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Notícias

Via Chico Mendes é revitalizada e será ‘entregue’ à cidade

Revitalização concluída! Via Chico Mendes será entregue à comunidade.

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O Governo do Estado e a Prefeitura de Rio Branco concluíram a revitalização da Via Chico Mendes, uma obra de mais de 4 quilômetros na entrada da cidade. Nessa parceria, o governo estadual ficou responsável pelo recapeamento asfáltico, enquanto a prefeitura cuidou do meio-fio, ciclovia e iluminação. Essa colaboração resultou na renovação completa da via, representando um passo importante para a melhoria da infraestrutura local.

Na segunda-feira, às 18 horas, a via, que está decorada com luzes de Natal, será simbolicamente entregue à comunidade em um evento que ocorrerá no pátio da empresa Recool Distribuidora.

“Com toda certeza, será uma grande festa, porque é um cartão postal, devidamente iluminada, bem definida, com ciclovia e canteiro central. Convido a população a nos prestigiar, comparecer, para receber das mãos do nosso prefeito, com a participação do nosso governador, essa belíssima obra”, convida o Secretário de Infraestrutura do município, Cid Ferreira.

Foto: Evandro Derze/Assecom

Justiça do Acre

Casamento coletivo abre inscrições em Sena Madureira; cerimônia será em setembro

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Casais de Sena Madureira que desejam oficializar a união já podem se inscrever para o casamento coletivo do Projeto Cidadão. As inscrições começaram nesta segunda-feira (17) e seguem até 8 de setembro, com atendimento das 8h às 16h no cartório do município. A cerimônia será gratuita e está marcada para 23 de setembro, às 17h, na Arena da Expo Sena.

O casamento coletivo integra a programação do Projeto Cidadão, realizado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). Além da celebração dos matrimônios, a ação vai reunir serviços públicos nas áreas de documentação, assistência jurídica, saúde e assistência social.

Durante a programação, a população poderá buscar serviços para emissão de RG, certidão de nascimento e CPF. Também estão previstos atendimentos jurídicos do Judiciário, da Defensoria Pública, do Ministério Público e da Justiça Federal, além de consultas médicas e serviços relacionados ao Cadastro Único, Bolsa Família e INSS Digital.

Para participar do casamento coletivo, os noivos solteiros devem apresentar certidão de nascimento original, legível e sem rasuras, comprovante de endereço, RG e CPF, com originais e cópias.

No caso de pessoas divorciadas, é exigida certidão de casamento original com averbação do divórcio, também legível e sem rasuras. É necessário apresentar ainda cópia do processo ou da sentença de divórcio na parte referente à partilha de bens, além de comprovante de endereço, RG e CPF.

Noivos com idade entre 16 anos e 18 anos incompletos precisam apresentar certidão de nascimento, comprovante de endereço e estar acompanhados dos pais, que devem levar RG e CPF. Caso um dos responsáveis tenha falecido, será necessária a certidão de óbito. Na ausência dos pais, deve ser apresentado consentimento por escrito do responsável.

As certidões apresentadas para a inscrição devem estar atualizadas há, no máximo, seis meses.

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Economia e Empreender

Rio Branco recebe Inova Amazônia Summit 2026 em setembro

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Rio Branco vai receber, entre os dias 17 e 19 de setembro, a quarta edição do Inova Amazônia Summit, encontro que reúne empreendedores, startups, pesquisadores, investidores e representantes dos setores público e privado em torno da bioeconomia e da inovação na Amazônia Legal. O evento será realizado no Centro de Convenções da Universidade Federal do Acre (Ufac) e terá participação gratuita.

Com o tema “Da floresta ao mercado global: a inovação que nasce na Amazônia”, a edição de 2026 terá como foco a transformação da biodiversidade amazônica em negócios, produtos e soluções capazes de combinar geração de renda, desenvolvimento econômico e conservação dos recursos naturais.

Durante os três dias de programação, o público terá acesso a palestras, painéis, apresentações de startups, rodadas de negócios e encontros com investidores, empresas e instituições de pesquisa. A proposta é aproximar quem desenvolve soluções na Amazônia de quem pode financiar, incorporar ou ampliar essas iniciativas no mercado.

A realização no Acre ocorre depois de uma edição que movimentou Macapá, no Amapá, em 2025. O encontro anterior reuniu cerca de 7 mil participantes, 75 palestrantes, 35 painéis e 120 expositores. As rodadas e conexões comerciais realizadas durante o evento resultaram em aproximadamente R$ 800 mil em negócios.

A edição deste ano amplia a atenção sobre o papel da bioeconomia como alternativa para transformar recursos e conhecimentos da região em atividade econômica. Startups, pesquisadores e empreendedores ligados à biodiversidade estarão entre os públicos do encontro, ao lado de investidores e representantes de grandes empresas interessados em projetos desenvolvidos na Amazônia.

Além da exposição de produtos e soluções, o Summit terá espaço para negociações e formação de parcerias. A intenção é aproximar negócios em diferentes estágios de desenvolvimento de possíveis compradores, financiadores e instituições capazes de apoiar a expansão dos projetos.

Apesar da proximidade do evento, a programação detalhada ainda está em construção. Até esta segunda-feira (17), os horários, as trilhas de conteúdo e os nomes dos palestrantes da edição de 2026 ainda não haviam sido divulgados. As inscrições, no entanto, já estão abertas.

