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Economia e Empreender

Indústria lança Movimento Juntos pela Indústria para integrar pequenos negócios e aumentar competitividade

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O Sebrae e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançaram na quarta-feira (25), em São Paulo, o Movimento Juntos pela Indústria, um pacto de cooperação com vigência inicial de dois anos para aproximar micro e pequenas empresas das cadeias industriais mais estruturadas e acelerar a agenda de inovação, produtividade e sustentabilidade do setor. O anúncio ocorreu durante o Congresso de Inovação da Indústria e formalizou um modelo de atuação conjunta entre o Sebrae e entidades do Sistema Indústria.

O acordo reúne CNI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Social da Indústria (Sesi) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL) em uma governança compartilhada, com diretrizes e compromissos institucionais para orientar ações coordenadas. A estratégia prevê, ao longo do período, iniciativas de qualificação profissional, difusão tecnológica, apoio à inovação e inserção de pequenos negócios em cadeias de maior valor agregado, com possibilidade de prorrogação após o término da vigência inicial.

Diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick afirmou que o movimento atende a uma demanda por integração entre políticas e instrumentos de apoio e busca ampliar a escala do que já existe. “A competitividade da indústria brasileira passa pela capacidade de incluir os pequenos negócios de forma estruturada. Quando a gente organiza governança, define prioridades e atua de forma coordenada, o impacto é muito maior”, disse. Segundo ele, a proposta também tenta reduzir sobreposições e aumentar a eficiência das ações em curso, colocando as micro e pequenas empresas como parte central da estratégia industrial.

A criação do movimento ocorre em meio à pressão por adaptação a mudanças globais que vêm redesenhando a indústria, como a digitalização, a economia verde e a reorganização das cadeias produtivas. A aposta é que a integração de competências entre instituições e empresas de diferentes portes acelere a entrada de pequenos negócios em mercados mais sofisticados, com reflexos na capacidade competitiva da base industrial brasileira.

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Semana do MEI 2026 mira recorde de 1,5 milhão de atendimentos em todo o Brasil

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O Sebrae lançou a Semana do MEI 2026 com a meta de alcançar 1,5 milhão de atendimentos em todo o país, acima do resultado registrado em 2025, quando a mobilização chegou a 1,4 milhão. A 17ª edição da iniciativa reúne programação nacional com capacitações, oficinas, consultorias, palestras e orientação para microempreendedores individuais, com ações presenciais e digitais distribuídas em duas etapas ao longo do mês de maio.

A agenda começa com o “Esquenta Semana do MEI”, de 19 a 22 de maio, em formato online e com conteúdos voltados a preparar o público para a semana principal. A mobilização nacional ocorre de 25 a 29 de maio, quando os Sebrae estaduais organizam atendimentos e eventos em rede, combinando atividades presenciais e online com foco em temas como gestão, finanças, marketing, vendas, atendimento ao cliente, inovação e acesso a mercados. O diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, afirmou que a prioridade é ampliar o apoio direto a quem empreende e superar o desempenho do ano passado: “O nosso propósito é servir e contribuir, com proximidade, simplicidade e utilidade, para o sucesso daqueles que enfrentam a dura luta cotidiana de empreender. Queremos superar 2025 e bater o recorde de atendimentos em 2026”.

A Semana do MEI também reforça o peso do regime na base de pequenos negócios do país. O Sebrae estima que quase 17 milhões de brasileiros atuem como microempreendedores individuais, o equivalente a 68% dos pequenos negócios do Simples Nacional, e que a mobilização foi desenhada para esse público, com linguagem prática e conteúdos voltados a demandas imediatas do dia a dia.

O crescimento da iniciativa nos últimos anos sustenta a ambição de 2026. Em 2022, foram 554 mil atendimentos; em 2023, 856 mil; em 2024, mais de 1,1 milhão; e, em 2025, 1,4 milhão. O gerente de Atendimento ao Cliente do Sebrae, Enio Pinto, disse que a semana se consolidou como o maior movimento do sistema e acompanhou o aumento da procura por orientação: “A Semana do MEI é o maior movimento que o Sistema Sebrae realiza. E não podia ser diferente. O microempreendedor é quem mais procura o Sebrae, quem mais precisa desse apoio e quem melhor nos avalia”. Ele também convocou quem já está formalizado e quem pretende começar: “Se você já é MEI ou quer começar sua jornada empreendedora, participe. Teremos eventos digitais e presenciais em todo o Brasil, com conteúdos preparados para apoiar quem empreende todos os dias”.

