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Educação

PT relembra enorme contribuição de Marco Brandão para a educação do Acre

Luto e reconhecimento

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No dia 15 de outubro de 2023, Dia do Professor, o Acre e o Partido dos Trabalhadores (PT) do estado lamentaram profundamente a perda de Marco Antônio Brandão Lopes, um educador apaixonado e dedicado que deixou uma marca indelével na educação do Acre. Brandão, que faleceu neste dia, foi homenageado por lideranças, amigos e ex-companheiros de trabalho e militância por sua notável contribuição para o ensino e o aprimoramento da educação na região.

Tião Viana relembra a contribuição inestimável de Marco Brandão

Tião Viana, ex-governador do Acre e amigo próximo de Marco Brandão, recordou com carinho a contribuição marcante do educador para a educação do estado. Brandão foi seu ex-Secretário de Educação e desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento e avanço do sistema educacional acreano.

Durante sua gestão como Secretário de Educação e Esporte do Acre, Marco Brandão foi responsável por uma série de realizações. Destacam-se o estabelecimento do Centro de Idiomas do Acre, que proporcionou oportunidades para cerca de 80.000 jovens estudarem idiomas estrangeiros, a criação do Centro de Matemática, Ciências e Robótica em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, e a entrega de milhares de tablets aos alunos. Além disso, ele liderou o programa de alfabetização de adultos “Quero Ler”, em parceria com o Banco Mundial, que alfabetizou mais de 49.000 pessoas. Sua dedicação também incluiu a consolidação do Plano de Cargos e Carreiras para os trabalhadores da educação e avanços significativos nos indicadores educacionais do Acre.

“…avanços nos indicadores que permitiram ao Acre alcançar os mais respeitados indicadores da Amazônia. Além de suas lições cotidianas de honradez, humanidade e companheirismo. Obrigado, admirável Marcos Brandão”, escreveu Tião, em publicação em seu Instagram.

Daniel Zen relembra seu querido mestre e colega na Ufac

Daniel Zen, presidente do PT do Acre e ex-deputado estadual, também prestou homenagem a Marco Brandão: “meu querido mestre”, escreveu. Além de ser um dos professores de Língua Portuguesa de Zen, Brandão desempenhou um papel fundamental como Diretor de Inovação da Secretaria de Estado de Educação quando Zen era secretário de Educação.

“Na UFAC, na UniNorte ou no Estado; em sala de aula ou na gestão educacional; na educação básica ou na educação profissional técnica; no ensino, pesquisa, extensão, avaliação e regulação do ensino superior, Marco devotou sua dedicação e competência para a melhora dos processos de ensino-aprendizagem e da vida de cada um de seus alunos. Descanse em paz, querido amigo! Que Deus te receba, de braços abertos e em bom lugar, na Morada Eterna!”, escreveu Zen, tem em sua rede social.

Nota de Pesar do PT do Acre pelo falecimento de Marco Brandão

O Partido dos Trabalhadores do Acre emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Marco Antônio Brandão Lopes. A nota enfatizou a importância de sua vida dedicada à melhoria da educação no Acre, destacando sua sólida formação acadêmica, suas responsabilidades administrativas e seu legado como professor assistente na Universidade Federal do Acre.

Confira a nota: 

Nota de Pesar pelo falecimento de Marco Antônio Brandão Lopes

É com profundo pesar que lamentamos o falecimento, neste domingo, 15, Dia do Professor, de Marco Antônio Brandão Lopes, importante companheiro do Partido dos Trabalhadores e ex-secretário de Estado de Educação. Sua partida representa uma perda irreparável para nossa comunidade e para a educação de nosso estado.

Marco Antônio Brandão Lopes dedicou sua vida ao aprimoramento da educação no Acre e ao avanço do ensino de língua materna. Com uma sólida formação acadêmica, que incluiu uma graduação em Licenciatura em Letras Português Inglês pela Universidade Federal do Acre e um mestrado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, ele era um educador apaixonado e comprometido.

