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Governo do Acre anuncia cronograma de obras e avanço do Arco Viário em Rio Branco

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A governadora em exercício, Mailza Assis, visitou na terça-feira (30) o canteiro de obras do Arco Viário de Rio Branco, localizado no km 1 da estrada do Quixadá. Acompanhada da presidente do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), Sula Ximenes, Mailza destacou a importância do empreendimento para melhorar o tráfego na capital e impulsionar o desenvolvimento urbano. Segundo ela, a nova via vai reduzir a circulação de veículos pesados no centro da cidade e criar um novo corredor logístico que ligará o bairro Belo Jardim à região da Vila Custódio Freire.

De acordo com o Deracre, o projeto foi dividido em quatro lotes e está em fase de terraplanagem, drenagem e instalação de bueiros. O trecho total tem 26 quilômetros, com previsão de uma ponte e 10,87 quilômetros de pavimentação na primeira etapa. O investimento inicial é de R$ 39,5 milhões, dentro de um valor global de R$ 105,7 milhões. Os recursos são provenientes do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), do Ministério das Cidades, de emendas do senador Márcio Bittar e de contrapartida do governo estadual.

Mailza afirmou que o projeto é resultado de parceria e planejamento. “Estamos em uma das maiores obras do Estado, fruto de uma cooperação com o Banco Fonplata. Essa estrada vai descongestionar o centro e contribuir para o crescimento de Rio Branco. Agradeço ao Deracre e ao governador Gladson Cameli pelo empenho em garantir que essa obra avance”, disse a governadora em exercício. Já a presidente do Deracre destacou que o Arco Viário beneficiará mais de 400 mil moradores e facilitará o escoamento da produção, reduzindo o tempo de deslocamento entre as regiões da cidade.

O projeto do Arco Viário se soma a um conjunto de obras de infraestrutura que o governo do Acre pretende entregar até dezembro. Segundo informações da Agência de Notícias do Acre, o Deracre conduz atualmente 45 obras com apoio de recursos federais, além de mais de 100 frentes de trabalho financiadas com recursos próprios. Entre as novas estruturas previstas estão a Ponte da Sibéria, em Xapuri; a rodovia AC-445, ligando Porto Acre ao Bujari; a nova entrada de Tarauacá; a rampa de Sena Madureira; e a recuperação da rodovia AC-10.

O governador Gladson Cameli afirmou que os investimentos em infraestrutura são prioridade. “Essas obras resultam do clamor social e representam a realização de sonhos do povo acreano. Com o apoio do governo federal e das prefeituras, avançamos décadas em poucos anos. Meu compromisso é cuidar das pessoas”, declarou.

A presidente do Deracre reforçou o cronograma de entregas até o fim do ano. “O governador tem nos dado todas as condições para concluir as obras em andamento. Para nós, são obras; para o povo, são sonhos que queremos ver realizados o quanto antes”, afirmou Sula Ximenes.

As intervenções fazem parte do plano estadual de desenvolvimento e visam integrar municípios, melhorar a mobilidade urbana e ampliar a infraestrutura de transporte. No caso de Rio Branco, o Arco Viário representa uma nova rota de ligação entre áreas produtivas e o perímetro urbano, com impacto direto na logística regional e na qualidade de vida dos moradores.

Rio Branco

Rio Branco reforça combate à dengue antes do período chuvoso

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A Prefeitura de Rio Branco reuniu agentes de combate às endemias nesta sexta-feira (28), no auditório do Instituto Federal do Acre (Ifac), para avaliar as ações contra dengue, zika e chikungunya e definir novas estratégias de prevenção antes da chegada do período chuvoso. O trabalho busca ampliar a vigilância nos bairros e evitar o avanço das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Durante o encontro, as equipes analisaram os resultados das atividades realizadas ao longo do ano e compararam os dados atuais com registros de períodos anteriores. A avaliação vai orientar as próximas ações nos bairros da capital, principalmente durante a transição entre a estiagem e o início das chuvas.

Rio Branco registra redução nos casos de dengue, zika e chikungunya. O resultado está relacionado ao trabalho desenvolvido pelos agentes, que fazem visitas domiciliares, orientam moradores e procuram possíveis focos de reprodução do mosquito.

A principal preocupação está dentro das residências. O levantamento mais recente realizado nos imóveis apontou que cerca de 90% dos criadouros encontrados estavam no ambiente domiciliar. Caixas-d’água, vasos, baldes e outros recipientes capazes de acumular água estão entre os locais que podem favorecer a reprodução do Aedes aegypti.

A diretora de Vigilância em Saúde, Socorro Martins, afirmou que o período seco é considerado estratégico para reduzir os riscos antes das chuvas. “Precisamos trabalhar durante o período seco para que, quando as chuvas chegarem, não tenhamos um aumento expressivo de casos nem sejamos surpreendidos pelos indicadores”, afirmou.

O mosquito consegue se desenvolver mesmo em pequenas quantidades de água acumulada. Com o aumento das chuvas, recipientes mantidos abertos ou sem os cuidados necessários podem ampliar a quantidade de criadouros e elevar o risco de transmissão das arboviroses.

