Connect with us

Notícias

DPE/AC cobra explicações da Unimed sobre atraso na construção do pronto atendimento infantil em Rio Branco

Published

on

A Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), encaminhou ofício para Unimed Rio Branco, requerendo informações e esclarecimentos acerca do andamento ou planos futuros para construção de um hospital infantil na capital.

Após inúmeras reclamações dos usuários do plano de saúde sobre os serviços prestados no único hospital de urgência e emergência infantil do estado do Acre, a Urgil, credenciada pela Unimed, a DPE/AC, por meio do diálogo, alinhamento e atuação extrajudicial realizou reuniões com os representantes da operadora de saúde e mães usuárias do serviço.

Em reunião realizada no dia 5 de julho de 2022, os representantes da Unimed apresentaram o projeto de construção de um pronto atendimento infantil, a ser executado pela operadora de saúde. Segundo ofício encaminhado posteriormente, os demais projetos complementares seriam finalizados nos próximos 60 dias, e que posteriormente, passariam ainda pela avaliação e aprovação da administração pública e órgãos de fiscalização. 

No ofício encaminhado pela Unimed no ano passado, constava ainda que, uma vez obtidas as aprovações necessárias e o respectivo alvará de construção, estimava-se um prazo de seis meses para finalização das obras. Ocorre que, mesmo com o passar do tempo, não houve melhoria nos atendimentos prestados, bem como, nenhum início de construção. 

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53

O documento da DPE/AC, assinado pelo coordenador do Núcleo da Cidadania, Celso Araújo e a defensora pública que atua no Subnúcleo de Direitos Humanos 1 (SDH1), Juliana Caobianco, pede informações e esclarecimentos sobre a construção do Hospital Infantil de responsabilidade única da Unimed Rio Branco. O documento tem o prazo de 5 dias para obter uma resposta oficial da operadora de saúde.

Assessoria

MEIO AMBIENTE

Governo do Acre cria plataforma digital de transparência ambiental

Published

on

O governo do Acre sancionou, em 26 de janeiro de 2026, a Lei nº 4.759, que institui a Plataforma Digital de Transparência Ambiental Participativa, uma ferramenta voltada à ampliação do acesso da população às informações ambientais no estado e ao fortalecimento do controle social nas políticas públicas do setor. A sanção foi publicada no Diário Oficial do Estado e estabelece a criação de um sistema digital para reunir dados estratégicos sobre a gestão ambiental acreana.

A plataforma vai disponibilizar informações atualizadas sobre licenciamento ambiental, ocorrências de queimadas, manejo florestal e áreas de conservação em todo o território do Acre, permitindo que cidadãos acompanhem as ações do poder público na área ambiental. A iniciativa se insere em um contexto de ampliação de instrumentos de transparência e governança ambiental, com foco no acesso público a dados relacionados ao uso dos recursos naturais e à gestão territorial.

De acordo com a nova legislação, a gestão da plataforma ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que poderá firmar parcerias com universidades e organizações não governamentais para o desenvolvimento, o aperfeiçoamento e a manutenção do sistema, com previsão de atualização contínua das informações e incorporação de inovações tecnológicas.

Além do acesso aos dados, a população poderá utilizar a plataforma para acompanhar, fiscalizar e sugerir ações relacionadas às políticas ambientais estaduais, ampliando os canais de participação e diálogo entre governo e sociedade. A ferramenta também deverá servir como base para o acompanhamento de programas e medidas adotadas pelo Estado em áreas como prevenção de queimadas, regularização ambiental e conservação de territórios.

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53

A criação da plataforma soma-se a outros instrumentos já disponíveis no site institucional da Sema, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a Sala de Situação e Monitoramento Ambiental, com dados hidrometeorológicos, qualidade do ar e registros de queimadas, além de painéis sobre desmatamento e regularização ambiental. Também integram esse conjunto iniciativas como a plataforma Acre Climate, voltada ao mapeamento de impactos de inundações sobre populações vulneráveis, e o Selo Verde Acre, que reúne dados ambientais, fundiários e socioeconômicos, com mapeamento em alta resolução e imagens de satélite.

Com a sanção da Lei nº 4.759, o governo do Acre formaliza a ampliação de sua estrutura digital de transparência ambiental, com impactos esperados no acesso a informações públicas, na fiscalização social e no acompanhamento das políticas ambientais por parte da população, pesquisadores e organizações da sociedade civil.

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53
Continue Reading

Notícias

Rio Branco lança campanha educativa contra a violência às mulheres

Published

on

A Prefeitura de Rio Branco apresentou, na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, na Casa Rosa Mulher, um banner e um vídeo educativo voltados ao enfrentamento da violência contra as mulheres, em ação prevista na Lei nº 2.603/2025, de autoria da vereadora Lucilene Vale (PP), com o objetivo de ampliar a informação sobre direitos, estimular denúncias e reforçar a rede municipal de proteção. A iniciativa ocorre em um contexto de busca por maior visibilidade das políticas públicas de combate à violência de gênero e de fortalecimento dos serviços de acolhimento às vítimas.

