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Apoio, inovação e orientação para impulsionar micro e pequenas empresas

Iniciativa oferece acompanhamento personalizado e busca impulsionar a gestão e inovação empresarial. Inscrições abertas até 31 de janeiro.

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Micro e Pequenas Empresas têm a chance de se transformar com acompanhamento personalizado e ferramentas de inovação

O Sebrae Acre está com inscrições abertas para o programa Ali Produtividade, voltado para micro e pequenas empresas. O prazo para inscrições vai até 31 de janeiro. Em entrevista à Rádio Gazeta 93 FM, Cláudia Baima, analista e gestora do Ali Produtividade no Sebrae Acre, detalhou o programa, como “uma oportunidade” para empresas que buscam “melhorar seus processos de gestão” e inovar.

As inscrições podem ser realizadas através das redes sociais do Sebrae, do portal do Sebrae Acre, ou por WhatsApp. Cláudia ressaltou a facilidade do processo de inscrição e confirmou que não há taxa de inscrição, mas destacou a importância do investimento de tempo por parte dos empresários.

O programa promove um acompanhamento de cinco meses, incluindo oito encontros com um agente local de inovação. “Com isso a gente desenvolve algumas ferramentas de metodologias ágeis”, explicou Cláudia. Ela também enfatizou o caráter personalizado do programa. “É individualizado e personalizado”, disse, explicando que ele se inicia com um diagnóstico para identificar os principais desafios de cada empresa. “O Ali Produtividade tem muito disso, de fazer com que o empresário pense e em nenhum momento o nosso objetivo é fazer com que ele venha a ter mais custos na empresa, muito pelo contrário, é ele trabalhar com as ferramentas que tem disponível e sem contar que existe a parceria do Sebrae”, pontua.

Para participar, as empresas devem ter pelo menos um ano de atividade e enquadrar-se como micro ou pequenas empresas. “Todas as empresas que vão até o Sebrae, nós auxiliamos de alguma forma com um apoio”, comentou Cláudia sobre os benefícios adicionais oferecidos. “O Sebrae é a casa do empreendedor, nós estamos ali para apoiar de fato os empreendedores. O que a gente precisa é ter a manifestação de interesse por parte do empresário em querer participar”, explicou.

Os interessados podem buscar mais informações nas redes sociais do Sebrae Acre, no portal do Sebrae ou pelo telefone 0800-570-0800.

Programa: Jornal Gazeta 93
Emissora: Rádio Gazeta 93,3 FM
Apresentação: Tiago Martinello e Brenna Amâncio
Horário: das 7h às 8h
No ar: de segunda a sexta-feira

Confira a entrevista completa.

Editorial

Editorial — Violência contra o jornalista Chico Melo acende alerta sobre a liberdade de imprensa

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Autoridades devem esclarecer a invasão, identificar os responsáveis e apurar se o crime teve relação com o trabalho da vítima

O ataque sofrido pelo jornalista Chico Melo, na madrugada desta quarta-feira, 22 de julho, em Cruzeiro do Sul, exige uma resposta rápida das autoridades. Quatro homens armados invadiram sua residência, agrediram e ameaçaram o jornalista e vasculharam o imóvel. Chico permaneceu sob o domínio dos invasores por quase 30 minutos e precisou levar pontos na cabeça.

O Épop manifesta solidariedade a Chico Melo, à sua família e aos profissionais do Sistema Integração. Nenhum jornalista pode ser perseguido, ameaçado ou agredido por exercer seu trabalho. A violência contra um profissional da imprensa atinge toda a sociedade, pois ameaça o direito da população de receber informações e fiscalizar os atos do poder público.

Segundo Chico, os invasores procuravam documentos, uma pasta e seu telefone celular. Um deles teria colocado uma arma em sua cabeça, enquanto outro falava em matá-lo. Dinheiro e objetos de valor, conforme o relato, não seriam o principal interesse do grupo. “Eles estavam, muito claramente, procurando documentos”, declarou durante o Jornal da Manhã, poucas horas depois do ataque.

A motivação do crime ainda precisa ser esclarecida. O jornalista relaciona o episódio ao trabalho desenvolvido pela Rádio Integração, às críticas feitas pela emissora e a documentos que pretendia entregar à Polícia Federal. Essas declarações são graves e devem ser verificadas durante a investigação, sem que responsabilidades sejam atribuídas antes da apresentação de provas.

A Polícia Civil deve identificar os invasores, apurar se houve planejamento, verificar se Chico estava sendo monitorado e esclarecer por que documentos e aparelhos eletrônicos teriam sido procurados. Também é necessário investigar a possível participação de intermediários ou mandantes, caso essa hipótese encontre respaldo em depoimentos, perícias e outros elementos de prova.

Dias antes da invasão, Chico afirmou ter percebido um veículo parado em frente à sua residência. O episódio aumentou sua preocupação, pois ele e seus colegas já vinham relatando ameaças e pressões relacionadas às publicações e aos comentários feitos nos programas da emissora. Esses fatos precisam ser examinados de maneira técnica, transparente e independente.

A defesa da liberdade de imprensa não depende de concordância política ou editorial. Jornalistas podem ser criticados, contestados e responsabilizados judicialmente quando cometem erros. Autoridades, empresas e cidadãos têm direito de resposta e podem recorrer à Justiça. O que não cabe em uma democracia é o uso da violência, da ameaça ou da intimidação para silenciar perguntas, opiniões e denúncias.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre e a Federação Nacional dos Jornalistas cobraram uma apuração rápida e independente. A manifestação das entidades reforça a necessidade de investigar, com especial atenção, a possível relação entre o crime e a atividade profissional da vítima. Divergências entre veículos e jornalistas fazem parte do ambiente democrático; agressões jamais podem ser aceitas como instrumento de disputa.

