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Economia e Empreender

Produção de pitaya ganha apoio da Prefeitura e começa a chegar ao comércio de Rio Branco

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A produção de pitaya em Rio Branco entrou no radar da Prefeitura e começou a abastecer o comércio da capital após as primeiras colheitas de 2026, realizadas no início desta semana. Na tarde de segunda-feira, 23 de fevereiro, o prefeito Tião Bocalom visitou um dos primeiros plantios da fruta na capital, instalado às margens da AC-40, no km 8, acompanhado do secretário municipal de Agropecuária, Eracides Caetano.

A área visitada pertence à produtora rural Ivanira Arruda, que implantou dois hectares com cerca de quatro mil pés de pitaya já em produção. O plantio é apresentado pela gestão municipal como parte de uma estratégia de diversificação da agricultura local, com foco em ampliar alternativas de renda no meio rural e consolidar novas culturas no entorno de Rio Branco.

Durante a agenda, Bocalom afirmou que a Prefeitura pretende manter ações de apoio a quem produz e citou a pitaya como cultura com possibilidade de gerar renda para produtores da capital e da zona rural. “Nosso compromisso é apoiar quem produz, incentivar a diversificação e fortalecer cada vez mais a agricultura familiar. A pitaya é uma fruta com grande potencial e pode abrir novas oportunidades de renda para os produtores de Rio Branco”, disse.

A produtora Ivanira Arruda relacionou o início das colheitas ao acompanhamento técnico e à assistência prestada pela Secretaria Municipal de Agropecuária, apontando que o suporte recebido foi decisivo para o desempenho do cultivo. A expectativa informada é de que a produção colhida nesta primeira etapa ajude a suprir parte do mercado local, marcando o início de uma oferta regular da fruta em Rio Branco.

Além de registrar a visita, a Prefeitura divulgou orientações sobre as exigências do cultivo, destacando que a pitaya demanda preparo do solo, espaçamento entre plantas e estruturas de sustentação. Por ser uma cultura perene, o potencial produtivo pode se estender por até 15 anos, o que tende a influenciar decisões de investimento de pequenos e médios produtores interessados em diversificar a produção.

Eracides Caetano afirmou que a política municipal para o setor rural busca incentivar novas culturas e associar produção a geração de renda e fortalecimento da economia local. “A gestão municipal tem pautado suas ações na valorização do homem do campo e no incentivo a novas culturas, promovendo alternativas que gerem renda, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da economia local”, declarou.

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Sebrae lança Vitrine de Deep Techs com 412 startups no Startup Summit 2026

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O Sebrae lançou a Vitrine de Deep Techs durante o Startup Summit 2026, realizado entre 26 e 28 de agosto, no CentroSul, em Florianópolis (SC). A plataforma reúne inicialmente 412 empresas brasileiras que desenvolvem soluções baseadas em ciência e tecnologias de alta complexidade e busca ampliar a conexão desses negócios com investidores, parceiros e oportunidades de mercado.

As empresas incluídas na vitrine passaram por uma curadoria entre negócios que já participaram de programas de aceleração do Sebrae. As chamadas deep techs transformam conhecimento científico e tecnologias avançadas em produtos e serviços voltados à solução de problemas complexos, com atuação em áreas como biotecnologia, inteligência artificial, novos materiais, energia e saúde.

A nova plataforma amplia a estratégia de divulgação de empresas inovadoras mantida pelo Sebrae. A instituição já possui uma Vitrine de Startups com mais de 15 mil negócios cadastrados, enquanto sua base nacional reúne cerca de 27 mil startups.

O lançamento foi anunciado na quinta-feira (27) por Alessandro Machado, chefe de gabinete da Diretoria Técnica do Sebrae Nacional. Ele relacionou a expansão das deep techs à aproximação entre pesquisa acadêmica e empreendedorismo.

“Hoje, o Sebrae tem a maior base de startups do Brasil, são 27 mil cadastradas. Por meio do programa CatalisaICT, com a aproximação entre o Sebrae e a universidade, conseguimos transformar pesquisa em negócios que fazem sentido para a sociedade”, afirmou Machado.

A programação do Startup Summit também abriu espaço para discussões sobre aplicações científicas na área da saúde. Um dos painéis tratou do potencial da biodiversidade brasileira para o desenvolvimento de fitoterápicos e insumos farmacêuticos ativos, conhecidos como IFAs, com foco na transformação de pesquisas em inovação e novos produtos.

A internacionalização de empresas brasileiras de tecnologia também entrou na agenda do evento. Mais de 30 comitivas internacionais participaram da edição de 2026, em encontros voltados à formação de parcerias, intercâmbio entre ecossistemas de inovação e conexão de startups brasileiras com mercados estrangeiros.

