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Notícias

Cruzeiro do Sul lança Programa Avança com foco em desenvolvimento sustentável

Prefeito Zequinha Lima lidera iniciativa de planejamento participativo para alinhar políticas municipais aos ODS da ONU até 2030

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Neste sábado, 15, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul lançou o Programa Avança Cruzeiro no Teatro do Campus Floresta da Ufac. Liderado pelo Prefeito Zequinha Lima, o evento contou com ampla participação da comunidade e diversos segmentos sociais. O programa visa alinhar políticas municipais com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU até 2030, promovendo um planejamento participativo e de longo prazo para a cidade.

Durante o evento, foram discutidos temas fundamentais como gestão pública, saúde, educação, meio ambiente, cultura, esporte, infraestrutura, desenvolvimento rural, desenvolvimento econômico e mobilidade urbana. Divididos em grupos temáticos, os participantes puderam contribuir com sugestões detalhadas para orientar o futuro desenvolvimento de Cruzeiro do Sul.

O sucesso do evento foi destacado pelas lideranças presentes, incluindo o próprio Prefeito Zequinha Lima, que enfatizou o compromisso de sua gestão em atender às demandas prioritárias da população. O prefeito ressaltou a importância de ouvir e integrar as necessidades da comunidade nos planos futuros da cidade, visando transformá-la em um ambiente cada vez mais inclusivo e próspero.

Além disso, representantes de instituições como a Ufac também sublinharam a relevância da universidade no processo de desenvolvimento local, destacando propostas concretas para fortalecer setores como agricultura familiar e infraestrutura urbana.

O prefeito Zequinha publicou em suas redes sociais: “Hoje é um dia histórico para nossa cidade! ‘Agradeço imensamente a participação efetiva de nossa população, das representatividades e lideranças neste evento tão importante, do qual esperamos colher frutos ainda mais satisfatórios nos próximos anos!'”

O Programa Avança Cruzeiro é um passo importante para o município, estimulando um diálogo inclusivo e participativo com o objetivo de fomentar um desenvolvimento sustentável e igualitário ao longo dos próximos anos.

Rio Branco

Alysson acompanha obras do 1001 Dignidade no Santo Afonso

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, acompanhou neste sábado (19) o andamento das obras do programa habitacional 1001 Dignidade, no bairro Santo Afonso. A visita teve como foco a evolução da construção das moradias destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social na capital acreana.

Durante a vistoria, Alysson percorreu a área do empreendimento e acompanhou os serviços executados no conjunto habitacional. As primeiras unidades no Santo Afonso chegaram ao segundo semestre em fase avançada de construção, com trabalhos concentrados nos acabamentos e na infraestrutura necessária para receber os futuros moradores.

“Cada etapa dessa obra nos aproxima de um futuro com mais dignidade, segurança e qualidade de vida para a nossa população”, afirmou o prefeito ao divulgar imagens da visita.

O núcleo do programa no Santo Afonso prevê 110 moradias destinadas principalmente a famílias que vivem em áreas de risco e enfrentam os impactos das enchentes em Rio Branco. As unidades são construídas com recursos municipais.

O 1001 Dignidade integra a política habitacional do município e prevê a construção de moradias em diferentes áreas da cidade. No Plano Plurianual de Rio Branco para o período de 2026 a 2029, o programa possui previsão de R$ 120 milhões em investimentos e estabelece como meta a entrega de 1.768 unidades habitacionais ao longo do período.

Além da construção das casas, o projeto no Santo Afonso envolve serviços de infraestrutura urbana, como drenagem e implantação de redes de água e esgoto, necessários para a ocupação da área pelas famílias beneficiadas.

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Economia e Empreender

Sebrae anuncia R$ 70 milhões para acelerar 50 negócios da Amazônia Legal

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O Sebrae anunciou nesta sexta-feira (18), durante o primeiro dia do Inova Amazônia Summit 2026, no Acre, um edital de R$ 70 milhões destinado ao desenvolvimento de pequenas empresas da Amazônia Legal. Batizado de Inova Amazônia Global Edition 2026, o programa terá duração de 24 meses e pretende selecionar 50 negócios com potencial para ampliar a atuação no Brasil e no mercado internacional.

As empresas escolhidas vão participar de uma jornada dividida em sete etapas, que começa pela seleção e passa por diagnóstico, aceleração, rodadas de investimento, missões internacionais, mensuração de impacto e gestão dos projetos. A estratégia busca preparar os empreendimentos para ganhar escala e aumentar a capacidade de competir em novos mercados.

O programa será voltado a pequenas empresas da região amazônica com faturamento de até R$ 16 milhões. O edital ainda passa por ajustes antes da abertura ao público, mas a previsão é trabalhar com projetos na faixa de R$ 1 milhão. Empresários interessados podem começar a estruturar propostas dentro desse perfil enquanto aguardam a divulgação das regras definitivas.

