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Carnaval no Acre reúne mais de 64 mil pessoas e mobiliza forças de segurança em cinco noites de festa

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Mais de 64 mil pessoas participaram das cinco noites de Carnaval em Rio Branco e em outros municípios do Acre, segundo balanço divulgado em 18 de fevereiro de 2026 pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que detalhou as ações realizadas pelas forças de segurança e os registros de ocorrências durante o período festivo. O levantamento indica que o evento contou com reforço no policiamento, atendimentos de emergência e operações de trânsito, com o objetivo de garantir a realização das festividades e prevenir incidentes.

De acordo com estimativa da Prefeitura de Rio Branco, somente na capital circularam 64.035 pessoas ao longo das cinco noites, sendo 18.230 participantes registrados na última noite de programação. O fluxo de público exigiu a atuação coordenada de diversos órgãos estaduais e municipais, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) e Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans).

A Polícia Militar empregou 1.372 agentes durante o período e registrou 18 conduções de adultos e quatro de adolescentes. Também foram registradas ocorrências relacionadas ao cumprimento de mandado de prisão, desacato, ameaça, furtos, roubos, porte de arma branca e tráfico de drogas. O secretário adjunto de Segurança Pública, Evandro Bezerra, afirmou que as ações foram resultado de planejamento integrado entre as instituições. “Realizamos um planejamento integrado com todas as instituições envolvidas, reforçamos o efetivo e atuamos de forma preventiva. O comprometimento dos nossos profissionais foi fundamental para garantir que o Carnaval 2026 transcorresse com tranquilidade e segurança em todo o estado do Acre”, declarou.

O Corpo de Bombeiros Militar realizou 28 atendimentos durante as festividades, com a participação de 44 militares que atuaram no suporte pré-hospitalar e em ações preventivas nas áreas com maior concentração de público. O Instituto de Administração Penitenciária mobilizou 60 servidores e identificou 20 pessoas monitoradas que não estavam em atividade laboral e três que estavam trabalhando. Ao todo, 22 foram abordadas e orientadas a deixar o local, além de nove casos identificados em situação de vulnerabilidade social.

As operações de trânsito resultaram em 1.363 abordagens a condutores de motocicletas e automóveis. Foram realizados 1.226 testes de bafômetro, com 91 autuações por embriaguez ao volante e 42 por condução sem habilitação. Durante o período, não houve registro de morte no trânsito. O balanço aponta ainda oito sinistros com vítimas de lesão corporal, que deixaram 16 pessoas feridas, além de seis ocorrências sem vítimas e a remoção de 42 veículos.

Segundo a Sejusp, a estratégia de atuação integrada entre os órgãos de segurança e fiscalização buscou garantir o funcionamento das atividades culturais e o deslocamento do público, com ações preventivas e monitoramento nos principais pontos de concentração. O secretário adjunto afirmou que os dados demonstram o impacto do planejamento. “Tivemos um grande público participando das festas e, ainda assim, mantivemos baixos índices de ocorrências, o que demonstra a eficiência do nosso trabalho”, disse.

Economia e Empreender

Brasil busca plano para transformar terras raras em cadeia industrial até 2040

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O Brasil ganhou nesta semana um novo roteiro para ampliar a exploração de terras raras e transformar as reservas nacionais em uma cadeia produtiva de maior valor agregado até 2040. O plano foi lançado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e propõe que o país deixe de atuar apenas como fornecedor de matéria-prima para avançar em etapas como separação, refino, metalurgia, produção de componentes e reciclagem.

As terras raras reúnem 17 elementos químicos usados em produtos de alta tecnologia, como carros elétricos, turbinas eólicas, smartphones, equipamentos de defesa, catalisadores, ligas metálicas e ímãs permanentes. A demanda mundial por esses insumos cresceu com a transição energética e com a disputa entre países por segurança em cadeias de suprimento consideradas estratégicas.

O desafio brasileiro é converter potencial mineral em capacidade industrial. O país aparece entre os maiores detentores de reservas do mundo, mas ainda tem participação pequena na produção global e não ocupa posição relevante nas etapas mais rentáveis da cadeia, como o refino e a fabricação de componentes. Esse descompasso mantém o Brasil dependente da importação de itens de alto valor agregado, mesmo tendo recursos minerais no subsolo.

O mapa proposto para o período de 2026 a 2040 organiza a estratégia em frentes de curto, médio e longo prazo. Entre as medidas previstas estão a criação de uma governança nacional para terras raras e minerais críticos, a ampliação do mapeamento geológico, o apoio a projetos de mineração em estágio avançado, a implantação de uma planta industrial de separação, o desenvolvimento de refino de óxidos de alta pureza e a formação de mão de obra especializada.

A agenda também prevê linhas de financiamento, cooperação tecnológica com parceiros internacionais, integração com políticas de defesa e um programa de reciclagem de magnetos e resíduos eletrônicos. A proposta tenta posicionar o país em um mercado no qual a simples extração gera retorno menor do que a venda de produtos processados, componentes e equipamentos finais.