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Artesãos do Acre levam biojoias, arte indígena e marchetaria ao 22º Salão do Artesanato em São Paulo

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Dez artesãos acreanos começaram nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026, a representar o Acre no 22º Salão do Artesanato Raízes Brasileiras, em São Paulo, em uma participação organizada com apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), e da coordenação estadual do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). A feira segue até domingo, 17, no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, na capital paulista, com peças de madeira, biojoias, arte indígena, cestaria e outros produtos expostos em estande do Estado.

A coordenadora estadual do artesanato acreano, Risoleta Queiroz, disse que a participação na feira amplia a visibilidade das tradições do Estado e relatou movimento constante no estande. “Nosso estande está sendo muito visitado, as vendas estão superando as expectativas. É uma oportunidade que os artesãos têm de participar dessa feira, que é uma das maiores do artesanato, e todos os anos, o Acre participa com dez artesãos, selecionados via edital pelo governo do Acre. E estamos aqui para mostrar nosso artesanato, nossa cultura, nossos produtos, para que os visitantes saiam satisfeitos”, afirmou.

Entre os expositores do estande do Acre estão Antônio Kléder Bezerra, Maria do Socorro Ferreira, Márcia Silva de Lima, Maria Barroso Moreira, Francisco Ramalho Rodrigues e Edina Carlos Brandão Shanenawa, além de Maria do Socorro Silva Tavares, Maria Eneide Brozzo de Azevedo, Maria José de Menezes e a Associação dos Artesãos do Vale do Juruá (Assavaj). Artesão há mais de 20 anos, Antônio Kléder afirmou que a presença no evento ocorre em parceria com o PAB: “Viemos aqui representar o Acre com a ajuda do governo do estado, participando de um estande do estado, onde o PAB é o nosso grande parceiro em nível nacional”.

Além do grupo selecionado para o estande, o Acre também aparece no espaço Top 100 do Sebrae com o artesão Maqueson Pereira, que atua com marchetaria, e José Rodrigues de Araújo, conhecido como Dr. da Borracha.

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“Fazer a diferença no mundo” lidera motivação de jovens para empreender, aponta pesquisa GEM

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A vontade de “fazer a diferença no mundo” virou a principal motivação para brasileiros de 18 a 34 anos abrirem um negócio, com 76% citando esse objetivo, segundo a pesquisa GEM: Empreendedorismo no Brasil 2025, divulgada nesta segunda-feira (11). O indicador aparece em nível semelhante entre empreendedores de 35 a 54 anos, com 78%.

O presidente do Sebrae Nacional, Rodrigo Soares, relacionou o resultado ao potencial de impacto econômico e social de negócios guiados por propósito. “Quando o empreendedor tem o propósito de transformação pessoal e social, os resultados de seu trabalho tendem a beneficiar ainda mais a economia e a qualidade de vida no país”, afirmou.

O recorte por idade mostra uma mudança entre os mais velhos. Entre empreendedores de 55 a 64 anos, a principal razão para iniciar um negócio é “ganhar a vida porque os empregos são escassos”, citada por 70,7%, enquanto “fazer a diferença no mundo” aparece com 69,5%. Na faixa de 65 a 74 anos, incluída pela primeira vez no levantamento, a distância aumenta: 82% apontam a falta de empregos como motivação principal, contra 63% que citam “fazer a diferença no mundo”.

Entre os mais jovens, os dados também registram a combinação de propósito e expectativa financeira. Na faixa de 18 a 34 anos, além de “fazer a diferença no mundo” (75,9%), “construir uma grande riqueza ou uma renda muito alta” aparece com 74,6%, e “ganhar a vida porque os empregos são escassos” com 65,3%. “Continuar uma tradição familiar” fica em 43,5%. No grupo de 35 a 54 anos, “fazer a diferença no mundo” (77,9%) é seguido por “ganhar a vida porque os empregos são escassos” (75,8%), “construir uma grande riqueza ou uma renda muito alta” (66,5%) e “continuar uma tradição familiar” (46,8%).

A pesquisa GEM é realizada no Brasil pelo Sebrae em parceria com a Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe) e integra um estudo internacional aplicado em mais de 100 países. No país, o levantamento é anual e ocorre de forma ininterrupta desde 2000.

Fonte: Sebrae

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