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Saúde

Unidade de Saúde na zona rural de Rio Branco é totalmente revitalizada

Comunidade do Catuaba recebe estrutura moderna e completa, beneficiando mais de 1200 famílias.

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A Unidade de Saúde na comunidade do Catuaba, zona rural de Rio Branco, passou por uma transformação. Anteriormente em condições precárias e sem atender às normativas do Ministério da Saúde, agora a comunidade a recebem totalmente renovada. O espaço foi readequado, ampliado e equipado para oferecer atendimento de qualidade aos moradores.

“Uma nova era de cuidados de saúde na comunidade do Catuaba. Agora, oferecendo todos os serviços essenciais para um atendimento de qualidade.” . Sheila Andrade, Sec Saúde

Segundo a Secretária Municipal de Saúde, Sheila Andrade, a revitalização da unidade incluiu a criação de novos espaços, como farmácia, e a disponibilização de serviços médicos, odontológicos, enfermagem e agentes comunitários de saúde. Este é o 23º centro de saúde revitalizado pela gestão, sendo o terceiro na zona rural, abrangendo mais de 1200 famílias nas comunidades do Belo Jardim e Catuaba.

Bocalom destacando que a unidade foi praticamente reconstruída, ampliando seu tamanho em três vezes. Comprometeu-se a garantir a melhoria do ramal de acesso, junto ao governo estadual que acordou realizar a manutenção, assegurando assim o acesso adequado à região. “Agora está aí para a comunidade do Belo Jardim que merece, ficou completa com sala de enfermagem, curativo, dentista, do médico, cozinha, banheiro, tudo. Nosso negócio é cuidar bem de pessoas, do ser humano, e pra cuidar bem do ser humano, nós precisamos cuidar bem da saúde dele, e essa é a nossa obrigação”

“A Câmara Municipal está comprometida em oferecer ajuda contínua. Nosso compromisso e dever são dedicados ao bem-estar da comunidade.” – Raimundo Neném

Presidente da Câmara Municipal Raimundo Neném, enaltece esforços da cidade na revitalização dos postos de saúde, reafirmando o compromisso da câmara em parceria com a gestão para o benefício da comunidade.

Saúde

Vacina contra VSR reduz internações de idosos em 75%, aponta estudo

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A vacinação contra o vírus sincicial respiratório reduziu em 75,6% as hospitalizações de idosos pela doença, em análise feita nos Estados Unidos com dados de mais de 2,5 milhões de pessoas entre agosto de 2023 e maio de 2024. O levantamento comparou cerca de 520 mil vacinados com o imunizante Arexvy e 2 milhões de não vacinados, após ajustes estatísticos.

Entre os vacinados que precisaram de internação após a infecção, houve queda de 63,1% em problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O grupo também teve menor risco de agravamento de comorbidades como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.

Durante os nove meses avaliados, a vacinação também esteve associada a 79,1% menos internações graves e 66,8% menos mortes. Os dados reforçam o impacto do VSR em pessoas mais velhas, grupo em que a infecção pode evoluir para quadros respiratórios graves e descompensar doenças já existentes.

O VSR é mais conhecido por causar bronquiolite em bebês, mas também atinge idosos com maior risco de complicações. Com o envelhecimento, a resposta imunológica perde eficiência, o que aumenta a chance de evolução para casos graves. O vírus pode desencadear uma resposta inflamatória no organismo e agravar problemas cardíacos, pulmonares e metabólicos.

No Brasil, dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz, mostram que o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral no primeiro semestre deste ano. Os idosos aparecem como o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos.

A circulação do vírus cresce nesta época do ano. Em junho, os casos graves de VSR passaram de 50% entre os episódios de síndrome respiratória aguda grave confirmados por vírus respiratório.

No Sistema Único de Saúde, a vacinação contra VSR está disponível para gestantes, com o objetivo de proteger recém-nascidos nos primeiros meses de vida. Para adultos, imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária estão disponíveis na rede privada.

A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda a vacina como rotina para pessoas a partir de 70 anos. Também há recomendação para adultos de 50 a 69 anos com fatores de risco para doença grave, como cardiopatias, doenças pulmonares, diabetes, obesidade, doenças renais, doenças hepáticas, imunossupressão, fragilidade, acamamento ou residência em instituições de longa permanência.