O debate ocorre em paralelo à tramitação do Projeto de Lei 2.780 de 2024, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos e o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, vinculado à Presidência da República. A proposta já passou pela Câmara dos Deputados e aguarda despacho no Senado. O texto prevê instrumentos para fomentar pesquisa, extração, beneficiamento e transformação de minerais considerados essenciais para a transição energética, a segurança nacional e setores-chave da economia.

A escolha agora é industrial. Sem escala, financiamento, tecnologia e coordenação pública e privada, o país tende a repetir nas terras raras o modelo de exportação de commodities aplicado a outros recursos naturais. Com planejamento e investimento, a exploração pode abrir espaço para uma nova base produtiva ligada à energia limpa, à defesa, à eletrônica e à indústria de alta tecnologia.

Fonte: Agência Brasil – Foto: Carta Capital

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Rio Branco

Prefeitura de Rio Branco entrega mais de 300 cestas básicas na comunidade Limoeiro

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A Prefeitura de Rio Branco entregou mais de 300 cestas básicas a famílias da comunidade Limoeiro, na região do Quixadá, zona rural da capital, no sábado, 4 de julho. A ação foi coordenada pela Defesa Civil Municipal, em parceria com o Governo Federal, e atendeu moradores afetados por dificuldades de acesso a alimentos e por impactos de eventos climáticos, como enchentes e estiagens.

A entrega reuniu equipes da gestão municipal e moradores da comunidade. O atendimento faz parte de um cronograma de assistência às famílias da zona rural, especialmente em áreas mais distantes do perímetro urbano, onde o deslocamento e o acesso a serviços públicos exigem apoio contínuo do poder público.

Entre as beneficiadas estava a aposentada Raimunda Nonata Mendes, de 73 anos, que mora com familiares na comunidade. “Eu agradeço ao prefeito por fazer isso por todos nós que precisamos. Tem muita gente que precisa. Agradeço muito ao prefeito e a todos que colaboraram para trazer essa ajuda até aqui”, disse.

O prefeito Alysson Bestene acompanhou a distribuição e afirmou que o município tem ampliado o atendimento nas comunidades rurais. “Temos buscado atender as famílias em todas as regiões da nossa capital. Aqui, na comunidade Limoeiro, são mais de 300 famílias beneficiadas por meio da Defesa Civil. Também já atendemos comunidades da Transacreana e agora avançamos na região do Quixadá”, declarou.

Além da entrega de alimentos, a Prefeitura mantém ações voltadas à recuperação de ramais, abastecimento emergencial por carros-pipa, apoio à produção rural e ampliação de serviços básicos. As medidas atendem demandas de moradores que dependem das estradas vicinais para transporte, escoamento da produção e acesso a escolas, unidades de saúde e serviços públicos.

O coordenador municipal da Defesa Civil, coronel Cláudio Falcão, disse que a entrega encerra uma etapa do trabalho feito com recursos federais e prepara uma nova fase de atendimento. “Essa é a continuidade de uma ação que realizamos todos os anos e que agora está finalizando mais uma etapa. Em seguida, iniciaremos uma nova fase. Esse é um recurso do Governo Federal aplicado com responsabilidade para chegar a quem realmente precisa”, afirmou.

O presidente da comunidade Limoeiro, Antônio Eleiandro Souza Nascimento, afirmou que a distribuição chegou em um momento importante para os moradores. “A gente vê a felicidade das pessoas quando uma iniciativa como essa chega à nossa comunidade. Só temos a agradecer à Prefeitura, à Defesa Civil e a todos os parceiros. Hoje, centenas de famílias estão sendo beneficiadas com essa ação”, disse.

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Rio Branco

Falha no sistema do Saerb deixa bairros sem água em Rio Branco

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Uma falha no sistema do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco deixou bairros da capital acreana sem abastecimento neste domingo, 5. O problema atingiu moradores atendidos pela rede pública de distribuição e afetou a rotina de famílias que dependem do fornecimento regular de água.

A interrupção foi registrada em áreas abastecidas pelo Saerb, autarquia municipal responsável pelos serviços de água e esgoto em Rio Branco. A falta de água ocorreu após instabilidade no sistema operacional, o que comprometeu a distribuição para parte dos consumidores.

A retomada do abastecimento costuma ocorrer de forma gradual depois da correção de falhas desse tipo, já que a rede precisa voltar a ser pressurizada para que a água chegue aos imóveis. Em regiões mais altas ou distantes dos pontos principais de distribuição, o retorno pode levar mais tempo.

O serviço de abastecimento em Rio Branco é administrado pelo Saerb desde a retomada da operação pelo município. A autarquia responde pela captação, tratamento e distribuição de água, além da manutenção da rede que atende os bairros da capital.

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