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Cultura

Liga de Quadrilhas encerra 5º Seminário do Movimento Junino com avanços na atualização do Estatuto e Regimento Interno da entidade

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A Liga de Quadrilhas Juninas do Acre (Liquajac) concluiu no último sábado, 30 de novembro, a 5ª edição do Seminário do Movimento Junino, realizado em Rio Branco. O evento, que teve início no dia 25 de outubro, reuniu quadrilheiros, dirigentes de grupos juninos e a sociedade civil para discutir e aprovar mudanças no Estatuto Social e no Regimento Interno da Entidade.

Durante o evento, realizado em formato híbrido, foram promovidas reuniões online e plenárias presenciais, nas quais os participantes apresentaram propostas para atualizar os documentos que regem a organização do movimento junino no estado. As escutas virtuais, realizadas nos dias 5 e 12 de novembro, garantiram ampla participação popular.

Na plenária final, que ocorreu no auditório da escola José Ribamar Batista (EJORB), o público discutiu as propostas apresentadas e participou de uma palestra com Claudeci Martins, artista, fundador e marcador da quadrilha junina Pimba, do Distrito Federal (DF).

Ao final do evento, a Assembleia Geral aprovou as alterações sugeridas no Estatuto e no Regimento Interno da Liquajac. As mudanças foram consideradas fundamentais para fortalecer a organização e a representatividade do movimento junino acreano. Outros apontamentos serão discutidos em nova assembleia, que ainda será marcada.

A presidente da Liquajac, Lene Santos, comemorou o resultado. “Encerramos este seminário com propostas significativas que refletem os desafios e as necessidades do nosso movimento. A participação ativa dos quadrilheiros e da sociedade civil é essencial para que essas mudanças sejam representativas e inclusivas. A Liquajac, segue empenhada em garantir que os grupos juninos do estado tenham um futuro mais estruturado, valorizado e representativo, contribuindo para o enriquecimento da cultura popular no Acre”, destacou Lene Santos.

Financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, por meio do Edital 12/2023, o seminário foi realizado pelo Movimento Junino do Acre, através da Liquajac, em parceria com a Fundação Elias Mansour (FEM) e Secretaria de Estado de Educação (SEE).

Por Carina Menezes

Cultura

Filme O Agente Secreto e Wagner Moura são indicados ao Globo de Ouro 2026

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O filme brasileiro O Agente Secreto foi indicado ao Globo de Ouro 2026 em três categorias — Melhor Filme de Drama, Melhor Filme de Língua Não-Inglesa e Melhor Ator para Wagner Moura — conforme anúncio divulgado nesta segunda-feira, 8 de dezembro de 2025, em São Paulo, colocando o cinema brasileiro novamente entre os destaques da principal premiação da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood.

Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa chega à temporada internacional de prêmios após circulação por festivais ao longo de 2025 e agora passa a disputar espaço com produções de vários países. Na categoria de Melhor Filme de Drama, concorre com Frankenstein, Hamnet: A Vida de Hamlet, It Was Just An Accident, Valor Sentimental e Pecadores. Já na disputa por Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, enfrenta títulos da França, Coreia do Sul, Noruega, Espanha e Tunísia, em um cenário de ampla diversidade de cinematografias.

A indicação de Wagner Moura ao prêmio de Melhor Ator o coloca ao lado de Joe Edgerton (Train Dreams), Oscar Isaac (Frankenstein), Dwayne Johnson (The Smashing Machine), Michael B. Jordan (Sinners) e Jeremy Allen White (Springsteen: Salve-me do Desconhecido). O reconhecimento marca mais um momento de projeção internacional do ator brasileiro, que protagoniza a produção nacional em sua estreia no circuito do Globo de Ouro nesta categoria.

As indicações de 2026 ocorrem meses após a premiação de Fernanda Torres, que venceu o Globo de Ouro 2025 como Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação em Ainda Estou Aqui, ampliando a presença do Brasil nas principais disputas da cerimônia. A expectativa do setor audiovisual é de que o desempenho de O Agente Secreto no Globo de Ouro influencie sua trajetória na temporada de prêmios do próximo ano, incluindo a corrida ao Oscar, já mencionada por analistas do mercado internacional.

