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Política

Prefeito Zequinha Lima anuncia investimentos e celebra conquistas, olhando para o futuro

Quase R$70 milhões em investimentos abrangem diversas áreas para impulsionar o desenvolvimento em várias frentes

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O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, após celebrar os números, avanços e conquistas dos últimos 3 anos, apresentou um conjunto de ações para o ano de 2024. Entre essas medidas estão pavimentação urbana, aprimoramento no abastecimento de água, implementação de um programa habitacional e a continuação da fase dois do complexo. Zequinha Lima falou que sua sensação é estar no primeiro dia do mandato, mostrando-se inspirado, motivado e pronto para seguir adiante. Ele reforçou o compromisso com a comunidade, prometendo manter a união e renovar o compromisso com os cidadãos.

“Vamos seguir firmes com união e renovando o compromisso como nossa gente”

Diversos projetos, com os planos concluídos, englobam setores fundamentais para a cidade, abrangendo aspectos como infraestrutura urbana, saúde, educação, esportes, cultura, saneamento básico, assistência social e outras áreas cruciais para o avanço do município.

“O entusiasmo do primeiro dia continua! Estou inspirado e motivado para seguir em frente com vocês.” Zequinha Lima / Foto: Assecom

O prefeito Zequinha Lima demonstrou grande entusiasmo e determinação com relação ao futuro de Cruzeiro do Sul, ao anunciar investimentos aproximados de R$ 70 milhões voltados para uma série de obras planejadas para o ano de 2024.

Confira os projetos por áreas e investimentos anunciados:

Infraestrutura Urbana:
Pavimentação de Ruas (Av. Copacabana)
Adequação de Estradas Vicinais (Ramais)
Revitalização Estádio Cruzeirão
Revitalização do Morro da Glória
Construção de Quadras de Areia/Complexo Esportivo
Revitalização de Espaços Esportivos
Construção do Acesso e Rampa do Polo Naval
Reforma das Pensões e Barbearias do Mercado Rosemiro Alves
Revitalização da Vila Olímpica


Educação:
Creche Pré-Escolar Aeroporto Velho
Revitalização e Ampliação do CRAS
Construção do Coreto da Praça Orleir Cameli
Reforma e Ampliação do CEANOM
Construção de Quiosques do Igarapé Preto/Pequenos Empreendedores


Saúde:
Construção do CER
Unidade de Acolhimento Betel
Construção UBS Cumaru
UBS Reforma Zinho Santos
Construção UBS BR 307
Construção Centro Multiuso Nossa Senhora das Graças
Construção Centro de Multiuso Comunidade Santa Luzia


Saneamento Básico e Outros:
Sistema de Abastecimento de Água
Kits Sanitários
Implantação de Sistema de Energia Solar para Comunidades Rurais
Minha Casa Minha Vida (100 Casas Populares)


Projetos em Execução:
Iluminação Pública (1978 pontos de LED e ampliação)
Construção Prédio Público – Casa do Agricultor


A Prefeitura para encerrar o terceiro ano, lançou uma nova campanha para informar a população e celebrar as vitórias alcançadas e olhando para o futuro. Nessa campanha, destacam-se as conquistas que beneficiaram a cidade, como melhorias em ruas, ramais, avanços na saúde, educação e cultura.

Política

Nicolau Júnior acompanha decreto que cria Faculdade Estadual do Acre e prevê vestibular em novembro

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O presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado estadual Nicolau Júnior, participou na manhã desta quinta-feira (26) da assinatura do decreto que oficializou a criação da Faculdade Estadual do Acre (FEAC), em Rio Branco, e classificou a medida como um marco para ampliar o acesso ao ensino superior público e gratuito no estado.

Durante o ato, Nicolau afirmou que a nova instituição abre espaço para mais oportunidades a jovens acreanos e relacionou o avanço à atuação conjunta entre os poderes. “Esse é um momento muito importante para o nosso estado. A criação da Faculdade Estadual representa mais oportunidades para a nossa juventude e mostra que, quando os poderes trabalham em harmonia, quem ganha é a população”, disse.

A FEAC terá investimento aproximado de R$ 30 milhões e ficará sediada na Cidade do Povo, na capital. A gestão da faculdade será de responsabilidade do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec).

A previsão divulgada é de que o primeiro vestibular ocorra em novembro deste ano, com oferta inicial de vagas para três cursos de graduação. As inscrições devem ser gratuitas, com a proposta de reduzir barreiras de acesso ao processo seletivo.

No evento, o governador Gladson Cameli afirmou que a criação da FEAC fazia parte de compromissos assumidos ainda na primeira campanha e associou o projeto à agenda de inclusão e redução de desigualdades. “Estamos garantindo que mais jovens tenham a chance de ingressar no ensino superior sem barreiras financeiras. Isso transforma vidas e fortalece o futuro do nosso estado”, declarou.

