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Caravana do Desenvolvimento trará cursos profissionalizantes gratuitos para Cruzeiro do Sul

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O município de Cruzeiro do Sul vai receber em julho a Caravana do Desenvolvimento, que irá garantir cursos profissionalizantes gratuitos para a população. A iniciativa da FIEAC – Federação das Indústrias do Estado do Acre é realizada por meio do gabinete do deputado federal Gerlen Diniz e conta com a parceria da Prefeitura de Cruzeiro do Sul. A “Caravana do Desenvolvimento” promete ser um marco importante na capacitação e desenvolvimento profissional da região do Juruá, com oportunidades de ingresso no mercado de trabalho.

Em Cruzeiro do Sul os cursos nas áreas de alimentos, construção civil, movelaria e outros, serão ministrados de 15 a 26 de julho. Na manhã desta segunda-feira, 27, o deputado federal Gerlen Diniz, a representante da Federação das Indústrias do Estado do Acre – FIEAC, Janaína Terças,do Serviço Social da Indústria, Sesi Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai, acertaram os detalhes da ação com o prefeito Zequinha Lima.

O Deputado Federal Gerlen Diniz expressou entusiasmo ao confirmar a chegada da “Caravana do Desenvolvimento” na região. “É um prazer trazer boas notícias para Cruzeiro do Sul e região, especialmente em parceria com a FIEAC e outras instituições importantes”, disse Diniz. A caravana começará suas atividades em Rodrigues Alves em junho, seguida por Cruzeiro do Sul em julho, e Mâncio Lima em agosto. Aproximadamente 3.000 pessoas serão capacitadas por meio de cursos profissionalizantes em diversas áreas. “Estamos oferecendo 15 cursos diferentes, incluindo manutenção de ar-condicionado, que permitirá aos jovens e adultos locais uma nova oportunidade de sustento”, explicou o deputado.
As inscrições para os cursos são totalmente gratuitas, uma ação que visa inclusão e acesso à educação profissional sem custos para os participantes. “Não perca esta oportunidade. É uma chance de se qualificar e se desenvolver profissionalmente sem qualquer custo”, incentivou Diniz.

Janaína Terças, representante da FIEAC no Juruá, detalhou o funcionamento da caravana. “Utilizamos carretas que se transformam em salas de aula móveis, podendo atender até 25 alunos por sessão. Todos receberão os Certificados”, disse ela.

O Prefeito Zequinha Lima, reiterou a parceria e o compromisso da gestão com a oferta de oportunidades de profissionalização para a população, com foco na empregabilidade dos jovens.

“Recebi com prazer o amigo e deputado Gerlen Diniz, juntamente com a Janaína e demais representantes da Caravana e estabelecemos parceria para oferecer cursos técnicos à nossa população. Este projeto visa capacitar mais pessoas, proporcionando novas oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal. Agradeço imensamente a visita e a confiança depositada nessa colaboração, que trará grandes benefícios para todos.!” destacou o prefeito Zequinha Lima.

Assessoria

Acre

Acre endurece regras contra assédio no serviço público

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O governo do Acre publicou nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, um decreto que padroniza medidas de prevenção, denúncia, apuração e punição de assédio moral e assédio sexual no Poder Executivo estadual. As regras valem para condutas presenciais e também em ambiente virtual e alcançam servidores efetivos e comissionados, empregados públicos, estagiários, prestadores de serviço, voluntários e demais colaboradores.

O Decreto nº 11.877, assinado em 29 de abril e publicado no Diário Oficial, define assédio moral como prática repetida que fere a dignidade ou a integridade psíquica, com exemplos que incluem perseguição, isolamento, humilhações, imposição de metas abusivas, sobrecarga de trabalho e restrições desproporcionais. No assédio sexual, o texto separa a conduta por chantagem, quando há exigência de favor sexual em troca de benefício profissional ou sob ameaça, e a conduta por intimidação, marcada pela criação de ambiente hostil, mesmo sem vínculo hierárquico direto.

As denúncias podem ser feitas de forma identificada ou anônima por canais oficiais dos órgãos. A norma prevê triagem e investigação preliminar, com coleta de informações e depoimentos, antes de eventual sindicância ou processo administrativo disciplinar. Denúncias anônimas só avançam quando apresentam elementos mínimos que permitam análise e verificação dos fatos.