O material lançado passa a integrar uma estratégia permanente de conscientização no município, com cartazes que serão afixados em estabelecimentos comerciais e espaços públicos. As peças trazem a mensagem “É crime qualquer tipo de violência contra as mulheres” e indicam os principais canais de denúncia, como o 190, da Polícia Militar, e o 180, da Central de Atendimento à Mulher, além de informações sobre os tipos de violência previstos em lei, incluindo agressões físicas, psicológicas, morais, sexuais e patrimoniais. A proposta é facilitar o acesso à informação e reduzir barreiras que ainda dificultam a formalização das denúncias.

Durante o lançamento, o prefeito Tião Bocalom afirmou que a legislação municipal amplia o alcance das ações educativas e incentiva a busca por direitos. “Cuidar da mulher é nossa obrigação. O homem, que é homem, cuida de verdade da mulher. Cuidar é com carinho, não é batendo, não é agredindo. Essa lei vem para ajudar a despertar nas mulheres o direito que elas têm e incentivar que busquem esses direitos”, declarou.

A vereadora Lucilene Vale, autora da lei, ressaltou que a norma busca enfrentar a subnotificação dos casos de violência doméstica e fortalecer a autonomia das mulheres. “Essa lei vai dar mais autonomia para que a mulher busque seus direitos. Muitas ainda têm vergonha de denunciar, e ações como essa ajudam a quebrar esse ciclo”, disse.

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53

A diretora de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Suelen Farias, informou que a Casa Rosa Mulher já realizou atendimento a mais de 600 mulheres e que a nova legislação contribui para ampliar a capacidade de acolhimento. “Além do atendimento jurídico e psicológico, em fevereiro vamos lançar o curso de corte e costura, que busca garantir autonomia financeira às mulheres, possibilitando que elas saiam do ciclo da violência”, afirmou.

A Casa Rosa Mulher funciona como unidade de referência no atendimento às vítimas, oferecendo orientação jurídica, acompanhamento psicológico e suporte social. Com a implementação da Lei nº 2.603/2025, o município passa a incorporar ações educativas contínuas como instrumento de prevenção e de incentivo ao uso dos serviços disponíveis.

A expectativa da gestão municipal é que a circulação dos materiais em locais de grande fluxo de pessoas contribua para ampliar o conhecimento sobre os direitos das mulheres, aumentar o número de registros formais e fortalecer a articulação entre os órgãos que compõem a rede de proteção. A medida também busca consolidar uma política pública de enfrentamento à violência de gênero baseada em informação, acesso a serviços e estímulo à denúncia.

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53
Continue Reading

Economia e Empreender

Prazo para renegociação de dívidas da União por pequenos negócios vai até 30 de janeiro

Published

on

Microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte têm até sexta-feira, 30 de janeiro, para aderir à renegociação de débitos inscritos na dívida ativa da União, conforme o edital 11/2025 da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que autoriza a regularização de pendências fiscais com descontos sobre juros, multas e encargos legais e a ampliação de prazos para parcelamento, de acordo com a situação da dívida e a capacidade de pagamento do contribuinte.

O programa permite descontos que podem chegar a 100% sobre juros, multas e encargos, além de prever diferentes modalidades de transação, como aquelas baseadas na capacidade de pagamento, em débitos considerados irrecuperáveis, em transações de pequeno valor — para dívidas de até 60 salários mínimos, com regras específicas para MEI — e em débitos garantidos por seguro garantia ou carta fiança. A adesão deve ser feita pelo portal Regularize, da PGFN.

Para o analista de Políticas Públicas do Sebrae, Pedro Pessoa, a renegociação traz efeitos diretos para a operação dos pequenos negócios. “A decisão de renegociar os débitos garante solidez ao pequeno negócio, além da economia. Parcelar esse pagamento permite que a empresa esteja com condições estáveis para participar de mercados mais exigentes, que demandam essa certidão de regularidade, além de garantir uma visão de futuro sem débitos”, afirmou. Ele acrescentou que a regularização evita cobranças e bloqueios judiciais, facilita a obtenção de certidões e contribui para a recuperação de crédito junto ao mercado.

Pedro Pessoa ressaltou ainda que a renegociação de dívidas não se confunde com o pedido de reenquadramento no Simples Nacional, pois cada procedimento tem regras próprias e deve ser realizado separadamente.

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53

De acordo com o edital, empresas que não regularizarem, dentro do prazo legal, todos os débitos listados no Relatório de Pendências poderão ser excluídas do Simples Nacional. No caso dos microempreendedores individuais, o não cumprimento das exigências leva ao desenquadramento automático do Simei. A medida tende a reduzir o volume de pendências fiscais entre pequenos negócios e ampliar a possibilidade de acesso a crédito, participação em licitações e manutenção da regularidade junto a fornecedores e instituições financeiras.

A PGFN prorrogou o prazo do edital até 30 de janeiro para ampliar a adesão. A orientação é que os interessados consultem as regras de cada modalidade de transação e façam a solicitação no portal Regularize, onde estão disponíveis informações sobre valores, condições de parcelamento e formas de quitação.

Fonte: Sebrae

Advertisement
Whats-App-Image-2025-10-10-at-16-30-53
Continue Reading

Tendência