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Agenda Cultural

É hoje: Festival Matias de Teatro de Rua começa em Rio Branco; confira a programação

Iniciando sua jornada por Rio Branco, o Festival Matias vai transformar as ruas da capital acreana em um grande palco de cores, histórias e muita arte.

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O cortejo artístico saindo do Museu dos Povos Acreanos para a Praça da Revolução abre as apresentações (Foto: Cedida)

O dia 6 de agosto sempre foi uma data de celebração histórica para o povo acreano, marcando a Revolução Acreana, que moldou a identidade do estado. E é nessa pegada, agregando cultura e arte, que a Cia Visse e Versa dá início à programação do Festival Matias de Teatro de Rua 2025.

Iniciando sua jornada por Rio Branco, o Festival Matias vai transformar as ruas da capital acreana em um grande palco de cores, histórias e muita arte. Assim como a Revolução Acreana trouxe uma nova perspectiva para a região, o festival chega para reposicionar o espaço público, levando teatro, circo, mamulengo, música e toda a riqueza da cultura popular para as calçadas e praças da cidade.

A programação, que se estende até 19 de agosto, não se restringe à capital. Será realizada nos municípios de Senador Guiomard, Bujari, Plácido de Castro, Vila Campinas e Porto Acre, unindo artistas de todo o Brasil e valorizando os talentos da terra.

O coordenador-geral do projeto, Alenine Alencar, destaca a importância do festival para a região: “O Festival Matias é um encontro da arte pública com o público, com a comunidade. Ele tem uma característica muito própria, pois faz parte de um circuito do teatro de rua nacional e se conecta com uma rede brasileira de teatro de rua. Ele não se centraliza em um único espaço, mas se multiplica em vários, indo para municípios e comunidades. É um festival feito para o diálogo com a cidade, incorporando diversas linguagens, como música, culturas populares e tradicionais. É um festival diverso e para as pessoas se divertirem e refletirem. Anualmente, ele oferece um espaço de lazer público, onde a reflexão é um cordão propulsor e importante.”

Na página do festival @festivalmatiasdeteatroderua, você acessa a programação completa e fica por dentro de tudo que vai rolar.

Oficinas

Em sua sétima edição, o Festival Matias de Teatro de Rua também oferece oficinas gratuitas, que acontecem entre 6 e 19 de agosto, em diversos municípios acreanos. As inscrições, que são limitadas, devem ser realizadas pelo link disponível na bio do festival.

Realização e parcerias

O Festival Matias de Teatro de Rua 2025 é uma realização da Cia Visse e Versa/Comitê de Cultura do Acre – Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), em parceria com SESC/Acre e Federação de Teatro do Acre (FETAC).

O Festival também conta com apoio da prefeitura de Rio Branco, por meio da Fundação Garibaldi Brasil (FGB); prefeitura de Senador Guiomard, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FUNCAV), prefeitura do Bujari, por meio da Secretaria de Cultura Municipal; e da prefeitura de Plácido de Castro.

O projeto também conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM/Governo do Acre); e Fundação Nacional das Artes (FUNARTE) e Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura (MINC/Governo Federal).

Onde a Arte Vai Florescer?

  • Rio Branco: De 6 a 10 de agosto.
  • Senador Guiomard: Nos dias 12 e 13 de agosto.
  • Bujari: Nos dias 14 e 15 de agosto.
  • Plácido de Castro e Vila Campinas: Nos dias 16 e 17 de agosto.
  • Porto Acre: Para encerrar a jornada, nos dias 18 e 19 de agosto.

Artistas da Terra e de Outros Caminhos

Grupos do Acre:

  • Boi Carion – Mâncio Lima
  • Palhaço Pipoca – Plácido de Castro
  • Grupo Experimental de Artes Vivartes – Rio Branco
  • AcreAtiva Produções Culturais – Rio Branco
  • Microbinho e sua trupe – Rio Branco
  • Banda The Bubuias – Rio Branco

Grupos Convidados de Outros Estados:

