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Política

Bocalom enfatiza união e economia de água para enfrentar seca severa após decretar Situação de Emergência

Medidas emergenciais incluem distribuição de água e perfuração de poços para minimizar os impactos da estiagem extrema

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Diante da severa estiagem que afeta Rio Branco, a capital do Acre, o prefeito Bocalom assinou um decreto de Situação de Emergência nesta sexta-feira, 28 de junho de 2024. Este decreto visa facilitar e acelerar ações emergenciais para mitigar os impactos negativos da seca, especialmente no abastecimento de água potável.

O Rio Acre registrou um nível de apenas 1,78 metros, muito abaixo da média esperada para o período, segundo a Defesa Civil municipal. Essa situação compromete gravemente o fornecimento de água para a população.

Durante a assinatura do decreto de situação de emergência devido à seca severa em Rio Branco, o prefeito Bocalom ressaltou a importância de “unir forças para enfrentar essa crise hídrica sem precedentes”. Ele afirmou que é fundamental “economizar água em todas as atividades diárias” e destacou a urgência em “evitar queimadas, que exacerbam ainda mais os impactos ambientais e a escassez de recursos hídricos”. Essas medidas, segundo o prefeito, são essenciais não apenas para garantir o abastecimento de água potável, mas também para proteger o meio ambiente e assegurar o bem-estar da comunidade rio-branquense.

O prefeito explicou que o decreto permite a realização de compras emergenciais e licitações rápidas, evitando atrasos burocráticos e garantindo ações eficazes e imediatas. Ele ressaltou o compromisso da prefeitura em minimizar os efeitos da seca extrema, que já está sendo vivenciada e foi também enfrentada no ano anterior.

Além do decreto, o prefeito anunciou a Operação Estiagem, que já está em andamento há 15 dias e distribui diariamente mais de 200 mil litros de água entre 32 comunidades rurais. Esta operação visa amenizar os efeitos da seca nas áreas mais afetadas.

Cláudio Falcão, assessor técnico da Defesa Civil, destacou outras ações emergenciais, como o abastecimento de água na zona rural e a perfuração de poços na capital, especialmente na região do segundo distrito. Estas medidas são essenciais para evitar colapsos no abastecimento urbano e minimizar os impactos da estiagem na produção agrícola local.

Foto: Marcos Araújo / Assecom

Falcão informou que a operação de distribuição de água pode alcançar de 30 a 40 milhões de litros até dezembro, utilizando caminhões-pipa que percorrem distâncias de 2 a 72 quilômetros, abastecendo as áreas necessitadas com urgência e eficiência.

Foto Capa: Sérgio Vale / Vale Comunicação

Política

Valdemar diz que Flávio procurou Vorcaro para cobrar verba de filme sobre Bolsonaro

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira, 25, que o senador Flávio Bolsonaro procurou o banqueiro Daniel Vorcaro depois da primeira prisão do empresário, no fim de 2025, para tentar receber a parte restante dos recursos prometidos ao filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews, em meio à crise política provocada pela revelação da relação entre o senador e o dono do Banco Master.

Segundo Valdemar, a visita ocorreu quando Vorcaro já era alvo de investigação, mas ainda não havia condenação. Ao comentar o episódio, o dirigente do PL disse que a atitude de Flávio foi “a coisa mais natural do mundo” e sustentou que o senador buscava apenas uma definição sobre o repasse para a produção do longa. Na entrevista, Valdemar também afirmou que soube da aproximação entre os dois só depois de o caso ganhar repercussão pública.

A fala do presidente do partido amplia a pressão sobre Flávio, que na semana passada já havia admitido ter se encontrado com Vorcaro após a prisão do banqueiro. Na ocasião, o senador disse que foi ao encontro para “botar um ponto final” na relação e afirmou que teria buscado outro investidor antes, caso soubesse da gravidade da situação envolvendo o empresário. A versão apresentada por Flávio era a de que todos os contatos com Vorcaro trataram apenas do financiamento do filme.

