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Política

Avanços da AMAC, fortalece os municípios do Acre

AMAC, amplia projetos, firma parcerias estratégicas e fortalece municípios do Acre.

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O presidente da AMAC, Tião Bocalom, liderou a segunda Assembleia Geral Ordinária, destacando o progresso da associação em auxiliar os municípios do Acre. A reunião abordou a eficiência em concluir projetos de 2021 e 2022, com um aumento significativo de 50 para 273 projetos em 2023.

Bocalom ressaltou a satisfação dos prefeitos com o apoio da AMAC, especialmente os municípios do interior, que enfrentam desafios em avançar com projetos devido às exigências de Brasília. Um termo de cooperação foi assinado com os Correios para melhorar a comunicação entre os municípios, focando na melhoria do sistema de CEP através de georreferenciamento.

“Nesta gestão, superando várias etapas que antes não haviam sido alcançadas, desde a elaboração de projetos até a obtenção de recursos junto aos Ministérios e parlamentares.” Marcus Lucena

Marcus Lucena, Coordenador Executivo da AMAC, destacou o progresso alcançado durante a gestão de Bocalom, com a realização de metas estabelecidas em 2021 e o apoio a 21 municípios na captação de recursos e elaboração de projetos. “Estamos concluindo o terceiro ciclo da gestão do presidente Tião Bocalom na liderança da Associação. Durante esse período, alcançamos progressos significativos”

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Jéssica Sales descarta vice de Mailza e foca em pré-candidatura ao Senado ou Deputada Federal

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A ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB) afirmou que não vai disputar a vice-governadoria na chapa da governadora Mailza Assis (PP) e disse que segue com o nome colocado para a eleição ao Senado no Acre. A declaração foi dada ao Blog do Crica, do ac24horas, em meio às articulações para a formação das chapas majoritárias no estado.

Jéssica disse que não considera a hipótese de compor como vice e afirmou que sua prioridade continua sendo a disputa ao Senado, sobretudo em um cenário em que o ex-governador Gladson Cameli fique fora da corrida eleitoral. “Se o Gladson não puder ser candidato ao Senado, eu entro na disputa”, declarou.

Na avaliação da ex-deputada, seu nome representa o Vale do Juruá em uma eventual vaga aberta na disputa. Ela afirmou que tem atuação política em todos os municípios do Acre, com presença mais concentrada na região do Juruá, e reiterou que sua posição, desde o início, foi de pré-candidata ao Senado.

Com a declaração, Jéssica retira seu nome das especulações sobre a composição da chapa de Mailza e mantém o foco em uma candidatura majoritária. Ela também admitiu outro caminho eleitoral caso Gladson confirme entrada na disputa pelo Senado. Nesse cenário, disse que pode avaliar uma candidatura à Câmara dos Deputados.

Ao tratar da possibilidade de Gladson ser candidato, Jéssica afirmou que, nessa hipótese, não entraria na corrida ao Senado. “Só não entrarei na disputa se o meu primo Gladson sair”, disse.

A ex-deputada também respondeu a comentários sobre seu afastamento do debate político nas últimas semanas. Segundo ela, a rotina tem sido dedicada ao trabalho como médica, com plantões no Hospital Santa Juliana e atendimentos em Sena Madureira voltados ao pré-natal de alto risco.

Jéssica afirmou ainda que mantém independência política e financeira e disse que vai esperar o período definido pela legislação eleitoral para entrar de forma mais direta no processo de campanha. “O momento certo para começar a campanha tem data, tem calendário”, afirmou.

Foto: Sérgio Vale

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Política

Valdemar diz que Flávio procurou Vorcaro para cobrar verba de filme sobre Bolsonaro

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira, 25, que o senador Flávio Bolsonaro procurou o banqueiro Daniel Vorcaro depois da primeira prisão do empresário, no fim de 2025, para tentar receber a parte restante dos recursos prometidos ao filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews, em meio à crise política provocada pela revelação da relação entre o senador e o dono do Banco Master.

Segundo Valdemar, a visita ocorreu quando Vorcaro já era alvo de investigação, mas ainda não havia condenação. Ao comentar o episódio, o dirigente do PL disse que a atitude de Flávio foi “a coisa mais natural do mundo” e sustentou que o senador buscava apenas uma definição sobre o repasse para a produção do longa. Na entrevista, Valdemar também afirmou que soube da aproximação entre os dois só depois de o caso ganhar repercussão pública.

A fala do presidente do partido amplia a pressão sobre Flávio, que na semana passada já havia admitido ter se encontrado com Vorcaro após a prisão do banqueiro. Na ocasião, o senador disse que foi ao encontro para “botar um ponto final” na relação e afirmou que teria buscado outro investidor antes, caso soubesse da gravidade da situação envolvendo o empresário. A versão apresentada por Flávio era a de que todos os contatos com Vorcaro trataram apenas do financiamento do filme.

O caso ganhou dimensão nacional depois da divulgação de mensagens e relatos sobre o aporte milionário ao projeto cinematográfico. O episódio atingiu em cheio a articulação do PL para a disputa presidencial deste ano, num momento em que Flávio tenta se firmar como principal nome do campo bolsonarista. Mesmo assim, Valdemar descartou recuo e reafirmou o apoio do partido ao senador.

Na mesma entrevista, o presidente do PL disse que a legenda vai manter Flávio como pré-candidato ao Palácio do Planalto e afastou a hipótese de lançar Michelle Bolsonaro. Com isso, o partido tenta conter o desgaste e sinalizar que não pretende mudar de rota, apesar do impacto político da ligação entre o senador e Vorcaro.

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Política

Bocalom volta a apostar no café e diz que setor pode impulsionar economia do Acre

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Tião Bocalom voltou a defender neste domingo, 24, o café como uma das principais apostas para ampliar a economia do Acre. Em vídeo gravado na zona rural, ele afirmou que “hoje celebramos o Dia do Café” e disse que a cultura “se torna uma grande saída econômica para o Acre”. Na mesma fala, reforçou a ligação antiga com essa bandeira ao declarar: “Eu disse isso a vida toda” e acrescentou que “ainda temos potencial para muito mais”.

A declaração foi feita em meio ao avanço da cafeicultura no estado, que passou a ocupar espaço maior no debate sobre geração de renda, fortalecimento do campo e diversificação da produção. Ao resumir a gravação com a frase “coisa boa é a roça”, Bocalom manteve o discurso de defesa da atividade rural como eixo de desenvolvimento e colocou o café no centro dessa estratégia.

O setor cresceu nos últimos anos e já sustenta parte desse discurso com números mais robustos. A expectativa para a safra de 2026 é de aproximadamente 6,9 mil toneladas de café canephora, com Acrelândia na liderança da produção estadual. O avanço da cadeia também já ultrapassa a lavoura e alcança etapas como produção de mudas, assistência técnica, transporte, beneficiamento, torrefação e comercialização, ampliando o peso econômico da atividade.

O movimento também ganhou respaldo nas políticas públicas voltadas ao setor. Em fevereiro, o governo do Acre sancionou a Lei nº 4.776, que criou um programa de compras governamentais para fortalecer a indústria local do café. Antes disso, o Valor Bruto da Produção do café no estado saltou de R$ 28,3 milhões em 2019 para R$ 139,1 milhões em 2025, alta de 391,5%.

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