  • Gabi Benedita – Arcoverde (PE)
  • Trip Teatro – Rio do Sul (SC)
  • Lamira Artes Cênicas – Palmas (TO)
  • Du Cafundó – Chapada dos Guimarães (MT)
  • Os Ciclomáticos Companhia de Teatro – Rio de Janeiro (RJ)
  • Grupo TIA – Canoa (RS)
  • Grupo Pombas Urbanas – São Paulo (SP)
  • Grupo Experimental de Teatro/GEMTE – Belém (PA)

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Especial Pitty e Legião Urbana chega à JUPARÁ Restaurante no dia 5 de junho com ingressos a partir de R$ 50

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A JUPARÁ Restaurante recebe no dia 5 de junho o “Especial Pitty & Legião Urbana”, show interpretado pela Banda The Fisher e por Rodrigo Ephren que reúne clássicos de dois nomes centrais do rock brasileiro. A apresentação, realizada pela Eureka! Produções, terá mesas a R$ 200 para quatro pessoas e ingresso individual a R$ 50.

O repertório inclui músicas como “Admirável Chip Novo”, “Máscara”, “Tempo Perdido” e “Pais e Filhos”, em uma noite voltada ao público que acompanha a trajetória de Pitty e Legião Urbana. A proposta é reunir canções de diferentes fases do rock nacional em um mesmo palco, com foco em sucessos que seguem presentes no repertório afetivo de várias gerações.

Além do show, o público terá à disposição a estrutura da JUPARÁ Restaurante, com atendimento de gastronomia e espaço preparado para receber grupos de amigos, casais e fãs do gênero. A organização aposta em uma programação centrada na execução de faixas conhecidas do público do início ao fim da apresentação.

As informações e reservas podem ser feitas pelo WhatsApp (68) 98104-9710, com Rodrigo.

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Cine Beira-Rio realiza sessão especial neste sábado na comunidade da Judia; confira

Após emocionar o público na Casa do Chico Monteiro nesta sexta-feira, projeto comunitário leva mostras de filmes acreanos e ações ambientais para nova comunidade ribeirinha.

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O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Após a exibição realizada nesta sexta-feira, 15, na Casa do Chico Monteiro (no projeto Bela Vista), o projeto Cine Beira-Rio segue a todo vapor e desembarca para uma sessão especial neste sábado, 16 de maio.

O encontro de hoje acontece a partir das 17h30 na Casa de Farinha, localizada no Ramal Beira-Rio, na comunidade da Judia, em Rio Branco. Toda a comunidade e o público em geral estão convidados a prestigiar o evento, que une arte, lazer e conscientização.

Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.

Estrutura e programação na beira do rio

A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de uma hora e meia de projeções que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória, a identidade e o cotidiano da nossa gente.

A curadoria foi pensada para agradar a todas as idades, começando pela diversão das crianças com as animações “Sementes”, de Isabelle Amsterdam, e “Clarinha e o Boto”, de Enilson Amorim. Para o público geral, a mostra exibe os documentários “Mercado de Histórias” e “Ponte de Memórias”, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista, além das narrativas regionalistas “O Profeta do Acre”, de Fabiana Júlia, e “As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu”, de Silvio Margarido.

Cultura que planta futuro

Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.

A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.

A força por trás do projeto

A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.

Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.

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Cine Beira-Rio leva telas, pipoca e plantio de mudas para nova comunidade nesta sexta-feira; confira

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O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Nesta sexta-feira, 15, o projeto Cine Beira-Rio atraca em um cenário especial: a Casa do Chico Monteiro, localizada no projeto Bela Vista, rio abaixo de Rio Branco. A programação cultural e ambiental tem início a partir das 17 horas.

Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.

Estrutura e programação na beira do rio

Estrutura de cinema ao ar livre montada pelo projeto Cine Beira-Rio

A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de 1h30 de filmes que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória e o cotidiano da nossa gente. A curadoria conta com:

  • Para as crianças: As animações Sementes, de Isabelle Amsterdam, e Clarinha e o Boto, de Enilson Amorim.
  • Documentários e Narrativas: Mercado de Histórias e Ponte de Memórias, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista.
  • Regionalismo: Completam a mostra os filmes O Profeta do Acre, de Fabiana Júlia, e As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu, de Silvio Margarido.

Cultura que planta futuro

Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio de cerca de 200 mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.

A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.

A força por trás do projeto

Coordenadora do projeto Cine Beira-Rio, Alcinethe Damasceno

A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.

Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.

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