As visitas dos agentes também serão mantidas nos bairros. A agente de combate às endemias Fabiana Cristina explicou que o trabalho permite verificar as condições dos imóveis e orientar diretamente os moradores sobre as medidas de prevenção. Ela reforçou que a atuação das equipes tem caráter educativo e pediu que a população permita a entrada dos profissionais devidamente identificados.

Entre as medidas recomendadas estão manter caixas-d’água fechadas, eliminar recipientes que possam acumular água e verificar regularmente quintais e áreas internas das residências. A estratégia pretende manter a redução dos casos e diminuir o risco de avanço das arboviroses durante o período chuvoso.

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Economia e Empreender

Sebrae lança Vitrine de Deep Techs com 412 startups no Startup Summit 2026

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O Sebrae lançou a Vitrine de Deep Techs durante o Startup Summit 2026, realizado entre 26 e 28 de agosto, no CentroSul, em Florianópolis (SC). A plataforma reúne inicialmente 412 empresas brasileiras que desenvolvem soluções baseadas em ciência e tecnologias de alta complexidade e busca ampliar a conexão desses negócios com investidores, parceiros e oportunidades de mercado.

As empresas incluídas na vitrine passaram por uma curadoria entre negócios que já participaram de programas de aceleração do Sebrae. As chamadas deep techs transformam conhecimento científico e tecnologias avançadas em produtos e serviços voltados à solução de problemas complexos, com atuação em áreas como biotecnologia, inteligência artificial, novos materiais, energia e saúde.

A nova plataforma amplia a estratégia de divulgação de empresas inovadoras mantida pelo Sebrae. A instituição já possui uma Vitrine de Startups com mais de 15 mil negócios cadastrados, enquanto sua base nacional reúne cerca de 27 mil startups.

O lançamento foi anunciado na quinta-feira (27) por Alessandro Machado, chefe de gabinete da Diretoria Técnica do Sebrae Nacional. Ele relacionou a expansão das deep techs à aproximação entre pesquisa acadêmica e empreendedorismo.

“Hoje, o Sebrae tem a maior base de startups do Brasil, são 27 mil cadastradas. Por meio do programa CatalisaICT, com a aproximação entre o Sebrae e a universidade, conseguimos transformar pesquisa em negócios que fazem sentido para a sociedade”, afirmou Machado.

A programação do Startup Summit também abriu espaço para discussões sobre aplicações científicas na área da saúde. Um dos painéis tratou do potencial da biodiversidade brasileira para o desenvolvimento de fitoterápicos e insumos farmacêuticos ativos, conhecidos como IFAs, com foco na transformação de pesquisas em inovação e novos produtos.

A internacionalização de empresas brasileiras de tecnologia também entrou na agenda do evento. Mais de 30 comitivas internacionais participaram da edição de 2026, em encontros voltados à formação de parcerias, intercâmbio entre ecossistemas de inovação e conexão de startups brasileiras com mercados estrangeiros.

O Startup Summit 2026 reuniu empreendedores, investidores, fundos e instituições ligadas à inovação. A programação teve dez palcos simultâneos e previsão de participação de cerca de mil startups expositoras, 250 fundos de investimento e 200 palestrantes nacionais e internacionais.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Justiça do Acre

TJAC recebe selo do CNJ por projetos de sustentabilidade e inteligência artificial

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O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) teve duas iniciativas reconhecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na 3ª edição do Prêmio de Inovação do Poder Judiciário. Os projetos Plantando o Futuro e Uirapuru receberam, na quarta-feira, 26 de agosto, o selo Judiciário Inovador, na categoria Gestão Judicial Inovadora.

O Plantando o Futuro reúne ações ambientais e passou a integrar de forma permanente as políticas do Judiciário acreano. A iniciativa prevê o plantio de 15 mil mudas de espécies nativas da Amazônia até 2030 e também já recebeu reconhecimento no Prêmio Juízo Verde, promovido pelo CNJ.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, afirmou que o trabalho amplia a responsabilidade institucional com a sustentabilidade e a proteção da biodiversidade, com efeitos que alcançam as próximas gerações.

A segunda iniciativa premiada, o Uirapuru, usa inteligência artificial para organizar informações administrativas e facilitar consultas feitas por magistrados e servidores. O protótipo foi desenvolvido em parceria entre tribunais do Acre, Roraima, Rondônia, Amazonas e Tocantins.

A ferramenta busca reunir conhecimento institucional e tornar o acesso a informações internas mais simples. O desenvolvimento conjunto também integra ações de inovação realizadas pelos tribunais da Região Norte.

Para o assessor de Transformação e Inovação do TJAC, Bono Maia, o reconhecimento acompanha o trabalho de fortalecimento de soluções desenvolvidas de forma colaborativa. Segundo ele, o resultado também reforça a atuação do InovaLab na estruturação das iniciativas de inovação do tribunal.

O selo concedido aos dois projetos coloca iniciativas ambientais e tecnológicas do Judiciário acreano entre as práticas reconhecidas nacionalmente pelo CNJ na área de gestão judicial.

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