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Política

Lei Estadual no Acre garante opções de pagamento e evita suspensão de energia elétrica

Nova regulamentação exige alternativas de pagamento imediato pela concessionária de energia para evitar interrupções no serviço

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Aprovada nesta quinta-feira (23), a Lei Estadual nº 4.195 no Acre estabelece mudanças significativas no processo de suspensão do fornecimento de energia elétrica. A legislação obriga a concessionária responsável pelo serviço, a Energisa, a disponibilizar ao consumidor, no momento da suspensão, opções de pagamento imediato. Essa medida visa impedir a interrupção do fornecimento de energia.

Segundo a nova lei, a empresa deve oferecer alternativas como pagamento via cartões de débito ou crédito, além da utilização do PIX. Para garantir o pagamento dos débitos atrasados por meio do PIX, os funcionários da companhia elétrica devem estar munidos da fatura contendo QR Code ou possibilitar o pagamento por meios eletrônicos.

O não cumprimento das disposições estabelecidas na lei acarretará em penalidades para a concessionária. A empresa poderá ser multada em três vezes o valor da taxa de religação caso não atenda aos requisitos exigidos pela nova legislação.

Entretanto, a suspensão do serviço é autorizada caso, no momento do desligamento, o consumidor não seja localizado. O projeto de lei nº 70/2023, base para essa legislação, foi proposto pelo deputado estadual Eduardo Ribeiro.

A nova regulamentação é um avanço na proteção ao consumidor no Acre, proporcionando meios para regularizar pendências financeiras junto à concessionária de energia elétrica antes da suspensão do serviço.

“Nosso objetivo é garantir que as pessoas tenham condições de resolver suas pendências financeiras junto às concessionárias antes da interrupção dos serviços, evitando transtornos desnecessários”, ressaltou o deputado Eduardo Ribeiro ao explicar o propósito do projeto de lei. “Reconhecemos a relevância da energia elétrica no cotidiano das pessoas. Por essa razão, o projeto de lei busca proporcionar aos cidadãos a chance de regularizar seus débitos junto às concessionárias antes da interrupção dos serviços, prevenindo inconvenientes e o acúmulo de taxas de religação”, complementou, destacando a importância dessa medida.

Foto: Sérgio Vale

Política

Câmara de Rio Branco aprova reajuste de 5% para servidores da Prefeitura

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A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta terça-feira o projeto do Executivo que concede reajuste linear de 5% aos servidores da Prefeitura. A proposta foi aprovada por unanimidade entre os 14 vereadores presentes, alcança cerca de 7 mil trabalhadores e agora segue para sanção do prefeito Alysson Bestene.

Durante a votação, os vereadores também aprovaram uma emenda do vereador Aiache, do PP, para incluir no texto a atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da RBTrans. Outra emenda, apresentada por Fábio Araújo, do MDB, previa reajuste de 7,52% para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, com aplicação imediata de 5% e o restante até novembro. A proposta foi rejeitada por 11 votos, com apoio apenas do autor e de Hildegard Pascoal.

Ao defender a rejeição da emenda, Aiache afirmou que a inclusão do novo índice no mesmo projeto poderia comprometer a sanção do reajuste geral e atrasar ainda mais a recomposição salarial, que, segundo ele, já deveria ter sido concedida no mês passado. O vereador disse ainda que a Câmara pretende discutir separadamente a situação dos agentes de saúde e de endemias, com participação de sindicatos, do Executivo e de representantes federais.

O projeto aprovado prevê a recomposição salarial para todas as categorias da administração municipal em um momento de transição no comando da Prefeitura de Rio Branco, hoje chefiada por Alysson Bestene.

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Política

Câmara destrava pauta após governo retirar urgência de projeto que acaba com escala 6×1

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O governo federal retirou nesta terça-feira, 16 de junho, o regime de urgência do projeto que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e liberou a pauta do plenário da Câmara dos Deputados para a votação de outras propostas. A decisão foi discutida na reunião de líderes da Casa, em Brasília, e encerrou o travamento provocado pela urgência constitucional que incidia sobre a matéria.

Com a retirada da urgência, o projeto deixa de impedir a análise de outros textos e passa a tramitar em regime de prioridade. A proposta do Executivo, apresentada em abril, altera a Consolidação das Leis do Trabalho e outras normas para reduzir a duração normal da jornada e rever regras de descanso semanal remunerado em categorias específicas.

O destravamento da pauta também abriu espaço para negociações em torno de outros temas em análise na Câmara. Entre eles está o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível. Apesar da expectativa de votação ainda nesta terça, o acordo entre líderes foi adiar a análise para a última semana de junho.

A mudança no calendário atende à articulação política do governo e da presidência da Câmara para reorganizar a agenda do plenário. Com isso, a Casa retoma a discussão de propostas que estavam paradas enquanto o projeto sobre a escala 6×1 mantinha a pauta bloqueada.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Câmara marca reunião para destravar votação do fim da escala 6×1

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, convocou para esta terça-feira, 16 de junho, às 14h, uma reunião do colégio de líderes para discutir o Projeto de Lei 1838/26, que trata do fim da escala 6×1. A proposta fixa em até 40 horas semanais a jornada normal de trabalho, e o relator, deputado Leo Prates, deverá apresentar esclarecimentos sobre o parecer antes da análise em plenário. Como o texto tramita em regime de urgência, ele bloqueia a pauta da Casa até ser votado.

A articulação ocorre poucos dias depois de Motta escolher Leo Prates para relatar a proposta. A intenção da cúpula da Câmara é manter no projeto a mesma linha da proposta de emenda à Constituição aprovada pelos deputados em 27 de maio, que reduziu a jornada semanal de 44 para 40 horas e trocou a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de folga. Essa PEC já seguiu para análise do Senado.

Além do projeto sobre jornada de trabalho, os líderes também devem discutir o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo. A expectativa da presidência da Câmara é votar as duas matérias ainda nesta semana para destravar a pauta do plenário e abrir espaço para outros temas pendentes.

Fonte e foto: Agência Brasil

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