O caso ganhou dimensão nacional depois da divulgação de mensagens e relatos sobre o aporte milionário ao projeto cinematográfico. O episódio atingiu em cheio a articulação do PL para a disputa presidencial deste ano, num momento em que Flávio tenta se firmar como principal nome do campo bolsonarista. Mesmo assim, Valdemar descartou recuo e reafirmou o apoio do partido ao senador.

Na mesma entrevista, o presidente do PL disse que a legenda vai manter Flávio como pré-candidato ao Palácio do Planalto e afastou a hipótese de lançar Michelle Bolsonaro. Com isso, o partido tenta conter o desgaste e sinalizar que não pretende mudar de rota, apesar do impacto político da ligação entre o senador e Vorcaro.

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Política

Bocalom volta a apostar no café e diz que setor pode impulsionar economia do Acre

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Tião Bocalom voltou a defender neste domingo, 24, o café como uma das principais apostas para ampliar a economia do Acre. Em vídeo gravado na zona rural, ele afirmou que “hoje celebramos o Dia do Café” e disse que a cultura “se torna uma grande saída econômica para o Acre”. Na mesma fala, reforçou a ligação antiga com essa bandeira ao declarar: “Eu disse isso a vida toda” e acrescentou que “ainda temos potencial para muito mais”.

A declaração foi feita em meio ao avanço da cafeicultura no estado, que passou a ocupar espaço maior no debate sobre geração de renda, fortalecimento do campo e diversificação da produção. Ao resumir a gravação com a frase “coisa boa é a roça”, Bocalom manteve o discurso de defesa da atividade rural como eixo de desenvolvimento e colocou o café no centro dessa estratégia.

O setor cresceu nos últimos anos e já sustenta parte desse discurso com números mais robustos. A expectativa para a safra de 2026 é de aproximadamente 6,9 mil toneladas de café canephora, com Acrelândia na liderança da produção estadual. O avanço da cadeia também já ultrapassa a lavoura e alcança etapas como produção de mudas, assistência técnica, transporte, beneficiamento, torrefação e comercialização, ampliando o peso econômico da atividade.

O movimento também ganhou respaldo nas políticas públicas voltadas ao setor. Em fevereiro, o governo do Acre sancionou a Lei nº 4.776, que criou um programa de compras governamentais para fortalecer a indústria local do café. Antes disso, o Valor Bruto da Produção do café no estado saltou de R$ 28,3 milhões em 2019 para R$ 139,1 milhões em 2025, alta de 391,5%.

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Política

MDA rebate vídeo de Nikolas sobre ponte em Marechal Thaumaturgo e diz que verba federal não foi liberada

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A pasta comandada pela ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, contestou a versão divulgada pelo deputado federal Nikolas Ferreira sobre a ponte de Marechal Thaumaturgo, no Acre, e afirmou que a obra não saiu do papel por pendências da prefeitura, não por repasse já feito pela União. Em nota publicada na sexta-feira, 22 de maio de 2026, o ministério informou que os recursos federais ainda não foram liberados porque o município não comprovou o depósito da contrapartida obrigatória prevista no contrato.

Segundo o MDA, a obra não integra o Novo PAC e está vinculada ao Contrato de Repasse nº 925082/2021, assinado em 31 de dezembro de 2021, ainda no governo anterior. O ministério informou que a execução cabe à Prefeitura de Marechal Thaumaturgo, responsável pela licitação, contratação da empresa e apresentação da documentação necessária para o repasse do dinheiro federal.

A pasta afirmou ainda que a contrapartida municipal exigida é de R$ 939.964,24 e que, sem a comprovação desse depósito, o repasse não pode ser efetuado. De acordo com o ministério, o processo licitatório só foi apresentado pela prefeitura em 7 de abril de 2025, mais de três anos depois da assinatura do contrato, e foi aprovado pela Caixa Econômica Federal em 23 de julho do mesmo ano.

No vídeo, Nikolas aparece diante da placa da obra, questiona onde teriam ido os R$ 2,8 milhões e atribui o atraso ao governo Lula. A resposta do MDA contradiz essa versão ao informar que o valor global do empreendimento é de R$ 2.849.964,24, somando verba federal e contrapartida municipal, e que o dinheiro da União ainda não havia sido liberado. Com isso, o foco da paralisação sai do governo federal e recai sobre as exigências legais que ainda dependem do município.

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