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Política

Prefeitura de Cruzeiro do Sul Investe em Melhorias no acesso ao Porto da Cidade

Porto de Cruzeiro do Sul: Acesso Aprimorado Beneficia Comércio, Profissionais e Passageiros, Impulsionando Desenvolvimento Local

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Com o intuito de otimizar o acesso ao principal porto da cidade, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria de Obras, promovo melhorias no local, beneficiando o embarque e desembarque de pessoas e mercadorias. A intervenção foi realizada no porto situado na Rua Meirim Pedreira, às margens do rio Juruá.

A iniciativa englobou a abertura de acessos estratégicos para veículos, permitindo um estacionamento mais próximo das embarcações. Essa mudança traz maior agilidade e praticidade para a carga e descarga de produtos, contribuindo assim para dinamizar as atividades econômicas que ocorrem nesse importante ponto de conexão fluvial.

A Secretaria de Obras, chama a atenção para o novo fluxo do trânsito de veículos no local, que agora têm a possibilidade de descer por um lado e subir por outra via. O que viabiliza o estacionamento bem próximo às embarcações, atendendo tanto aos grandes barcos quanto aos catraieiros.

Prefeito Zequinha Lima Enfatiza os Benefícios da Modernização Portuária

O prefeito Zequinha Lima ressaltou a importância do projeto para a cidade: “Nosso objetivo foi dar a atenção devida a uma atividade que é fundamental na vida de Cruzeiro do Sul, que é essa conexão entre o transporte fluvial de pessoas e mercadorias ao longo do rio Juruá e afluentes, e o transporte viário que é conectado através dos muitos portos da cidade, e em particular este que se tornou o de maior movimento. É uma obra que traz mobilidade e segurança, mas também dignidade para os profissionais e passageiros.”

A intervenção não apenas facilita o dia a dia dos trabalhadores locais, mas também reforça a importância da gestão pública em impulsionar a economia e a qualidade de vida da população.

Direto ao ponto

2026 já está decidido. As urnas ainda não sabem

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Só esqueceram de combinar com o eleitor.

Todo ciclo eleitoral tem suas etapas. Há a das filiações, a das pesquisas, a das convenções e, antes de todas elas, a mais divertida: a temporada dos profetas eleitorais.

É quando surgem as análises definitivas, as sentenças irrefutáveis e as certezas absolutas sobre uma eleição que ainda nem começou de verdade. Basta um café, uma roda de conversa ou um artigo mais inspirado para decretar: “a eleição será decidida em Cruzeiro do Sul.” Ainda mais quando decisões recentes entram no roteiro, como o anúncio de apoio de Zequinha Lima a Alan Rick e as movimentações que colocam Jéssica Sales como provável vice na chapa de Mailza, como se essas definições fossem suficientes para encerrar o debate antes mesmo de ele começar.

Será?

Cruzeiro do Sul é, sem dúvida, um dos maiores colégios eleitorais do Acre. Tem peso político, tradição e lideranças influentes. Mas reduzir o resultado de uma eleição à vontade de um único município é uma simplificação que nem a matemática eleitoral consegue explicar.

Aliás, se a tese estiver correta, surge um pequeno problema: quem exatamente influencia e decide em Cruzeiro do Sul? Zequinha Lima e Jéssica Sales?

E Nicolau Júnior? E Gladson Cameli? E Delcimar Leite? E Clodoaldo Rodrigues?

E a vereadora Valéria Lima, a mais votada da última eleição municipal? E o presidente da Câmara, Elter Nóbrega? Eles deixaram de influenciar o eleitorado? Ou simplesmente desapareceram porque alguém resolveu resumir a política de Cruzeiro do Sul a um ou dois sobrenomes?

A verdade é que Cruzeiro do Sul não tem uma única liderança. Tem um alfabeto inteiro delas. Deputados, vereadores, ex-parlamentares, lideranças comunitárias, empresariais, religiosas e políticas formam um mosaico que nunca coube em uma manchete.

Quem enxerga apenas uma letra provavelmente ainda não aprendeu a ler a política do Juruá.

E isso vale para qualquer município do Acre. Toda eleição produz a tentação de encontrar um “dono” dos votos, um “grande eleitor” ou um atalho para explicar o comportamento do eleitorado. Mas a política real é muito menos conveniente do que as teorias prontas.

