prioriza o reajuste salarial. A gente reivindica uma reestruturação de carreira, com diminuição do fosso entre cargos intermediários e de nível superior, criação da gratificação de atividade de risco e a incorporação do servidores ambientais na Lei de Fronteiras, que já prevê indenizações para atuação em áreas estratégicas, como acontece com carreiras do Ministério da Agricultura, Receita Federal e polícias, por exemplo”, acrescentou.

Em nota à Agência Brasil, o Ministério da Gestão informou “que aguarda resposta formal à última proposta feita pelo governo na Mesa de Negociação, que prevê reajustes de 19% a 30% para a categoria”, e que “segue aberto ao diálogo com os servidores do meio ambiente e de todas as outras áreas da Administração Pública Federal”. A resposta formal, segundo a Ascema Nacional, já havia sido enviada na tarde desta terça-feira (18).

Impactos

Segundo Cleberson Zavaski, a paralisação dos servidores do Ibama, desde o início do ano, derrubou em 80% as operações de fiscalização de proteção da Amazônia, que depende de viagens de servidores, que não estão indo à campo. No restante do país, a queda ficou em torno de 60%, com grande parte do efetivo priorizando o trabalho no escritórios.

O represamento das fiscalizações afeta, desde fevereiro, a importação de veículos. Pela legislação, todos os veículos automotores que entram no Brasil, incluindo carros, motocicletas e tratores, dependem de autorização ambiental. “Antes, o prazo corria de uma semana a 15 dias. Agora, tem se levado de 40 a 50 dias de atraso, o que tem causado cancelamento de pedidos, segundo algumas empresas”, afirma Zavaski.

O andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que dependem de licenciamento ambiental, também está paralisado por conta da mobilização dos servidores ambientais, informou o presidente da Ascema Nacional.

Outro impacto do movimento dos servidores ambientais pode ser dar no aumento dos incêndios florestais, já que as operações de brigadas e de combate ao fogo no Pantanal, Cerrado e Amazônia não estão normalizadas. No início do mês, em protesto contra o pouco avanço das negociações, cerca de 1,3 mil entregaram cargos de chefia, coordenações de unidades e de equipes de campo, segundo a Ascema.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília 
Foto: Divulgação/IBAMA

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Encontro de Convivência do Grupo Social Idosos do Sesc – Especial Junho Violeta

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O Serviço Social do Comércio no Acre – Sesc no Acre, a Defensoria Pública e a Prefeitura de Rio Branco realizam o “Encontro de Convivência do Grupo Social Idosos do Sesc – Especial Junho Violeta”, um evento dedicado à conscientização e prevenção da violência contra a pessoa idosa. O encontro será realizado na quarta-feira, 19, às 14h, no auditório da Fecomércio no Bosque.

Frente à declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa, o mês de junho foi instituído como o Mês de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.

Assim, “Junho Violeta” surge com o objetivo de despertar a sociedade para a conscientização e prevenção da violência às pessoas dessa faixa etária, para coibir, reduzir e amenizar o seu sofrimento com ações que atendam os seus anseios e necessidades.

O Sesc no Acre realiza o atendimento à pessoa idosa desde 1982 e no decorrer de todos esses anos vem inovando os serviços ofertados nos grupos de Trabalho Social, com ações que contribuem para a prática reflexiva e o estímulo à participação social, resultando na melhoria da qualidade de vida, na promoção do bem-estar dessas pessoas idosas.

Programação

Abertura Oficial: Boas-vindas e apresentação do tema Junho Violeta, com participação especial de representantes do Sesc e da Defensoria Pública.

Palestra Conscientizadora: Especialistas em geriatria, direitos humanos e defensores públicos abordarão a prevenção da violência contra a pessoa idosa.

Roda de Conversa: sobre violência institucional contra a pessoa idosa

Exposição :Trabalhos produzidos pelos idosos da oficina de habilidades manuais do Sesc.

Atendimento Jurídico: Orientação sobre direitos e proteção contra abusos.

Atendimento em Saúde: Vacinas e aferição de pressão

Serviço:

Evento: Encontro de Convivência do Grupo Social Idosos do Sesc – Especial junho Violeta

Data: 19 de junho

Local: Auditório da Fecomércio (Sesc Bosque)

Horário: 14h

Realização:  Sesc, Defensoria e Prefeitura

Departamento de Comunicação do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac

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Desembargadora Eva representa TJAC e desembargadora Waldirene é condecorada em solenidade alusiva aos 62 anos do Estado

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A decana da Corte acreana participou representando a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Regina Ferrari, na solenidade que também condecorou a desembargadora Waldirene Cordeiro, com a insígnia da Ordem da Estrela do Acre

Na tarde deste sábado, 15 de junho, o Executivo estadual realizou a tradicional solenidade de celebração alusiva a data em que o Acre deixou de ser território federal para se tornar estado conquistando, sua autonomia política e administrativa. 

A mesma data que marca os 62 anos de Estado do Acre, também marca os 61 anos de instalação do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC). Em 1962, o presidente do Brasil, João Goulart, assinava em Brasília a lei criada pelo deputado federal, Guiomard dos Santos, que elevava o então território federal do Acre à categoria de estado. 

O Judiciário acreano foi representado na solenidade pela decana da Corte, a desembargadora Eva Evangelista, que representou a presidente do tribunal, desembargadora Regina Ferrari. Participaram também, o desembargador Junior Alberto, enquanto presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), e a desembargadora Waldirene Cordeiro que foi uma das pessoas a receber honraria.

Desembargadora Eva Evangelista representa o Judiciário acreano na solenidade, ao lado de autoridades no dispositivo de honra.

Com representantes dos três Poderes e demais instituições, a solenidade realizada no Calçadão da Gameleira, iniciou com as honras militares da Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC) e do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), seguida da troca e hasteamento da bandeira acreana. Em seguida, o governador Gladson Cameli iniciou a condecoração da Ordem da Estrela do Acre.

A condecoração tem como objetivo reconhecer e premiar pessoas físicas que prestaram serviços notáveis ao estado ou que possuem méritos excepcionais. A desembargadora Waldirene Cordeiro foi condecorada com a insígnia no Grau Grande Oficial, por seus relevantes serviços prestado ao Acre em sua atuação na Justiça acreana. 

Desembargadora Recebe Honraria e Relembra Trajetória de Vida

Em seu agradecimento, a desembargadora expressou sua gratidão, relembrando sua trajetória de vida. “Muita alegria por viver esse momento. Eu, que sou egressa do Segundo Distrito, do meu principado da 6 de Agosto, estar aqui hoje, nesta tarde maravilhosa, a receber a honraria de suas mãos, governador. Agradeço em nome de todas e todos da minha casa, o Judiciário acreano”. 

Governador Gladson Cameli destaca a resiliência do povo acreano: “Mesmo quando tem pouco, sabe doar muito”.

O governador Gladson Cameli, ressaltou e seu discurso a história de luta e resiliência do estado acreano. “O hino também fala sobre nós. Sobre o que cada acreano traz dentro de si. O primeiro valor é a nobreza de um coração que acolhe, respeita e partilha. Somos um povo que recebe de braços abertos, convive e aprende com as diferenças e mesmo quando tem pouco, sabe doar muito”.

Texto: Andréa Zílio / Foto: Elisson Magalhães | Comunicação TJAC

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