O decreto fixa prazo de 30 dias para apuração, com possibilidade de prorrogação por mais 30 dias mediante justificativa, totalizando até 60 dias. Também prevê medidas administrativas provisórias para proteger o denunciante e preservar a apuração, como ajuste de jornada e transferência temporária de lotação, sem caráter punitivo.

Cada órgão deverá instituir unidade processante, como corregedoria ou estrutura equivalente, para conduzir os procedimentos. Gestores que receberem denúncia e não encaminharem para apuração, deixarem de adotar medidas preventivas ou retardarem processos sem justificativa podem responder administrativamente por omissão. A norma também prevê responsabilização quando houver má-fé do denunciante.

Nos casos de assédio moral, o texto admite tentativa de mediação voluntária, desde que aceita pela parte denunciante e conduzida pela unidade responsável, com cuidados para evitar exposição e revitimização. Para assédio sexual, a mediação é vedada e a denúncia deve seguir para apuração.

A governadora Mailza Assis afirmou que a regulamentação busca mudar práticas no ambiente de trabalho e ampliar a proteção a quem denuncia. “O serviço público precisa ser exemplo de civilidade e respeito. Não estamos falando apenas de punir o assediador, mas de proteger a dignidade do servidor e criar mecanismos para que ninguém se cale por medo. A omissão será tratada com o mesmo rigor da agressão, pois é dever do estado garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável para todos”, disse.

A Controladoria-Geral do Estado passa a supervisionar o cumprimento das regras e a receber relatórios semestrais com número de denúncias, processos instaurados e penalidades aplicadas. Em situações envolvendo agentes políticos do Executivo, a apuração deve ser encaminhada diretamente à CGE.

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Justiça do Acre

TJAC amplia cotas e reserva 35% das vagas em concursos para PcD, negros, indígenas e quilombolas

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O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) aprovou por unanimidade uma resolução que fixa a reserva de 35% das vagas nos próximos concursos para servidores efetivos, com divisão entre pessoas com deficiência (PcD), pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas. A medida foi formalizada na Resolução nº 353/2026, de 22 de abril, e passou a orientar a elaboração dos próximos editais do Judiciário acreano.

Pela regra, 5% do total de vagas serão destinados a PcD, 25% a pessoas pretas e pardas, 3% a indígenas e 2% a quilombolas. O texto também define parâmetros para aplicação das cotas nos concursos, cria diretrizes para procedimentos de heteroidentificação e detalha como funcionarão critérios de alternância e proporcionalidade na nomeação.

O TJAC informou que a norma foi elaborada a partir de resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece reserva mínima de 30% das vagas, e que o tribunal no Acre adotou percentual superior ao piso nacional. A resolução foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico em 4 de maio, assinada pelo presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira.

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Educação

Rio Branco suspende aulas por três dias e reforça segurança nas escolas após ataque

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A Prefeitura de Rio Branco suspendeu por três dias as aulas em toda a rede municipal e anunciou o programa “Escola Mais Segura” como resposta imediata ao ataque a tiros registrado nesta terça-feira (5) no Instituto São José, na capital. A medida foi comunicada pelo prefeito Alysson Bestene e, segundo a gestão, busca garantir um período de acolhimento a estudantes, profissionais e famílias, além de organizar ações emergenciais nas unidades de ensino.

O programa será tocado em parceria com o Gabinete Militar e a Secretaria Municipal de Educação e prevê um conjunto de medidas voltadas à prevenção e ao preparo das equipes escolares. A proposta inclui capacitações e treinamentos direcionados a professores, servidores de apoio e agentes de portaria, com orientações para procedimentos de rotina e protocolos diante de situações de risco.

A secretária municipal de Educação, Kelce Nayra Paes, afirmou que a prioridade é dar suporte à comunidade escolar e reforçar que o ambiente da escola precisa ser de proteção. Bestene disse que o desenho final das ações será consolidado durante os dias de suspensão das atividades e que a execução deve começar ainda neste mês, com participação da Polícia Militar em atividades como palestras, seminários e formações voltadas à prevenção da violência e à preparação para emergências.

O ataque no Instituto São José terminou com duas funcionárias mortas e deixou outras pessoas feridas. A apuração segue sob responsabilidade das autoridades de segurança.

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