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Educação

Prefeitura de Rio Branco realiza jogos escolares da rede municipal 2025

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A Prefeitura de Rio Branco realiza a segunda edição dos Jogos Estudantis da Rede Municipal com competições ao longo de setembro e início de outubro no Centro de Iniciação ao Esporte, envolvendo turmas do 5º ano e quatro modalidades — atletismo, futsal masculino, futsal feminino e queimada — em formato regionalizado, com final marcada para 4 de outubro. O calendário começou no sábado, 6 de setembro de 2025, com a etapa do Segundo Distrito, e seguirá com classificatórias nas demais regionais até a definição dos finalistas.

Ao apresentar as ações da gestão no campo educacional vinculadas à prática esportiva, o prefeito Tião Bocalom afirmou que os programas em curso buscam garantir condições para a formação dos estudantes. “Nossa gestão tem feito grandes investimentos, como o programa Meu Copo, a entrega de tablets e notebooks, o programa Mente Inovadora e, agora, a robótica de última geração. Tudo isso para garantir que nossas crianças estejam preparadas para o desenvolvimento e tenham oportunidades iguais às dos grandes centros do mundo”, disse.

O secretário municipal de Esportes, Jhon Douglas, destacou a função pedagógica do evento e o papel das secretarias na execução do calendário. “Hoje estamos dando início aos Jogos Estudantis da Rede Municipal de Rio Branco, numa oportunidade ímpar, não só para nós enquanto gestão, mas principalmente para as crianças”, afirmou. Já o vice-prefeito e secretário de Educação, Alysson Bestene, disse que a organização por regionais amplia a integração entre escolas. “Estamos iniciando de forma regionalizada, são quatro regionais. Incentivamos as crianças por meio do esporte, promovendo inclusão social, trabalho em grupo, exercício físico e saúde”, afirmou.

Na coordenação operacional, o diretor de Esportes, Arthur Oliveira, relacionou a experiência estudantil com o calendário atual. “Eu mesmo estudei na Escola Diogo Feijó e participei de competições que marcaram minha vida. Hoje poder proporcionar isso aos nossos alunos é motivo de muita felicidade”, afirmou. Segundo a organização, as etapas classificatórias definem representantes de cada regional para a final em 4 de outubro, consolidando o calendário único do município para o ciclo de 2025.

Acre

Projeto “Sangue Acreano” leva alunos do ensino médio a produzir documentário sobre a história do Acre

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Um projeto desenvolvido por estudantes do 2º ano do ensino médio da Escola José Rodrigues Leite transformou a sala de aula em set de produção e resultou no curta-metragem “Sangue Acreano”, um documentário feito pelos próprios alunos sobre a história do Acre. A iniciativa, aplicada na disciplina de Ciências Humanas dentro das trilhas formativas, ganhou destaque ao unir pesquisa histórica e linguagem audiovisual para tratar de temas que ajudam a explicar a formação do estado.

A proposta envolveu todos os estudantes participantes, segundo o professor Gabriel M. Melo Amorim, responsável pela atividade, e também alcançou outras turmas da mesma série. Enquanto a maior parte dos grupos apresentou o conteúdo em slides, uma equipe optou por produzir um vídeo documental, apostando em roteiro, gravação, direção e edição como parte do processo de aprendizagem.

O trabalho integrou a trilha formativa “Amazônias: narrativas, povos e história” e partiu de um recorte amplo de pesquisa, com temas como os ciclos econômicos da borracha, conflitos territoriais e a presença de negros e mulheres na história acreana. Para o professor, o foco foi colocar os alunos no centro do aprendizado com metodologias ativas. “Com essas atividades, os alunos se envolveram de forma mais direta no processo de aprendizagem, adquirindo conhecimentos sobre métodos científicos e técnicas das ciências humanas”, afirmou.

Entre os integrantes do grupo que produziu o curta, a estudante Giovanna Silva Montenegro relatou que a experiência foi intensa, mesmo com o tempo curto para execução. “Foi uma experiência muito única e marcante. Tivemos pouco tempo, mas cada integrante teve um papel importante”, disse. Ela assumiu a direção e a edição do vídeo, etapa que, segundo a aluna, teve peso adicional por dialogar com o desejo de cursar cinema.

Além do resultado técnico, a produção mexeu com a forma como os alunos olham para a própria identidade cultural. “Percebi que existe uma cultura muito rica no nosso estado, mas que muitas vezes é pouco valorizada. Esse trabalho me fez enxergar o Acre com mais respeito e admiração”, afirmou Giovanna. O processo também incluiu visitas a pontos turísticos da região, usadas para ampliar a imersão e alimentar o conteúdo do documentário.