Chico afirmou temer pela própria vida e pela segurança de sua família. Depois de três décadas de atuação profissional, disse nunca ter enfrentado situação semelhante. Cabe ao Estado garantir proteção à vítima e aos familiares, preservar as provas, conduzir uma investigação sem interferências e manter a sociedade informada sobre os resultados.

Defender Chico Melo não significa concordar com tudo o que ele publica ou declara. Significa defender o direito de fazer jornalismo sem violência. O Épop espera uma resposta objetiva das instituições: proteção à vítima, esclarecimento da motivação, identificação dos responsáveis e aplicação da lei. A impunidade representaria não apenas uma falha do Estado, mas um perigoso estímulo a novas tentativas de intimidação da imprensa.

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Rio Branco

Rio Branco amplia consultas de urologia para atender cerca de 3,5 mil pacientes

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A Prefeitura de Rio Branco ampliou a oferta de consultas especializadas em urologia na rede municipal de saúde. A medida, divulgada nesta segunda-feira (20), prevê o atendimento gradual dos pacientes regulados e busca reduzir a fila de espera, que reúne cerca de 3,5 mil pessoas.

A força-tarefa é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde e segue critérios técnicos e assistenciais definidos pelo setor de regulação. Os pacientes são chamados conforme a organização da fila e as necessidades identificadas pela rede pública.

A previsão é atender entre 20 e 24 pessoas por semana. O diretor de Regulação, Controle e Avaliação, Emerson Bezerra, afirmou que a ampliação facilita o acesso ao diagnóstico, ao tratamento e ao acompanhamento especializado.

“Em média, são atendidos de 20 a 24 pacientes por semana. A iniciativa fortalece o atendimento especializado, amplia o acesso ao diagnóstico e ao tratamento e garante mais qualidade de vida aos usuários do Sistema Único de Saúde”, declarou.

O serviço recebe homens e mulheres com diferentes problemas urológicos. A maior parte dos atendimentos envolve pacientes com cálculos renais e urinários, além de casos relacionados à próstata e a alterações no sistema urinário.

O médico urologista Cláudio Freire explicou que os pacientes passam por consultas e avaliações para a definição da conduta necessária. Os casos que podem ser resolvidos no atendimento ambulatorial permanecem sob acompanhamento. Quando há indicação de cirurgia ou necessidade de assistência de maior complexidade, o paciente é encaminhado para a continuidade do tratamento.

“Quando há indicação cirúrgica ou necessidade de assistência de maior complexidade, o paciente é encaminhado para a continuidade do tratamento. O objetivo é garantir um cuidado completo, com mais acesso e agilidade para a população”, afirmou o médico.

Entre os pacientes chamados está o aposentado Denis Morais, de 67 anos, que aguardou cerca de três anos e meio pela consulta. Ele recebeu uma ligação para confirmar se ainda tinha interesse no atendimento e deu continuidade ao acompanhamento de um problema na próstata.

“Já faço tratamento da próstata há três anos e meio e vou continuar o acompanhamento com o médico. É importante cuidar da saúde e manter esse acompanhamento”, relatou.

A ampliação pretende acelerar o diagnóstico, evitar o agravamento de doenças e garantir tratamento no momento adequado. A ação também integra o trabalho da administração municipal para reduzir o tempo de espera por serviços especializados no Sistema Único de Saúde.

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Economia e Empreender

Marina Sena grava “Feira de Mangaio” no Ver-o-Peso e celebra cultura amazônica

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Marina Sena lançou, na sexta-feira, 17 de julho, o videoclipe de “Feira de Mangaio”, gravado no Complexo Ver-o-Peso, em Belém. A produção integra o projeto “Nosso Canto”, do Sebrae, e reúne música, cultura popular e histórias de pequenos empreendedores que transformam saberes tradicionais da Amazônia em fonte de renda.

No vídeo, a cantora percorre as barracas de uma das principais feiras populares do país enquanto interpreta a composição de Sivuca e Glorinha Gadelha. O cenário apresenta produtos, técnicas artesanais e atividades econômicas ligadas à identidade paraense, com participação de trabalhadores que mantêm negócios baseados na criatividade e nos recursos naturais da região.

Uma das personagens é a artesã Maria Magalhães, que trabalha há 22 anos com cestaria e peças produzidas com fibras naturais. Ela passou a participar de cursos e reorganizou a gestão financeira do negócio para ampliar a produção sem abandonar as técnicas tradicionais.

Marina Sena afirmou que a escolha da música também recupera sua ligação com o forró e o baião. Nascida no norte de Minas Gerais, a artista contou que cresceu frequentando feiras e associou o ambiente do Ver-o-Peso às lembranças de sua cidade. “A feira é esse lugar de encontro, de comércio, de cultura e de troca”, disse.

O projeto usa novas versões de clássicos da música brasileira para apresentar empreendedores de diferentes regiões do país. A proposta conecta artistas, territórios e pequenos negócios, com foco em atividades econômicas desenvolvidas a partir da cultura local.

Lançado em maio, o “Nosso Canto” já publicou videoclipes com Ajuliacosta e MC Hariel. Os próximos trabalhos anunciados terão participações de Os Garotin e Liniker.

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