Os cantores acreanos Brunno Damasceno, Neyzão do Cavaco e Anderson Liguth fazem o show ‘Trilogia do Samba’, que ocorre no próximo dia 10 de fevereiro, no Bar da Piscina da AABB, em Rio Branco.
Um dos organizadores, Raymerson Henrique, contou que o projeto teve início ainda em 2019. “O projeto Trilogia do Samba existe desde 2019, de uma conversa entre mim, e o empresário da banda que eu tocava que o é Thallys, hoje dono do Bar da Piscina da AABB. A ideia era unir os 3 grandes cantores de samba do estado que são: Neyzão do Cavaco, Anderson Lighut e Brunno Damasceno”.
O produtor disse que devido à pandemia de covid-19, o projeto inicial teve de ser alterado e bem mais reduzido. “Na primeira roupagem, o projeto era mais formal: com figurino, palco, banda maior, mas, devido a pandemia e alguns desencontros de agendas dos artistas o projeto teve que ser adiado, e com tudo se normalizando agora foi retomado e amadurecido”.
“O Trilogia do Samba agora acontece com formato de roda de samba assim como as grandes rodas que existe no Rio de Janeiro, com seus artistas no meio do público do jeito que a gente gosta, cantando clássicos do samba como: Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Dudu Nobre dentre outros. A ideia é trazer a Lapa e sua boemia para a noite acreana, ouvindo samba de qualidade, com os melhores sambistas do nosso Acre”, enfatizou.
Ao finalizar Henrique agradeceu aos parceiros que vieram para agregar no projeto. “Para que esse projeto saísse do papel e fosse executado com eficiência, a Jiquitaia Produções veio para agregar valor e qualidade, com equipamentos de última geração em som e imagem e uma equipe preparada para fazer do evento um grande sucesso. Sua equipe é composta por: Henrique Timbalada, Ramom Aquim, Eline Gois, Alexandre Barros e Camila Simão”.
O Trilogia do Samba ocorre no dia 10 de fevereiro, no Bar da Piscina da AABB a partir das 20h, ingressos e informações pelos número: (68) 99214-5468 (falar com Camila Simão) ou (68) 99226-8030 (falar com Eline Gois).
A JUPARÁ Restaurante recebe no dia 5 de junho o “Especial Pitty & Legião Urbana”, show interpretado pela Banda The Fisher e por Rodrigo Ephren que reúne clássicos de dois nomes centrais do rock brasileiro. A apresentação, realizada pela Eureka! Produções, terá mesas a R$ 200 para quatro pessoas e ingresso individual a R$ 50.
O repertório inclui músicas como “Admirável Chip Novo”, “Máscara”, “Tempo Perdido” e “Pais e Filhos”, em uma noite voltada ao público que acompanha a trajetória de Pitty e Legião Urbana. A proposta é reunir canções de diferentes fases do rock nacional em um mesmo palco, com foco em sucessos que seguem presentes no repertório afetivo de várias gerações.
Além do show, o público terá à disposição a estrutura da JUPARÁ Restaurante, com atendimento de gastronomia e espaço preparado para receber grupos de amigos, casais e fãs do gênero. A organização aposta em uma programação centrada na execução de faixas conhecidas do público do início ao fim da apresentação.
As informações e reservas podem ser feitas pelo WhatsApp (68) 98104-9710, com Rodrigo.
Cine Beira-Rio realiza sessão especial neste sábado na comunidade da Judia; confira
Após emocionar o público na Casa do Chico Monteiro nesta sexta-feira, projeto comunitário leva mostras de filmes acreanos e ações ambientais para nova comunidade ribeirinha.
O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Após a exibição realizada nesta sexta-feira, 15, na Casa do Chico Monteiro (no projeto Bela Vista), o projeto Cine Beira-Rio segue a todo vapor e desembarca para uma sessão especial neste sábado, 16 de maio.
O encontro de hoje acontece a partir das 17h30 na Casa de Farinha, localizada no Ramal Beira-Rio, na comunidade da Judia, em Rio Branco. Toda a comunidade e o público em geral estão convidados a prestigiar o evento, que une arte, lazer e conscientização.
Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.
Estrutura e programação na beira do rio
A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de uma hora e meia de projeções que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória, a identidade e o cotidiano da nossa gente.
A curadoria foi pensada para agradar a todas as idades, começando pela diversão das crianças com as animações “Sementes”, de Isabelle Amsterdam, e “Clarinha e o Boto”, de Enilson Amorim. Para o público geral, a mostra exibe os documentários “Mercado de Histórias” e “Ponte de Memórias”, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista, além das narrativas regionalistas “O Profeta do Acre”, de Fabiana Júlia, e “As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu”, de Silvio Margarido.
Cultura que planta futuro
Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.
A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.
A força por trás do projeto
A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.
Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.
O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Nesta sexta-feira, 15, o projeto Cine Beira-Rio atraca em um cenário especial: a Casa do Chico Monteiro, localizada no projeto Bela Vista, rio abaixo de Rio Branco. A programação cultural e ambiental tem início a partir das 17 horas.
Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.
Estrutura e programação na beira do rio
A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de 1h30 de filmes que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória e o cotidiano da nossa gente. A curadoria conta com:
Para as crianças: As animações Sementes, de Isabelle Amsterdam, e Clarinha e o Boto, de Enilson Amorim.
Documentários e Narrativas:Mercado de Histórias e Ponte de Memórias, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista.
Regionalismo: Completam a mostra os filmes O Profeta do Acre, de Fabiana Júlia, e As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu, de Silvio Margarido.
Cultura que planta futuro
Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio de cerca de 200 mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.
A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.
A força por trás do projeto
A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.
Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.