Fonte: Agência Brasil

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Cultura

IV Vivência da Sitoakore reúne mulheres indígenas em evento cultural em Rio Branco

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A Organização das Mulheres Indígenas do Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia, Sitoakore, realiza no dia 13 de dezembro de 2025, das 9h às 17h, a IV Vivência Cultural da Sitoakore, na Casa da Cultura da Gameleira, em Rio Branco, com entrada gratuita e aberta ao público, como parte do encerramento das atividades do ano da entidade. O evento é financiado pela Fundação Garibaldi Brasil, por meio da Lei Aldir Blanc, do Governo Federal, e tem coordenação de Xiú Shanenawa.

A vivência reúne mulheres de diferentes povos indígenas que vivem em contexto urbano e propõe o compartilhamento de práticas tradicionais ligadas à cultura, espiritualidade e modos de vida. Ao longo do dia, o público poderá participar de atividades como pintura corporal com kenes, feira de artesanato, brincadeiras tradicionais para crianças, cantos, danças, banhos e defumações, além de apresentações musicais com artistas indígenas e um banquete de culinária indígena. Também estão previstas as palestras “Mulheres Indígenas em Contexto Urbano”, com Xiú Shanenawa, e “O fazer tradicional das parteiras indígenas”, com Maristela Shanenawa. A expectativa da organização é receber cerca de 200 pessoas, entre indígenas e não indígenas.

Criada a partir da articulação de mulheres indígenas de diferentes territórios, a Sitoakore atua na formação política, cultural e ambiental, tanto em aldeias quanto em áreas urbanas. Nos últimos anos, a entidade executou projetos voltados à escuta, formação de lideranças e debate sobre territórios, clima e políticas públicas. Entre as ações realizadas estão o projeto Raízes da Mudança – Mulheres Indígenas Moldando o Amanhã, em parceria com o FILAC, voltado à escuta de mulheres em comunidades, e o Raízes da Mudança – Mulheres Indígenas na Defesa do Clima e dos Territórios, com apoio do Fundo Podály, Conservação Internacional, CIMI e DSEI, que promoveu debates sobre legislação, acesso a políticas públicas e justiça climática. Em parceria com a Funai, a Sitoakore coordenou o programa Fortalecendo Mulheres Indígenas como Líderes Climáticas, com foco na atuação de mulheres na implementação do PNAGTI, além de ações de formação com apoio da Sesai, Sepi e DSEI em 2024. De acordo com a coordenação, a IV Vivência integra esse conjunto de iniciativas ao reunir cultura, formação e intercâmbio entre povos no contexto urbano.

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Cultura

‘Fórum das Amazônias: Linguagens e Identidades’ promove confluência de vozes e saberes no Acre

Com uma programação rica e diversificada, o Fórum das Amazônias acontece no Centro de Convivência da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, das 14h às 19h30, e está sendo organizado para reunir o ecossistema cultural amazônico, incluindo artistas, pesquisadores, escritores, comunicadores, lideranças indígenas, mestres da cultura, produtores culturais, gestores e demais agentes que constroem e fortalecem a diversidade cultural da Amazônia.

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A capital acreana sedia no próximo dia 11 de dezembro o Fórum Das Amazônias: Linguagens e Identidades – Cultura em Movimento Criativo. O evento, realizado pelo Comitê de Cultura do Acre, marca o encerramento das ações promovidas pelo comitê em 2025, que se consolida como um espaço fundamental para a reflexão estratégica da vida cultural no estado.

“Linguagens e Identidades” é o terceiro fórum de cultura promovido pelo Comitê, que em novembro de 2024 realizou no território indígena Puyanawa (Mâncio Lima) o Fórum Cultura do Vale e, em março deste ano, consolidou o Fórum Cultura do Vale Acre Purus.