Sua carreira abrangeu uma série de realizações notáveis, incluindo seu papel como diretor executivo de assuntos acadêmicos da União Educacional do Norte, Diretor Presidente do Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica Dom Moacyr Grechi, e, mais notavelmente, como Secretário de Estado de Educação e Esporte do Acre. Durante sua gestão, contribuiu significativamente para o desenvolvimento do sistema educacional do estado.

Além de suas responsabilidades administrativas, Marco Antônio Brandão Lopes também compartilhou seu conhecimento como professor assistente na Universidade Federal do Acre, onde deixou uma marca na formação de professores e na pesquisa colaborativa. Sua experiência abrangente nas áreas de Linguística, Língua Portuguesa, análise do discurso, Educação Básica e formação de professores o tornou uma figura respeitada no campo da educação.

Sua contribuição não se limitou ao ensino e à pesquisa, estendendo-se à gestão educacional, à regulação e à avaliação no ensino superior. Seu legado perdurará como um farol de inspiração para todos os que compartilham sua paixão pela educação e seu compromisso com a melhoria contínua da sociedade por meio do conhecimento. Além de ter estado sempre junto da militância e companheiros e companheiras do nosso partido.

Neste momento de luto, expressamos nossas mais sinceras condolências à família, amigos e colegas de Marco Antônio Brandão Lopes. Que sua memória continue a iluminar o caminho da educação e que seu legado continue a florescer nas futuras gerações.

Daniel Zen

Presidente do Partido dos Trabalhadores do Acre

Texto: Assessoria PT do Acre

Educação

Prouni 2026 abre inscrições gratuitas para bolsas do 2º semestre nesta terça

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As inscrições gratuitas para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2026 começam nesta terça-feira, 7 de julho, e seguem até sexta-feira, 10 de julho, em todo o país. O cadastro deve ser feito exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, do Ministério da Educação, para candidatos que buscam bolsas em instituições privadas de ensino superior.

O programa oferece bolsas integrais, que cobrem 100% da mensalidade, e parciais, de 50%, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica. No momento da inscrição, o candidato deve escolher se concorrerá pela ampla concorrência ou pelas vagas reservadas a pessoas com deficiência e autodeclarados indígenas, pretos ou pardos.

Para participar, é necessário ter concluído o ensino médio, ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio em 2024 ou 2025, alcançar média mínima de 450 pontos nas cinco provas e não ter zerado a redação. Candidatos que fizeram o Enem como treineiros não podem se inscrever.

Também é preciso se enquadrar em pelo menos uma das condições previstas pelo programa, como ter cursado o ensino médio integralmente em escola pública, ter estudado em escola privada com bolsa integral ou parcial, ter feito parte da formação em escola pública e parte em escola privada, ser pessoa com deficiência ou ser professor da rede pública em exercício que busca vaga em licenciatura ou pedagogia. Para professores da rede pública que concorrem nessas áreas, não há exigência de limite de renda.

As bolsas integrais são destinadas a candidatos com renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para as bolsas parciais, o limite é de até três salários mínimos por pessoa. A classificação levará em conta a melhor média obtida pelo estudante no Enem, considerando a edição de 2024 ou de 2025, além do curso, turno, local de oferta, instituição e modalidade de concorrência escolhidos.

O resultado da primeira chamada será divulgado em 15 de julho. Os pré-selecionados nessa etapa deverão comprovar as informações entre 15 e 24 de julho. A segunda chamada está prevista para 5 de agosto, com comprovação entre 5 e 14 de agosto. A manifestação de interesse na lista de espera ocorrerá nos dias 26 e 27 de agosto, e o resultado da lista será publicado em 1º de setembro.

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Educação

Fies 2026 abre inscrições para o segundo semestre em 14 de julho

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As inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil no segundo semestre de 2026 serão abertas no dia 14 de julho e seguirão até 17 de julho, exclusivamente pela internet, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O prazo foi definido pelo Ministério da Educação para selecionar estudantes interessados em financiar cursos presenciais em instituições privadas de ensino superior.

