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Política

Prefeitura de Cruzeiro do Sul lança editais

para incentivo à cultura e ao esporte

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Foto: Cedida/Assessoria

Um show com artistas locais marcou a abertura da edição de 2022 do período para a inscrição dos projetos das Leis Municipais de Incentivo à Cultura e ao esporte em Cruzeiro do Sul. O município vai destinar R$ 300 mil para aplicar em atividades esportivas e culturais propostas pela comunidade.

Os projetos podem ser apresentados por pessoas físicas ou por entidades que trabalham com esporte e cultura. O valor para financiar cada projeto foi ampliado. Os valores podem ser de R$ 3.500 a 10.000 mil reais dependendo se forem pessoa Física ou Jurídica, Categoria A ou B.

O prefeito em exercício, Henrique Afonso, que participou da solenidade de lançamento dos editais, disse que o município está democratizando os recursos para o incentivo às práticas esportivas e culturais.

“A aplicação dessas leis é uma política pública que se consolidou ao longo desses últimos anos. Isso faz com que a gente democratize mais a organização e o fomento a cultura e ao esporte. Estamos dando mais oportunidades para aqueles que promovem e que praticam esporte e cultura”, ressaltou Henrique.

O vereador Márcio da Farinha prestigiou a solenidade e elogiou a prefeitura pela aplicação dos recursos nos dois setores.

“Isso é muito bom para nossos jovens. Hoje a gente vê um crescimento na área da cultura e do esporte. Quero reconhecer a importância dessa ação da prefeitura e dizer que me orgulho de poder contribuir para que isso possa está sendo realizado”, disse o vereador.

A produtora cultura, Maria José Freitas, afirmou estar feliz por poder apresentar projetos para que sejam avaliados pelo comissão que vai definir as atividades que deverão ser financiadas pelo município.

“Hoje é um momento de muita alegria para os artistas de Cruzeiro do Sul. Eu, como artista e produtora cultural, há 20 anos engajada nessa luta com a Companhia de Dança Nativa Triplo X, recebo isso com muita satisfação. Os recursos aumentaram e, tenho certeza, que os artistas estão satisfeitos com os valores. Teremos muitas produções”, garantiu Maria.

Política

Aleac avança com comissão externa para acompanhar apuração sobre ponte de Sena Madureira

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A Assembleia Legislativa do Acre avançou nesta quarta-feira, 17 de junho, na criação de uma comissão externa para acompanhar as investigações sobre o desabamento da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira. A articulação foi puxada pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) e ganhou apoio acima do mínimo regimental depois do colapso da estrutura, registrado em 5 de junho, sobre o Rio Iaco.

A proposta não tem formato de CPI. A ideia é montar uma Comissão de Representação Externa para que o Legislativo acompanhe perícias, fiscalizações, contratos e documentos ligados à obra, com participação de um integrante da Mesa Diretora na presidência do colegiado. Nos últimos dias, parlamentares de diferentes bancadas passaram a defender publicamente a presença da Aleac no acompanhamento do caso.

A movimentação ocorre enquanto o governo do Acre mantém duas frentes oficiais de apuração. Uma delas é o Procedimento Administrativo de Responsabilização contra a Construtora Cidade Ltda., responsável pelo projeto e pela execução da ponte. A outra é a Comissão Especial de Análise Técnica, criada para investigar as causas do desabamento e produzir um relatório sobre falhas estruturais, fiscalização, manutenção e execução contratual. Paralelamente, a Polícia Civil informou que só vai apontar responsabilidades após a conclusão das perícias.

Inaugurada em dezembro de 2023, a ponte ligava o primeiro ao segundo distrito de Sena Madureira e atendia moradores da região que dependem da travessia para deslocamentos diários. Desde a queda da estrutura, o caso passou a pressionar o governo estadual, a empresa responsável pela obra e os órgãos de controle, além de abrir uma nova frente de cobrança política dentro da Assembleia.

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Política

Câmara de Rio Branco aprova reajuste de 5% para servidores da Prefeitura

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A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta terça-feira o projeto do Executivo que concede reajuste linear de 5% aos servidores da Prefeitura. A proposta foi aprovada por unanimidade entre os 14 vereadores presentes, alcança cerca de 7 mil trabalhadores e agora segue para sanção do prefeito Alysson Bestene.

Durante a votação, os vereadores também aprovaram uma emenda do vereador Aiache, do PP, para incluir no texto a atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da RBTrans. Outra emenda, apresentada por Fábio Araújo, do MDB, previa reajuste de 7,52% para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, com aplicação imediata de 5% e o restante até novembro. A proposta foi rejeitada por 11 votos, com apoio apenas do autor e de Hildegard Pascoal.

Ao defender a rejeição da emenda, Aiache afirmou que a inclusão do novo índice no mesmo projeto poderia comprometer a sanção do reajuste geral e atrasar ainda mais a recomposição salarial, que, segundo ele, já deveria ter sido concedida no mês passado. O vereador disse ainda que a Câmara pretende discutir separadamente a situação dos agentes de saúde e de endemias, com participação de sindicatos, do Executivo e de representantes federais.

O projeto aprovado prevê a recomposição salarial para todas as categorias da administração municipal em um momento de transição no comando da Prefeitura de Rio Branco, hoje chefiada por Alysson Bestene.

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Política

Câmara destrava pauta após governo retirar urgência de projeto que acaba com escala 6×1

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O governo federal retirou nesta terça-feira, 16 de junho, o regime de urgência do projeto que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e liberou a pauta do plenário da Câmara dos Deputados para a votação de outras propostas. A decisão foi discutida na reunião de líderes da Casa, em Brasília, e encerrou o travamento provocado pela urgência constitucional que incidia sobre a matéria.

Com a retirada da urgência, o projeto deixa de impedir a análise de outros textos e passa a tramitar em regime de prioridade. A proposta do Executivo, apresentada em abril, altera a Consolidação das Leis do Trabalho e outras normas para reduzir a duração normal da jornada e rever regras de descanso semanal remunerado em categorias específicas.

O destravamento da pauta também abriu espaço para negociações em torno de outros temas em análise na Câmara. Entre eles está o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível. Apesar da expectativa de votação ainda nesta terça, o acordo entre líderes foi adiar a análise para a última semana de junho.

A mudança no calendário atende à articulação política do governo e da presidência da Câmara para reorganizar a agenda do plenário. Com isso, a Casa retoma a discussão de propostas que estavam paradas enquanto o projeto sobre a escala 6×1 mantinha a pauta bloqueada.

Fonte e foto: Agência Brasil

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