Com uma programação rica e diversificada, o Fórum das Amazônias acontece no Centro de Convivência da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, das 14h às 19h30, e está sendo organizado para reunir o ecossistema cultural amazônico, incluindo artistas, pesquisadores, escritores, comunicadores, lideranças indígenas, mestres da cultura, produtores culturais, gestores e demais agentes que constroem e fortalecem a diversidade cultural da Amazônia.

O encontro visa refletir sobre os caminhos percorridos, celebrar conquistas, ampliar diálogos e, crucialmente, projetar novas possibilidades para 2026. A essência do evento é destacar a riqueza das linguagens e identidades que formam as Amazônias, movimentando a cultura de forma criativa, plural e viva.

Claudia Toledo, coordenação do Comitê de Cultura do Acre, reforça que a presença dos diversos agentes é essencial para fortalecer a rede cultural e enriquecer as discussões sobre cultura, território e identidade.

“Fico muito feliz de poder encontrar com as pessoas, sentarmo-nos numa grande roda de conversa, na qual, com certeza, vão sair muitos desabafos, muitas trocas de energia e de carinho, de afeto e de experiências, vivências, saberes e fazeres. O fórum vem para isso, para nos fortalecer, agregando nove municípios das regionais do Alto Acre, Baixo Acre e Purus. A proposta é discutir esse empreendedorismo cultural dos territórios, das pessoas que trabalham com arte e cultura. Como sobreviver nesse meio? Como ressurgir? Como ressignificar as coisas e continuar mantendo cultura e arte vivas em todos os territórios?”, salienta Claudia.

Programação

A programação do Fórum das Amazônias será estruturada em dois momentos centrais de debate, além de apresentações artísticas:

1. Painel de Abertura: Linguagens e Identidades: Cultura em Movimento Criativo

O tema central aponta para a força dinâmica da Amazônia como território vivo de múltiplas expressões, saberes e modos de existir. O conceito de “Linguagens” abrange não apenas os idiomas, mas as formas de narrar, cantar, escrever, representar, cultivar e vivenciar o mundo — incluindo linguagens corporais, espirituais, artísticas, científicas, tradicionais, urbanas e ancestrais.

“Identidades” aborda as trajetórias individuais e coletivas que emergem desse mosaico diverso, como identidades indígenas, ribeirinhas, negras, periféricas, acadêmicas, artísticas e comunitárias, todas em constante transformação. Já “Cultura em Movimento Criativo” revela a capacidade desse território de reinventar-se, produzir novos sentidos e fortalecer memórias.

O painel contará com a participação de convidados de notório saber e experiência na região:

  • Karla Martins: Contadora de histórias.
  • Raquel Ishii: Doutora em Letras: Linguagem e Identidade pela UFAC (2023) e Professora Adjunta no Curso de Letras/Inglês da UFAC.
  • Toinho Alves: Jornalista e escritor.
  • Francisco Puyanawá: Mestre da medicina da floresta.
  • Claudia Toledo – coordenadora geral e pedagógica do Comitê de Cultura do Acre

2. Roda de Conversa: Autogestão em Linguagens e Identidades

O segundo momento promoverá um diálogo vivo e horizontal sobre como as práticas de autogestão fortalecem identidades, dinamizam as linguagens artísticas e ampliam a autonomia e a sustentabilidade das iniciativas criativas na Amazônia, envolvendo artistas, coletivos, mestres tradicionais e organizações culturais.

Participam do bate-papo: a presidente da Federação de Teatro do Acre (Fetac), Brenn Souza, a produtora e cineasta Isa Amsterdam, a presidente da Organização das Mulheres Indígenas do Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia (Sitoakore), Xiú Shanenawá, a socióloga Jayce Brasil, artista de Hip Hop Mag Da Lina e o Movimento de Artistas Huni Kuin (Mahku).

Realização

O evento contará ainda com diversas apresentações artísticas que incluem poesia, slam e música, destacando a participação de artistas indígenas. O projeto é uma realização do Comitê de Cultura do Acre, com financiamento do Governo Federal, por meio do Programa Nacional dos Comitês de Cultua (PNCC), e conta com o apoio da Universidade Federal do Acre (Ufac) e da Semana Varadouro, promovida pela Eita Pau Produções.

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