Para o professor, o impacto principal aparece quando os estudantes passam a se reconhecer nas narrativas estudadas. “Os alunos passaram a se reconhecer nas histórias estudadas. Muitos perceberam que fazem parte de uma trajetória rica e importante. Um povo que não conhece sua cultura é como uma árvore sem raízes”, declarou. A repercussão dentro da escola já impulsionou novas propostas de produções audiovisuais voltadas à história local e a personagens menos conhecidos, sinalizando que o projeto deve ganhar continuidade em outras turmas.

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Educação

Enem 2026 abre prazo para pedir isenção da taxa e justificar ausência na edição passada

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Começou nesta segunda-feira (13) o período para solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 e para enviar a justificativa de ausência de quem faltou ao Enem 2025 e quer voltar a fazer a prova gratuitamente. O prazo vai até 24 de abril e o pedido deve ser feito na Página do Participante, com login Gov.br.

A gratuidade pode ser solicitada por estudantes matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública em 2026, por alunos de toda a etapa em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada com renda de até um salário-mínimo e meio, por pessoas de baixa renda com inscrição ativa e regular no Cadastro Único (CadÚnico) e por beneficiários do programa Pé-de-Meia. Mesmo quem se encaixa nesses perfis precisa pedir a dispensa do pagamento, porque a isenção não é automática.

Para quem teve isenção no Enem 2025 e não compareceu aos dois dias de prova, a justificativa da ausência também deve ser enviada pela Página do Participante no mesmo período, de 13 a 24 de abril. O Inep não aceita documentos autodeclaratórios nem emitidos por pais ou responsáveis, e exige arquivos legíveis nos formatos PDF, PNG ou JPG, com até 2 MB, seguindo as regras do edital.

O resultado dos pedidos de isenção sai em 8 de maio. Quem tiver a solicitação negada poderá apresentar recurso administrativo de 11 a 15 de maio, com resultado final previsto para 22 de maio. O Inep também reforça que a aprovação da isenção não equivale à inscrição no exame: o calendário de inscrições do Enem 2026 ainda será divulgado pelo Ministério da Educação.

O Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior no país, com uso das notas em programas como Sisu, Prouni e Fies, além de seleção em universidades portuguesas conveniadas. Com o início do prazo de isenção e de justificativa, o Inep antecipa uma etapa que pode definir a participação de candidatos de baixa renda e estudantes da rede pública, enquanto o cronograma completo do exame segue pendente de anúncio oficial.

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Educação

Censo 2024: cotistas têm maior taxa de conclusão nas federais e chegam a 49% de formados

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Estudantes que entraram por reserva de vagas em universidades federais e em instituições da rede federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica concluíram a graduação em proporção maior do que os demais alunos, segundo o Censo da Educação Superior 2024, do Inep: 49% entre cotistas, contra 42% entre não cotistas.

Entre 2013 e 2024, mais de 1,4 milhão de pessoas ingressaram em instituições federais por meio de políticas de reserva de vagas; só em 2024, foram 133.078 estudantes. A maior parte das matrículas ocorreu em universidades, com 110.196 alunos cotistas, enquanto 22.587 foram registrados em instituições da rede federal.

O levantamento também reúne os números de entrada por mecanismos de seleção e financiamento: desde a adoção desses instrumentos, cerca de 2 milhões de cotistas ingressaram em cursos de graduação por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. Pelo Sisu, mais de 790,1 mil estudantes entraram em universidades públicas via Lei de Cotas, e de 2023 a 2026 o total chegou a 307.545.

No Prouni, desde 2005, mais de 1,1 milhão de autodeclarados pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência foram beneficiados. Em 2024, o Fies passou a ofertar vagas para cotistas e garantiu o ingresso de 29,6 mil estudantes autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

A Lei de Cotas, aplicada obrigatoriamente nas instituições federais, teve atualização em 2023 com a criação de cota específica para quilombolas e mudanças no recorte de renda, com redução do limite de 1,5 para um salário mínimo per capita nas modalidades que exigem comprovação econômica. A regra de origem escolar foi mantida, com exigência de que os três anos do ensino médio tenham sido cursados em escola pública, e passou a incluir escolas comunitárias do campo conveniadas com o poder público.

Os dados devem orientar as próximas decisões sobre acesso e permanência no ensino superior, com impacto direto no desenho de vagas e critérios de seleção em programas federais e nas próprias instituições, que concentram a maior parte das matrículas de cotistas.

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