As eleições de 2026 não serão decididas por um artigo, por uma pesquisa isolada, por uma roda de conversa ou pela vontade de um único grupo político. Serão decididas nas urnas, voto a voto, em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Brasileia, Feijó, Xapuri, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e em todos os demais municípios acreanos.

Existe um detalhe que continua escapando a todas as profecias: o eleitor acreano não usa cabresto, não gosta de “já ganhou” e costuma reagir mal a qualquer tentativa de traição ou imposição.

Até lá, os profetas continuarão fazendo previsões. Faz parte do jogo. Só esqueceram de combinar com o eleitor.

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Direto ao ponto

Mais um anúncio. E o estranho? Ou o que todos eles têm em comum?

Jéssica Sales será vice na chapa com Mailza Assis

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O MDB voltou a fazer o que já virou rotina: anunciar apoio à pré-candidatura de Mailza Assis e garantir que Jéssica Sales será a vice-governadora.

O anúncio foi feito novamente por Vagner Sales, durante o café da manhã promovido pelo Progressistas. A convicção foi a mesma das outras ocasiões.

O detalhe é que a principal personagem dessa história continua sem assumir publicamente o papel que seu partido insiste em anunciar. Jéssica Sales segue distante desses encontros e, quando tratou do assunto em entrevista ao Bar do Vaz, preferiu não confirmar a condição de vice, deixando a definição para as articulações políticas.

Na política, quem anuncia uma candidatura costuma ser o próprio candidato. Neste caso, o anúncio continua sendo feito por terceiros.

O encontro ainda reservou outro momento que merece reflexão. Em vez de concentrar o discurso na construção de um projeto para o Acre, Vagner Sales preferiu subir o tom contra o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, chamando-o de traidor e defendendo sua expulsão do Progressistas.

A crítica política faz parte da democracia. Mas, se Zequinha precisa prestar contas, que seja principalmente pela gestão que entrega à população.

Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Acre, convive com problemas conhecidos, obras que demoram a sair do papel, reclamações constantes sobre serviços públicos e uma sensação crescente de estagnação. Para muitos moradores, a cidade parece presa ao ciclo do “mais do mesmo”, enquanto as respostas seguem lentas e insuficientes.

Nos bastidores, também cresce a percepção de que as principais decisões da administração estão concentradas em um grupo cada vez menor de auxiliares, reduzindo o diálogo político e administrativo. Se essa leitura não corresponde à realidade, cabe ao próprio prefeito Zequinha demonstrar o contrário por meio de resultados, transparência e maior abertura.

No fim, a troca de acusações produz manchetes, mas não resolve os problemas de Cruzeiro do Sul. A população espera menos conflitos pessoais e mais soluções concretas.

E quanto ao MDB, permanece a mesma pergunta que acompanha todos esses encontros: se a candidatura de Jéssica Sales à vice está realmente definida, por que a única confirmação que ainda falta é justamente a da própria anunciada?

Foto: Reprodução Perfil Mailza Assis Instagram

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Política

TCU cobra Instituto Léo Moura, que recebeu indicação de Bittar e emendas de Alan Rick

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O Instituto Léo Moura Sports, responsável por projetos de escolinhas de futebol e outras atividades esportivas, entrou na mira do Tribunal de Contas da União por irregularidades encontradas na aplicação de recursos federais. A mesma entidade mantém relações documentadas com dois parlamentares do Acre: o senador Márcio Bittar indicou R$ 7,03 milhões para o instituto por meio de emenda de relator, enquanto o senador Alan Rick destinou emendas para projetos executados pela organização no estado.

A cobrança do TCU consta no Acórdão nº 1.770/2026, aprovado pelo plenário da corte. A fiscalização alcançou 22 termos de fomento firmados pelo Instituto Léo Moura Sports entre 2020 e 2022, com valor total próximo de R$ 69,2 milhões. Os recursos chegaram à entidade por meio de emendas parlamentares destinadas ao financiamento de projetos esportivos.

