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Cultura

Aldemir Maciel fala sobre o impacto do primeiro FLIC em Cruzeiro do Sul

Aldemir Maciel fala sobre o impacto e a paixão por trás do Festival Literário que enriquece a cultura de Cruzeiro do Sul

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Cruzeiro do Sul está vivenciando uma semana de celebração literária e cultural com o lançamento do primeiro Festival Literário Cruzeirense, “Um Voo pela Literatura”. A iniciativa, promovida pela Prefeitura Municipal em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, está repleta de atividades programadas até o próximo sábado, 11 de novembro. Na segunda-feira, durante o evento de abertura, diversos autores locais apresentaram suas novas obras, demonstrando o compromisso da comunidade com a literatura. Um dos destaques desse momento foi o professor Marcelo Siqueira, que, além de lançar uma nova obra, destinou parte do cachê de suas vendas para auxiliar no tratamento de saúde da jornalista Rocheli Negreiros.

A literatura tem o poder de inspirar, proporcionar conforto e expandir horizontes, tornando-se uma valiosa contribuição para o bem-estar emocional e intelectual. [Foto: Cedida]

O É Pop teve a oportunidade de conversar com o Secretário de Cultura de Cruzeiro do Sul, Aldemir Maciel, que compartilhou sua perspectiva sobre a importância do Festival Literário Cruzeirense (Flic) para a cidade. Nossa entrevista com o Secretário revela a paixão e o comprometimento por trás da realização do Flic e destaca como esse festival está se tornando um marco cultural na história da cidade. Aldemir Maciel falou também como a literatura e a cultura desempenham um papel fundamental no bem-estar da comunidade, demonstrando que, além de entreter, a literatura também pode contribuir para a saúde da mente e do espírito.

É Pop: Como o Flic está impactando Cruzeiro do Sul?

Aldemir Maciel: “O Festival Literário Cruzeirense, o Flic, está se revelando um marco histórico para nossa cidade. Ao longo de 119 anos, nunca vivemos um evento cultural tão grandioso e significativo. Este festival não é apenas um evento literário; ele é a celebração da cultura, da expressão e da imaginação.”

É Pop: Pode nos dar mais detalhes sobre a programação do Flic?

Aldemir Maciel: “Nossa programação é intensa e diversificada, abrangendo desde lançamentos de livros até apresentações culturais em escolas e comunidades. Estamos criando uma nova fase para a literatura da região do Juruá e incentivando a paixão pela leitura.”

É Pop: Sabemos e acompanhamos o seu trabalho na Secretaria de Cultura, é até fácil imaginar por que o Flic já é um evento um sucesso…

Aldemir Maciel: “O sucesso do Flic é um reflexo do trabalho de nossa Secretaria de Cultura, em colaboração com nossos parceiros. Agradeço profundamente a todos os escritores, participantes do festival, escolas e estudantes que se uniram a nós para tornar esse evento um sucesso.”

É Pop: Fale um pouco sobre o desafio da gestão cultural no município?

Aldemir Maciel: “Quero destacar o comprometimento e o olhar carinhoso do prefeito Zequinha Lima e do vice-prefeito Enrique Afonso para com o setor cultural de Cruzeiro do Sul. Sua liderança desempenhou um papel fundamental no sucesso deste festival, superando o desafio da gestão cultural. O cenário cultural, muitas vezes, é complexo, exigindo esforços dedicados para promover a arte e a literatura. A visão e o apoio da administração municipal foram cruciais para enfrentar esse desafio e tornar o Flic uma realidade que enriquece nossa cidade.”

É Pop: Você mencionou que o Flic é mais do que apenas um festival. Pode nos contar como a literatura e a cultura têm o poder de unir a comunidade e inspirar a imaginação? Quais são suas expectativas para o futuro do Flic e da cidade?

Aldemir Maciel: “O Flic não é apenas um festival; é um testemunho do poder da literatura e da cultura para unir a comunidade e inspirar a imaginação. Estamos ansiosos para o que o futuro reserva para o Flic e para nossa cidade.”