O programa oferece financiamento para estudantes matriculados em cursos não gratuitos de faculdades privadas com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. A prioridade é para candidatos que ainda não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados anteriormente pelo financiamento estudantil.

Ao todo, o Fies terá 112.168 vagas em 2026. Desse total, 67.301 foram destinadas ao primeiro semestre e 44.867 ao segundo. O MEC também poderá ofertar vagas que não forem ocupadas, respeitado o limite total previsto para o ano.

Podem se inscrever candidatos que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio a partir da edição de 2010, com média mínima de 450 pontos nas cinco provas e nota acima de zero na redação. Também é exigida renda familiar bruta mensal por pessoa de até três salários mínimos, o equivalente a R$ 4.863 em 2026. Participantes do Enem na condição de treineiro não podem concorrer.

O processo seletivo mantém a reserva de 50% das vagas para o Fies Social, voltado a estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, R$ 810,50 em 2026, e inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal. Os pré-selecionados nessa modalidade poderão solicitar financiamento integral dos encargos educacionais.

Candidatos do Fies Social com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa não precisarão comprovar renda diretamente na instituição privada de ensino superior. Ainda assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da faculdade para validar as demais informações declaradas na inscrição.

O resultado da seleção será divulgado em 30 de julho. A complementação das inscrições deverá ser feita de 31 de julho a 4 de agosto. A lista de espera ficará disponível de 7 a 24 de setembro.

Fonte: Agência Brasil.

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Educação

Brasil reduz analfabetismo para menor nível desde 2016, mas ainda tem 8,4 milhões sem saber ler e escrever

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O Brasil chegou a 2025 com 8,4 milhões de pessoas de 15 anos ou mais que não sabem ler nem escrever, o equivalente a 4,9% da população nessa faixa etária. A taxa é a menor da série histórica iniciada em 2016 e ficou abaixo de 5% pela primeira vez, em um recuo associado ao maior acesso das novas gerações à escolarização.

Em relação a 2024, o país teve queda de 0,4 ponto percentual na taxa de analfabetismo, com redução de cerca de 592 mil pessoas nessa condição. Em nove anos, o índice nacional passou de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025.

A queda nacional não elimina as diferenças regionais. O Nordeste concentrava 4,8 milhões de pessoas analfabetas, o equivalente a 57,4% do total do país, e tinha taxa de 10,6%. Na sequência aparecem Norte, com 5,7%; Centro-Oeste, com 3,3%; Sul, com 2,4%; e Sudeste, com 2,3%.

O analfabetismo permanece mais presente entre idosos. Pessoas com 60 anos ou mais representavam 58% do total de analfabetos do país. Sem considerar essa faixa etária, a taxa cai para 2,6% entre brasileiros de 15 a 59 anos, o que mostra a diferença entre gerações que tiveram acesso desigual à escola ao longo da vida.

As desigualdades também aparecem por cor ou raça. Entre pessoas de 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo era de 2,8% entre brancos e de 6,5% entre pretos ou pardos. No grupo com 60 anos ou mais, a diferença é maior: 7,3% entre brancos e 20,6% entre pretos ou pardos.

Entre homens e mulheres, a taxa nacional ficou em 5,2% para eles e 4,6% para elas. No grupo com 60 anos ou mais, a proporção de mulheres analfabetas passou a ser menor que a de homens pela primeira vez, com 13,7% contra 14,1%.

A escolarização avançou em outros indicadores. Entre pessoas de 25 anos ou mais, 57,4% concluíram a educação básica obrigatória. Pela primeira vez, mais da metade da população preta ou parda nessa faixa etária chegou ao ensino médio completo, com 51,3%, ainda abaixo dos 64,9% registrados entre brancos.

O levantamento também mostra desafios na permanência escolar. Em 2025, 7,7 milhões de jovens de 14 a 29 anos não haviam concluído o ensino médio, por abandono ou por nunca terem frequentado essa etapa. A necessidade de trabalhar foi o principal motivo apontado, com 43% das respostas, seguida pela falta de interesse em estudar, citada por 25,6%.

Fonte: Agência Brasil

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