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Política

Bocalom assume comando do PSDB em Rio Branco e oficializa renúncia para abrir pré-campanha ao governo do Acre

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, avançou nesta quinta-feira, 26 de março, em duas frentes que conectam sua reorganização partidária e a pré-candidatura ao governo do Acre: anunciou a nova executiva municipal do PSDB na capital, com ele na presidência, e formalizou a renúncia ao cargo de prefeito, com efeito a partir de 3 de abril, para cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pela legislação eleitoral.

No início do dia, Bocalom comunicou que a Justiça Eleitoral registrou uma executiva municipal provisória do PSDB em Rio Branco, válida de 24 de março a 7 de dezembro de 2026. Na publicação, afirmou que o grupo deu “um passo importante” e disse que a sigla seguirá “alinhada e pronta para avançar ainda mais”, citando “trabalho, seriedade e compromisso com o povo” como linha de atuação.

A movimentação partidária foi seguida pelo gesto administrativo que abre o caminho para a pré-campanha. A carta de renúncia foi entregue à Câmara Municipal e protocolada para leitura em plenário. No documento, Bocalom informou que deixa o cargo a partir de 3 de abril e mencionou o cumprimento de normas eleitorais e administrativas que tratam do afastamento para quem pretende disputar outra função no Executivo.

O texto da renúncia buscou dar tom político à decisão. Bocalom escreveu que o passo veio após “muita reflexão”, falou em “dever a cumprir com o Estado do Acre” e descreveu um “novo chamado”, afirmando que não poderia “ignorar uma missão”, que chamou de “ESPERANÇA”.

Com a renúncia marcada para 3 de abril, a Prefeitura de Rio Branco deve ser assumida pelo vice, Alysson Bestene. A troca muda o eixo da administração municipal e tende a liberar Bocalom para intensificar viagens e articulações fora da capital, em busca de apoio político e estrutura partidária para 2026, com efeito direto no desenho das alianças e na reorganização dos palanques no estado.

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Direitos Humanos

Senado aprova projeto que tipifica misoginia como crime e texto segue para a Câmara

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O Senado aprovou nesta semana o Projeto de Lei 896/2023, que enquadra atos motivados por misoginia — ódio ou aversão a mulheres — como crime de discriminação e preconceito, com a inclusão desse tipo de conduta na Lei 7.716/1989, que hoje trata de crimes resultantes de preconceito, entre outros pontos. A proposta foi aprovada em plenário em 24 de março de 2026 e encaminhada à Câmara dos Deputados no dia 25.

O texto chega ao Congresso em um cenário de pressão por respostas legais ao avanço de ataques contra mulheres nas redes sociais e no debate público, onde discursos de desqualificação e incitação ao ódio têm sido apontados por parlamentares e movimentos como combustível para agressões fora do ambiente digital. Na tramitação, o projeto foi apresentado como forma de preencher lacunas para punir com mais clareza manifestações de ódio contra mulheres e a incitação a esse tipo de violência, incluindo casos de injúria e estímulo público à hostilidade.

A aprovação também reabre a discussão sobre limites entre liberdade de expressão e crimes de ódio. No Senado, a relatora em etapa recente da análise, a senadora Augusta Brito, defendeu que “misoginia não é opinião. É crime!”, ao sustentar que a mudança amplia instrumentos para conter a violência de gênero. A vereadora Fernanda Curti, que relata episódios de violência política de gênero em Guarulhos (SP), disse que a ausência de tipificação favorece a naturalização de ataques e que a lei tende a alterar o ambiente institucional ao criar risco real de responsabilização.

A proposta se conecta a um conjunto de normas aprovadas nos últimos anos para enfrentar diferentes formas de violência contra mulheres. Em 2021, a Lei 14.192 estabeleceu regras para prevenir e combater a violência política contra a mulher, com reflexos no Código Eleitoral e na criminalização de condutas que busquem impedir ou restringir direitos políticos. Já a Lei 13.104, de 2015, incluiu o feminicídio no Código Penal como circunstância qualificadora do homicídio, marco que ampliou o enquadramento penal de assassinatos motivados por violência de gênero.

Dados recentes de segurança pública mantêm o tema no centro da agenda legislativa. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mais recente aponta recorde de vítimas de feminicídio no país e crescimento de tentativas, além de reiterar o padrão de crimes cometidos majoritariamente no ambiente doméstico e por parceiros ou ex-parceiros, em grande parte dos casos analisados. O recorte racial também aparece de forma recorrente, com parcela expressiva de vítimas negras nas estatísticas.

Agora, a tramitação na Câmara deve concentrar o embate político e jurídico sobre o alcance da tipificação, o que será considerado prova de motivação misógina e como o novo enquadramento pode ser aplicado em casos de ataques em massa na internet. Na prática, a eficácia dependerá de investigação, denúncia e julgamento, além da capacidade de autoridades e do sistema de Justiça de diferenciar crítica, ofensa individual e incitação ao ódio com base nas novas previsões legais. Se aprovado pelos deputados e sancionado, o texto pode ampliar o arsenal penal contra discursos que miram mulheres como grupo e fortalecer a responsabilização de autores e articuladores de ataques, inclusive em ambientes digitais.

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