A entrevista com Aldemir Maciel, Secretário de Cultura de Cruzeiro do Sul, destaca a importância do Flic como um evento cultural histórico que abre um novo capítulo na vida da cidade e enriquece o cenário literário e artístico da região do Juruá. Este festival reafirma o compromisso da administração municipal e da paixão de todos os envolvidos pela cultura local. Fica ai dica, para nossos leitores aqui do É Pop e a comunidade de Cruzeiro do Sul a aproveitem a programação do Flic que vai até sábado, dia 11, e desejamos vida longa ao Flic.

Confere a programação segue o perfil da secretária no instagram.

Cultura

Caravana Phomentando a Cultura leva dois dias de oficinas gratuitas a Rio Branco em abril

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Rio Branco recebe em 23 e 24 de abril a Caravana Phomentando a Cultura, com dois dias de oficinas e formação presencial voltadas a coletivos, organizações da sociedade civil, pontos e pontões de cultura. A programação é gratuita, ocorre no Auditório da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e tem inscrições abertas até 23 de abril.

A caravana integra o programa Phomentando a Cultura, apresentado pelo Ministério da Cultura em parceria com o Instituto Phomenta e o Nubank, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura. A iniciativa reúne atividades voltadas ao fortalecimento da gestão de projetos culturais, com conteúdos práticos sobre organização administrativa, planejamento e estratégias para ampliar a sustentabilidade de iniciativas nos territórios.

O diretor executivo do Instituto Phomenta, Rodrigo Cavalcante, afirma que o foco do projeto é ampliar o alcance da formação fora dos grandes centros. “Nosso objetivo enquanto instituto é descentralizar as oportunidades e nos aproximar ainda mais das regiões norte e nordeste”, disse.

Com agenda em diferentes cidades do Norte e Nordeste, a caravana busca aproximar profissionais e iniciativas culturais de ferramentas de capacitação e de caminhos para estruturar projetos, incluindo orientação sobre credenciamento na Lei de Incentivo à Cultura e qualificação técnica para ampliar a participação em editais. Em Rio Branco, a expectativa é reunir agentes culturais locais em dois dias de atividades concentradas, com troca de experiências e formação aplicada ao dia a dia de quem atua no setor.

Box – Caravana Phomentando a Cultura

Caravana Phomentando a Cultura

Descubra iniciativas inspiradoras e participe deste movimento de fomento e impacto cultural promovido pela Phomenta.

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Cultura

Cruzeiro do Sul abre seis editais da Aldir Blanc 2026 e coloca R$ 634 mil em disputa para a cultura

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Cruzeiro do Sul lançou na sexta-feira (28) um pacote de seis editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) 2026, com R$ 634 mil destinados ao financiamento de projetos culturais no município. O anúncio foi feito no Museu José de Alencar e reuniu fazedores de cultura, produtores, representantes de segmentos artísticos e autoridades locais, marcando o início de uma nova etapa de investimentos públicos no setor.

A seleção será conduzida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, dentro da política nacional que financia ações culturais em parceria com estados e municípios. A proposta é atender diferentes áreas e perfis de proponentes, combinando apoio a eventos, apresentações, manutenção de espaços e reconhecimento de grupos e lideranças culturais.

Durante o lançamento, o secretário municipal de Cultura, Flávio Rosas, afirmou que os editais ampliam o acesso aos recursos e incentivam o fortalecimento da produção cultural local. “Estamos lançando seis editais voltados aos fazedores de cultura, para que possam inscrever seus projetos, acessar os recursos e desenvolver ainda mais a cultura local”, disse.

O calendário prevê inscrições abertas desde 20 de março, com prazo até 20 de abril, pelo site oficial da prefeitura. A produtora cultural Rose Ferreira de Araújo afirmou que o fomento ajuda a impulsionar novos nomes e linguagens artísticas no município. “Temos uma nova geração chegando com linguagens atuais, e esse incentivo ajuda a mostrar o que sabemos fazer de melhor”, declarou.

No conselho municipal, a avaliação é de que o programa consolida uma política contínua de apoio. O presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais, Ismael Matos, afirmou que a iniciativa entra no segundo ciclo com perspectiva de permanência. “A Política Nacional Aldir Blanc veio para ficar”, disse. Egino da Silva, ligado ao segmento musical e ao conselho de patrimônio, apontou que o volume de recursos e a estrutura de editais mudam o patamar do incentivo cultural na cidade. “Há alguns anos isso era impensável”, afirmou.