O encontro também coloca o Acre na rota de eventos nacionais voltados à inovação em 2026. Na agenda do setor, o Inova Amazônia Summit ocorre depois do Startup Summit, marcado para o fim de agosto, em Florianópolis, e antes do ELI Summit, previsto para novembro, em Londrina.

Ao trazer o evento para Rio Branco, o Acre passa a receber durante três dias representantes de diferentes áreas envolvidas na construção de negócios ligados à floresta, desde pesquisa e tecnologia até financiamento, comercialização e expansão de empresas.

O Inova Amazônia Summit 2026 será realizado presencialmente nos dias 17, 18 e 19 de setembro, no Centro de Convenções da Ufac, em Rio Branco. A participação é gratuita e exige inscrição prévia.

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Economia e Empreender

Mais da metade das mulheres no Brasil sofre impacto das bets, aponta pesquisa

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Mais da metade das mulheres brasileiras tem contato direto com os efeitos das apostas online. Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (17) mostra que 42% já apostaram ou continuam usando plataformas de bets, enquanto outras 12% nunca jogaram, mas são afetadas pelas apostas de parentes ou amigos. Com isso, 54% das mulheres aparecem entre apostadoras e pessoas atingidas pelo comportamento de alguém próximo.

Entre as entrevistadas, 20% afirmaram que ainda fazem apostas online, com diferentes frequências. Outras 22% disseram que já apostaram, mas abandonaram a prática. O levantamento foi realizado entre junho e agosto de 2026 e reuniu dados sobre o comportamento de homens e mulheres em diferentes regiões do país.

A presença de filhos aparece como um dos fatores que diferenciam o perfil das apostadoras. Mulheres com filhos apostam cerca de 1,6 vez mais do que aquelas sem filhos. Do total de mulheres que fazem apostas, 72% são mães.

O comportamento também varia quando observado o recorte racial. Entre as mulheres pardas, 45% disseram que apostam ou já apostaram. O percentual foi de 39% entre as brancas e de 37% entre as pretas.

Para parte das mulheres, as apostas entram na rotina como tentativa de conseguir dinheiro para despesas familiares. Pagamento de contas, compra de alimentos, material escolar e gastos com os filhos aparecem entre as razões para buscar as plataformas. O jogo, nesses casos, deixa de ser tratado apenas como entretenimento e passa a ocupar espaço na administração do orçamento doméstico.

O uso das plataformas também ocorre de forma escondida dentro de algumas famílias. Entre as apostadoras, 30% costumam jogar principalmente à noite ou de madrugada. Entre os homens, o percentual é de 20%. No conjunto dos entrevistados, 15% acreditam que alguém que mora na mesma casa aposta sem contar aos familiares e acumula dívidas em segredo.

Outro dado mostra que 25% das mulheres acreditam que habilidade ou conhecimento podem ajudar a vencer nas apostas. Entre aquelas que jogam com frequência, esse percentual chega a cerca de 40%. A percepção alcança inclusive jogos de cassino online, nos quais os resultados dependem do acaso.

Os cassinos online são a modalidade mais presente entre as apostadoras. Cerca de 49% jogam opções como roleta, Tigrinho e caça-níquel. Outros 29% participam de jogos de resultado instantâneo, como Aviator e raspadinhas digitais, enquanto 26% fazem apostas relacionadas ao futebol.

As perdas provocadas pelos jogos também levam parte das mulheres a buscar dinheiro emprestado. Entre as apostadoras, 7% disseram já ter recorrido a agiotas para financiar apostas. Entre mulheres atingidas pelo comportamento de outras pessoas, 8% afirmaram que elas próprias ou alguém próximo precisou tomar dinheiro emprestado com agiotas.

Os problemas aparecem ainda dentro das relações familiares. Entre as mulheres afetadas pelas apostas de parentes, 24% relataram conflitos familiares e outros 24% citaram perda de confiança. O desgaste emocional foi mencionado por 21%, enquanto 12% apontaram mudanças na qualidade de vida.

A pesquisa também encontrou relatos relacionados à violência. No total, 23% dos brasileiros afirmaram ter presenciado ou conhecer alguma situação em que as apostas contribuíram para casos de violência dentro das famílias. Entre mulheres afetadas por familiares apostadores, foram relatados comportamentos agressivos, xingamentos e perda de controle após prejuízos financeiros.

A avaliação negativa das bets é maior entre as mulheres. Para 67% delas, as apostas estão acabando com famílias brasileiras. Entre os homens, essa percepção aparece em 59% das respostas.

A publicidade das plataformas também é vista como fator de estímulo ao jogo. Para 72% das mulheres, a propaganda faz com que as pessoas apostem mais do que deveriam. Depois do primeiro acesso a uma plataforma, 79% afirmaram ter percebido aumento do conteúdo sobre apostas apresentado pelas redes sociais. Entre as mulheres que jogam com maior frequência, o percentual chega a 82,2%.

O apoio a medidas mais duras contra as bets também é maior entre elas. A proibição dos jogos online no Brasil é defendida por 62% das mulheres e por 50% dos homens. Além disso, 41% das entrevistadas aceitam que as empresas continuem funcionando no país, desde que sejam impedidas de fazer publicidade.

A pesquisa identificou ainda a presença das apostas entre crianças e adolescentes, apesar da proibição para menores de 18 anos. O acesso pode ocorrer por meio do CPF de adultos da família, com ou sem autorização.

O levantamento quantitativo ouviu 2.008 homens e mulheres de todo o Brasil. A etapa qualitativa reuniu 60 participantes, principalmente mulheres entre 18 e 58 anos das classes C, D e E, residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Sergipe.

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