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Acre

Ministério da Saúde investe R$ 12,5 milhões em veículos, ambulâncias e saúde bucal no Acre

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O Ministério da Saúde entregou nesta quinta-feira (2), no Acre, veículos, ambulâncias, unidades odontológicas móveis e equipamentos para reforçar o atendimento do Sistema Único de Saúde em municípios acreanos. O investimento passa de R$ 12,5 milhões e busca ampliar o transporte de pacientes, o acesso à saúde bucal e a resposta a urgências e emergências no estado.

O pacote inclui 10 micro-ônibus, uma van e sete ambulâncias tipo A, dentro do programa Agora Tem Especialistas — Caminhos da Saúde. Os veículos somam mais de R$ 8 milhões e serão usados no transporte sanitário de pacientes que precisam se deslocar para consultas, exames e outros atendimentos.

Os micro-ônibus foram destinados a Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Porto Acre, Rodrigues Alves, Sena Madureira e Xapuri. A van foi entregue a Tarauacá. As ambulâncias tipo A vão atender Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul e Senador Guiomard.

A área de saúde bucal recebeu 10 Unidades Odontológicas Móveis, com investimento de cerca de R$ 4 milhões. As estruturas fazem parte do Brasil Sorridente e devem atender localidades com maior dificuldade de acesso às unidades básicas de saúde. Foram contemplados Assis Brasil, Brasiléia, Bujari, Capixaba, Epitaciolândia, Feijó, Plácido de Castro, Santa Rosa do Purus, Senador Guiomard e Xapuri.

Rio Branco recebeu ainda uma ambulância de Suporte Avançado do SAMU 192, avaliada em R$ 437,7 mil. O veículo reforça o atendimento pré-hospitalar em casos de urgência e emergência.

Também foram entregues 30 equipamentos odontológicos, entre bombas de sucção, motores reciprocantes para endodontia e localizadores apicais. Os aparelhos serão usados para melhorar a estrutura da atenção primária em municípios do Acre.

Durante a entrega, o assessor especial da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, Adalberto Fulgêncio, afirmou que o aumento dos repasses federais já teve impacto na rede estadual. “No Acre, o repasse do teto MAC, por exemplo, aumentou mais de 45%, ampliando a realização de cirurgias e exames especializados. O estado bateu recorde, com mais de 75 mil cirurgias em 2025”, disse.

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Saúde

Ministério da Saúde recomenda dose extra contra sarampo para bebês em SP e Guarulhos

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O Ministério da Saúde recomendou a aplicação da vacina contra o sarampo em bebês de 6 a 11 meses e 29 dias em São Paulo e Guarulhos após a confirmação de três casos da doença em crianças menores de dois anos na zona norte da capital paulista, na sexta-feira, 26 de junho. A medida busca ampliar a proteção de uma faixa etária mais vulnerável e reduzir o risco de transmissão local.

A vacina indicada é a chamada “dose zero”. Ela não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde para pessoas de 12 meses a 59 anos. A recomendação vale para a capital paulista e para Guarulhos por causa da intensa circulação de pessoas entre os municípios.

Além da vacinação, equipes de saúde adotam ações de vigilância para conter a disseminação do vírus. Entre as medidas estão busca ativa de casos suspeitos, identificação e monitoramento de pessoas que tiveram contato com infectados, investigação epidemiológica e bloqueio vacinal nas áreas consideradas de risco.

Os três casos confirmados podem estar ligados ao contato com pessoas vindas do exterior. Duas das crianças estudam na mesma creche, e a terceira mora na mesma região. O sarampo é uma doença infecciosa de alta transmissão, com risco maior de complicações em crianças pequenas e pessoas sem vacinação completa.

O Brasil registrou 38 casos de sarampo no ano passado, mas mantém o status de país livre da doença porque os registros foram classificados como importados. A situação é diferente em outros países das Américas. Neste ano, o México registrou 11.771 casos, os Estados Unidos tiveram 2.104 infecções, e o Canadá contabilizou 1.073 casos. A alta da doença levou a Organização Pan-Americana da Saúde a retirar, no ano passado, o status de região livre de transmissão endêmica do continente americano.

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