O tribunal determinou que o Ministério do Esporte conclua as análises das prestações de contas e dos processos de responsabilização relacionados aos instrumentos. Entre os 22 termos, 11 tiveram as contas reprovadas, com aproximadamente R$ 3,38 milhões em despesas impugnadas. Oito casos deram origem a tomadas de contas especiais, procedimento usado para identificar responsáveis, calcular prejuízos e cobrar a devolução de recursos públicos.

A Controladoria-Geral da União aprofundou a fiscalização sobre quatro termos de fomento, que receberam juntos R$ 25.262.860,28. Os projetos foram executados no Rio de Janeiro e no Amapá e não incluíam ações desenvolvidas no Acre.

A auditoria encontrou propostas de preços atribuídas a empresas que negaram ter apresentado os orçamentos, fornecedores que não funcionavam nos endereços informados, ausência de comprovantes de entrega, estoques inferiores às quantidades faturadas e falhas nos registros usados para comprovar o número de crianças atendidas.

A CGU calculou R$ 373,7 mil em sobrepreço e cerca de R$ 2,69 milhões em superfaturamento na amostra examinada. Os valores envolviam materiais esportivos, uniformes, serviços, locações e itens de premiação.

Um dos instrumentos alcançados pela cobrança do TCU é o Termo de Fomento nº 930688/2022, destinado a um projeto no Amapá. O tribunal determinou que o Ministério do Esporte anulasse o termo ou adotasse uma medida para impedir novos repasses.

No Acre, o Instituto Léo Moura Sports executou o Termo de Fomento nº 918665/2021, assinado em 31 de dezembro de 2021. O acordo, no valor de R$ 349.520,02, financiou o projeto Passaporte para Vitória 7 – AC e tinha o Ministério da Cidadania como concedente.

A origem parlamentar do dinheiro destinado a esse termo específico não está identificada nas informações disponíveis. O instrumento confirma, porém, que o instituto já recebia recursos federais para atuar no Acre durante o mesmo período alcançado pela fiscalização geral do TCU.

A relação da entidade com Márcio Bittar aparece no Ofício nº 476/2021, encaminhado pelo gabinete do senador ao então Ministério da Cidadania em dezembro de 2021.

O documento colocou o Instituto Léo Moura Sports como beneficiário de uma indicação de R$ 7.032.116,62. O recurso estava vinculado à ação orçamentária 20JP, destinada a projetos esportivos, na modalidade de custeio.

A indicação foi feita por meio das emendas de relator identificadas pelo código RP9, mecanismo que ficou conhecido como orçamento secreto. O ofício traz o nome da entidade, o CNPJ e o valor solicitado ao governo federal.

A relação de Alan Rick com o instituto ocorreu por meio do financiamento e da divulgação dos projetos desenvolvidos no Acre. Em 2021, ainda como deputado federal, o parlamentar participou do anúncio da implantação das escolinhas ligadas ao projeto Passaporte para a Vitória.

A parceria continuou durante o mandato de Alan Rick no Senado. Emenda individual apresentada por ele em 2023 destinou R$ 700 mil para ações de esporte comunitário. Desse total, R$ 698.344 foram pagos posteriormente como restos a pagar ao Instituto Léo Moura Sports.

Os projetos alcançaram municípios como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Senador Guiomard e Mâncio Lima. As ações incluíram escolinhas de futebol e um núcleo de vôlei instalado na capital.

Em 2024, o parlamentar participou de inaugurações e anunciou recursos para a manutenção e a ampliação das atividades. Em 2025, o gabinete informou a destinação de mais R$ 2,058 milhões para os projetos, com previsão de 1.330 vagas para crianças e adolescentes em Rio Branco, Sena Madureira e Senador Guiomard.

A investigação do TCU trata da execução dos termos de fomento firmados pelo Instituto Léo Moura Sports e não atribui irregularidades aos senadores Márcio Bittar e Alan Rick.

A ligação dos dois parlamentares com a entidade ocorre em campos distintos. Bittar indicou o instituto como beneficiário de R$ 7,03 milhões de uma emenda de relator. Alan Rick destinou emendas e manteve parceria pública com os projetos executados pela organização no Acre.

O Instituto Léo Moura Sports permanece responsável por apresentar as prestações de contas dos recursos recebidos e comprovar a execução das atividades contratadas. O Ministério do Esporte deverá concluir a análise dos instrumentos e adotar as medidas determinadas pelo Tribunal de Contas da União.

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