Os editais contemplam premiação para Mestres da Cultura Popular, com seis projetos de R$ 5.165 cada, somando R$ 31 mil, além de uma premiação voltada a Povos Originários, com 10 projetos e total de R$ 30 mil. A maior fatia é destinada ao Festival de Arte e Cultura, dividido em três categorias, com R$ 248.091,96. Há ainda um edital para Apresentações Artísticas, com R$ 50 mil e propostas de R$ 2.500, subsídios para Espaços Culturais, no valor de R$ 85 mil, e premiação para Pontos de Cultura, com até nove entidades previstas.

Para ampliar a participação, a Secretaria Municipal de Cultura programou oficinas de capacitação para elaboração de projetos entre 23 de março e 8 de abril, com atividades nas zonas urbana, rural e ribeirinha, incluindo comunidades indígenas e localidades como Rio Valparaíso, Rio Juruá Mirim e Rio Croa. A expectativa é que a formação ajude proponentes a estruturar propostas e aumente a competitividade local antes do encerramento das inscrições, em 20 de abril.

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Cultura

Cinemateca Negra cataloga 1.104 filmes dirigidos por pessoas negras e amplia base de dados do cinema brasileiro

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Um novo levantamento reuniu 1.104 filmes dirigidos por pessoas negras no Brasil, em um recorte que vai de 1949 a 2022 e abrange curtas, médias e longas-metragens. O trabalho está reunido no livro Cinemateca Negra, organizado pelo Instituto NICHO 54, e consolida uma base de dados voltada a pesquisa, preservação de memória, curadoria e formulação de políticas culturais para o audiovisual.

A pesquisa contabilizou produções de diferentes épocas, mas aponta um salto concentrado nos anos mais recentes: 83% das obras mapeadas foram realizadas a partir de 2010. O número reflete o crescimento da presença de realizadores negros no cinema nas últimas décadas, embora o próprio recorte também exponha desigualdades persistentes no acesso a orçamento, distribuição e estrutura, especialmente na produção de longas.

O levantamento foi conduzido por oito pesquisadores ao longo de mais de um ano, entre 2023 e 2024. A metodologia incluiu a consulta a catálogos de festivais e mostras, arquivos digitais, publicações acadêmicas e contatos diretos com realizadores e descendentes, em um esforço de rastrear obras que muitas vezes não circulam em circuitos comerciais ou não estão organizadas em bases públicas integradas.

A diretora executiva do NICHO 54, Fernanda Lomba, relaciona a iniciativa ao desafio de permanência e acesso no setor audiovisual. “Comecei como produtora executiva, ocupando espaços de decisão, de poder e de negociação. E lidar com o racismo nesses ambientes foi muito evidente. Em 2019, após uma experiência em festivais internacionais como Cannes, entendi a importância de estruturar no Brasil uma rede de suporte para profissionais negros, com foco em comunidade e articulação”, afirmou. Para ela, consolidar dados também muda o terreno das oportunidades, ao permitir que curadores, instituições e gestores públicos enxerguem com mais precisão a dimensão dessa produção e possam direcionar ações de fomento e circulação.

A origem do projeto remonta a 2018, quando o coordenador Heitor Augusto iniciou um mapeamento de curtas voltado a curadorias em festivais. A partir de 2019, a iniciativa ganhou escala nacional com a ampliação do escopo e a sistematização das informações. O livro tem prefácio da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e traz recortes sobre direção, codireção interracial, gênero e listas de profissionais identificados durante a pesquisa. “Pela primeira vez, temos reunido em um só lugar um panorama consistente dos filmes dirigidos por pessoas negras no Brasil. Isso transforma o campo da curadoria, amplia o repertório e abre caminho para novas pesquisas, mostras temáticas e diálogos entre gerações do cinema brasileiro”, disse Lomba.

Ao organizar um panorama amplo e verificável, a Cinemateca Negra passa a funcionar como ferramenta prática para ampliar a visibilidade de obras e profissionais, apoiar estratégias de preservação e estimular novos recortes de programação e formação de público, com impacto direto na maneira como a história do cinema brasileiro é pesquisada, contada e exibida.

Fonte: Agência Brasil

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