O Startup Summit 2026 reuniu empreendedores, investidores, fundos e instituições ligadas à inovação. A programação teve dez palcos simultâneos e previsão de participação de cerca de mil startups expositoras, 250 fundos de investimento e 200 palestrantes nacionais e internacionais.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Startup Summit 2026 conecta startups a mercados internacionais e movimenta R$ 395,5 milhões

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O Startup Summit 2026 encerrou a programação nesta sexta-feira (28), em Florianópolis (SC), com empresas brasileiras ampliando contatos com mercados estrangeiros e uma expectativa de R$ 395,5 milhões em negócios. Realizado entre 26 e 28 de agosto pelo Sebrae e pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), o evento reuniu mais de 11 mil participantes, 3 mil startups, 150 fundos de investimento e delegações de mais de 30 países.

A presença internacional abriu espaço para startups brasileiras negociarem novos contratos e planejarem a entrada em outros mercados. Durante o encontro, 38 startups participaram de 238 reuniões de negócios com representantes de 19 países. As rodadas resultaram em 196 conexões com possibilidade de novos desdobramentos comerciais.

Entre as empresas que buscaram ampliar operações fora do Brasil está a Meu Resíduo, plataforma de software voltada à gestão e rastreabilidade de resíduos não domiciliares. A empresa participou de reuniões com representantes de Israel, Portugal, Canadá, Ruanda, Paraguai e Estônia.

A startup já mantém clientes no Panamá, México, Colômbia, Uruguai e Chile. As operações internacionais representam atualmente cerca de 10% do faturamento da empresa. Entre as conversas realizadas durante o evento, a aproximação com representantes do setor de software do Paraguai abriu uma nova possibilidade de expansão.

A internacionalização também faz parte da estratégia da Jade ND, plataforma de aprendizagem direcionada a crianças neurodivergentes. O aplicativo trabalha conteúdos da Base Nacional Comum Curricular e atividades relacionadas a atenção, memória e outras funções cognitivas e comportamentais.

A empresa mantém contratos com prefeituras no Rio de Janeiro, Maranhão e Espírito Santo e já fornece a solução para escolas em Lisboa e no Reino Unido. Um projeto-piloto também está em andamento nos Emirados Árabes Unidos. Durante o Startup Summit, a equipe buscou novos contatos para ampliar a presença da tecnologia em outros países.

Empresas estrangeiras também usaram o encontro para conhecer o mercado brasileiro. A chinesa Cosmic Joy, que atua com entretenimento digital, turismo cultural e educação por meio de inteligência artificial, participou do evento pela primeira vez e manteve conversas sobre possíveis parcerias após apresentar seu projeto.

O Paraguai esteve representado pela Câmara Paraguaia da Indústria de Software e pelo programa Startups Paraguay. A delegação buscou referências para o desenvolvimento do ecossistema de inovação do país, além de oportunidades comerciais e conexões com empresas de outros mercados latino-americanos.

A nona edição do Startup Summit teve 283 palestrantes distribuídos em 10 palcos e 17 trilhas de conteúdo. A programação combinou palestras, apresentações de startups, encontros com investidores e rodadas voltadas à expansão de negócios dentro e fora do Brasil.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Novo Desenrola Brasil termina na segunda-feira com descontos de até 90%

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Consumidores com dívidas bancárias em atraso têm até esta segunda-feira, 31 de agosto, para aderir ao Novo Desenrola Brasil. O programa do governo federal permite renegociar débitos com descontos e condições especiais de pagamento para pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105 em 2026.

O prazo terminaria inicialmente em 2 de agosto, mas foi prorrogado até o fim do mês. Até agora, não há previsão de uma nova extensão. Para participar da modalidade Desenrola Famílias, a dívida deve ter sido contratada até 31 de janeiro de 2026 e estar atrasada há pelo menos 91 dias e, no máximo, dois anos.

Entre os débitos que podem entrar na renegociação estão cartão de crédito rotativo ou parcelado, cheque especial, crédito pessoal sem consignação e empréstimos pessoais usados para consolidar outras dívidas. A adesão depende da participação da instituição financeira e da análise de cada operação.

As condições podem incluir descontos entre 30% e 90%, juros de até 1,99% ao mês e prazo de até 48 meses para pagamento. O valor da nova dívida, depois do desconto, pode chegar a R$ 15 mil por beneficiário em cada instituição financeira, com prazo de até 35 dias para o pagamento da primeira parcela.

O programa também permite o uso de recursos do FGTS para amortizar ou quitar dívidas renegociadas, dentro das regras previstas. O trabalhador pode utilizar até R$ 1 mil ou 20% do saldo disponível nas contas do fundo, prevalecendo o maior valor, mediante avaliação da instituição financeira.

Até o início da última semana de agosto, a modalidade voltada às famílias havia renegociado cerca de 5,03 milhões de dívidas. Os débitos somavam originalmente R$ 26,33 bilhões e foram reduzidos para aproximadamente R$ 5,27 bilhões depois dos acordos.

A negociação deve ser feita diretamente pelos canais oficiais dos bancos e instituições financeiras participantes. Diferentemente da primeira edição do Desenrola, não há uma plataforma única do governo para fechar os acordos. O banco responsável pela dívida verifica se o consumidor atende aos critérios e apresenta as condições disponíveis.

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