Além do crescimento do faturamento, o programa terá como foco o aumento da produtividade, a formação de parcerias estratégicas e a aproximação dos negócios selecionados com investidores. A proposta também prevê ampliar redes de relacionamento e criar condições para que empresas ligadas à economia amazônica tenham acesso a oportunidades fora do país.

O Sebrae e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) serão cofinanciadores e realizadores da iniciativa. A execução também reúne o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Programa Euroclima.

A participação da Finep amplia a capacidade financeira do programa e conecta o novo edital a outras ações de incentivo ao empreendedorismo desenvolvidas na Amazônia Legal. A combinação de financiamento e acompanhamento técnico pretende ajudar empresas que já avançaram nas primeiras fases de desenvolvimento a alcançar uma operação de maior escala.

A bioeconomia será uma das áreas centrais do Inova Amazônia Global Edition. O programa pretende aproximar empreendimentos que trabalham com soluções relacionadas à biodiversidade amazônica de mercados, fontes de investimento e ambientes de inovação nacionais e internacionais.

A iniciativa também busca ampliar a presença de empresas da Amazônia em cadeias econômicas ligadas à sustentabilidade. O objetivo é criar condições para que produtos, serviços e tecnologias desenvolvidos na região avancem comercialmente sem perder a conexão com o uso sustentável dos recursos naturais.

Com a edição global, o Inova Amazônia passa a incorporar de forma mais direta a internacionalização dos negócios apoiados. As missões previstas no programa deverão colocar os empreendedores em contato com investidores, parceiros comerciais e ecossistemas de inovação de outros países.

A expectativa é que a seleção fortaleça empresas capazes de gerar resultados econômicos, ambientais e sociais na Amazônia Legal. Os detalhes sobre inscrições, cronograma e critérios definitivos de participação serão conhecidos após a conclusão dos ajustes no edital.

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Economia e Empreender

Acre lidera redução do risco de fechamento de pequenos negócios com consultoria do Sebrae

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O Acre apresentou a maior redução do país no risco de fechamento de pequenos negócios que receberam consultoria técnica do Sebrae. O índice chegou a 82% no estado, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (18), que analisou a sobrevivência de microempreendedores individuais (MEI) e micro e pequenas empresas (MPE) atendidos pela instituição em todo o Brasil.

O resultado acreano ficou acima da média nacional. No país, a consultoria está associada a uma redução de 68% no risco de encerramento das atividades na comparação com empresas que não receberam o atendimento. Após cinco anos da abertura do CNPJ, 77% dos pequenos negócios acompanhados continuam funcionando, enquanto entre os não atendidos a taxa fica em aproximadamente 55%.

O Acre também teve a maior diferença absoluta entre as taxas de sobrevivência de empresas atendidas e não atendidas após cinco anos. A distância chegou a 33 pontos percentuais. Em seguida aparecem Alagoas, com 31 pontos percentuais, Distrito Federal, com 27, e Mato Grosso e Rio Grande do Norte, ambos com 26 pontos.

A redução do risco de fechamento varia entre os estados. Enquanto o Acre alcançou 82%, o maior percentual registrado, a Bahia teve 46%, menor resultado entre as unidades da Federação consideradas no levantamento.

Os microempreendedores individuais aparecem entre os mais vulneráveis quando não contam com assistência técnica. Depois de cinco anos, apenas 33,7% dos MEI que não receberam consultoria permanecem ativos. Entre os atendidos pelo Sebrae, a taxa de sobrevivência se aproxima de 65%, diferença superior a 31 pontos percentuais. Nesse segmento, o risco de encerramento cai quase 70%.

Entre as micro e pequenas empresas, cerca de 85% das que passaram pela consultoria permanecem em funcionamento após cinco anos. Entre aquelas que não receberam o atendimento, aproximadamente 70% continuam ativas. Para esse grupo, a redução do risco de fechamento chega a 66,5%.

Os dois primeiros anos de funcionamento concentram uma parcela relevante do encerramento de pequenos negócios. O acompanhamento por períodos mais longos amplia a diferença entre empresas atendidas e não atendidas. A partir do quarto ano de suporte técnico, a redução do risco de fechamento supera 90% no cenário nacional.

O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, afirmou que o acompanhamento busca oferecer aos empreendedores qualificação para enfrentar os desafios dos primeiros anos no mercado. Para ele, manter mais pequenos negócios em funcionamento também contribui para preservar empregos, estimular a inovação e movimentar as economias locais.

O levantamento analisou os efeitos da consultoria sobre a permanência dos pequenos negócios no mercado em todas as unidades da Federação. No primeiro ano de atividade, a diferença na taxa de sobrevivência entre empresas atendidas e não atendidas é de aproximadamente 14 pontos percentuais. Ao final de cinco anos, essa distância chega a quase 22 pontos percentuais no país.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias.

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