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Coopercafé firma parceria com ABDI para o desenvolvimento da cadeia produtiva na região

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Encontro realizado nesta quinta-feira, 20, em Mâncio Lima, reuniu produtores de café da região do Vale do Juruá e a diretoria da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI, onde foi firmada parceria para desenvolver a produção do café com foco nas boas práticas de sustentabilidade, novas tecnologias, reaproveitamento de áreas degradadas, reflorestamento, cooperativismo e um forte apelo social que visa melhorar a vida dos produtores.

Estiveram presentes a diretora de Economia Sustentável e Industrialização da ABDI, Perpétua Almeida, o gerente Rogério Araújo, o analista Eduardo Tosta e o presidente da Coopercafé, Jonas Lima, que realizaram reuniões com os cooperados e visitas técnicas junto com os produtores de café da região.

O projeto, inicialmente será executado em parceria com a Cooperativa de Produtores de Café do Vale do Juruá – Coopercafé e a Secretaria de Produção da Prefeitura de Mâncio Lima, e vai beneficiar diretamente mais de cem produtores de café da região, promovendo o desenvolvimento da cadeia produtiva e ganhos sociais para os municípios do Juruá.

“Esse projeto vem sendo desenvolvido nos últimos três anos em Rondônia e já garantiu aos produtores de café a “Indicação Geográfica Matas de Rondônia”, com estruturação do Laboratório de solos e outros benefícios que trouxeram grandes avanços para a produção, melhorando a renda das famílias deste estado. A parceria aqui no Acre traz um diferencial: será focada no cooperativismo econômico, social e sustentável”, explicou Perpétua Almeida, diretora de Economia Sustentável e Industrialização da ABDI.

O presidente da Coopercafé, Jonas Lima, ressaltou a importância da parceria. “Iniciamos aqui uma longa caminhada. Aqui se trabalha muito e acreditamos no café como caminho para mudar a vida da agricultura familiar. Precisamos dar mais um passo. O que plantamos precisa ser bem secado e pilado para que toda a cadeia produtiva possa ter sucesso. A chegada desse projeto nos enche de esperanças”, pontuou.

Assessoria

Economia e Empreender

Finep abre subvenção de R$ 100 milhões para projetos de bioeconomia na Amazônia Legal

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Empresas com sede ou filial na Amazônia Legal, incluindo o Acre, podem apresentar projetos para disputar recursos não reembolsáveis da Finep em uma chamada de subvenção econômica voltada à bioeconomia e ao desenvolvimento regional, em fluxo contínuo. O orçamento total anunciado é de R$ 100 milhões, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), e a proposta é financiar iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação com risco tecnológico, conectadas à valorização da sociobiodiversidade e a soluções para gargalos estruturais do território amazônico.

A chamada foi ajustada para ampliar o acesso de empresas de diferentes portes. A Finep informa que retirou a exigência de faturamento mínimo que existia anteriormente e reduziu o valor mínimo financiado por projeto para R$ 2 milhões, mantendo a seleção aberta para envio de propostas enquanto o instrumento estiver vigente.

O regulamento aponta três grandes frentes de apoio. A primeira é a bioeconomia a partir da biodiversidade amazônica, com espaço para desenvolvimento ou aprimoramento de produtos e processos ligados a intermediários químicos, compostos bioativos, bioinsumos, biomateriais, fármacos, biocombustíveis, cosméticos, alimentos e fitoterápicos, além de soluções para restauração florestal e recuperação de áreas degradadas e implantação de biorrefinarias em escala piloto dentro da Amazônia Legal. A segunda trata de comunidades resilientes e sustentáveis, com foco em remover gargalos das cadeias produtivas da bioeconomia por meio de soluções em saneamento, energia renovável, logística e maquinário para etapas iniciais de produção. A terceira frente é o desenvolvimento do território amazônico, abrangendo bioeconomia, cidades sustentáveis, descarbonização, transformação digital e economia digital, com a exigência de parceria com pelo menos uma instituição científica e tecnológica sediada na Amazônia Legal.

Entre os requisitos técnicos, a chamada indica que os projetos devem se enquadrar em atividades compatíveis com níveis de maturidade tecnológica entre TRL 3 e TRL 7, e que as empresas devem realizar as principais atividades do projeto no território da Amazônia Legal. O edital também aponta a necessidade de participação de pelo menos uma ICT, com previsão de contratação de serviços dessas instituições no orçamento do projeto.

Os valores máximos variam conforme o porte da empresa, com teto que pode chegar a R$ 20 milhões para grandes empresas, e a contrapartida financeira é obrigatória, com percentuais mínimos que aumentam de acordo com o porte, partindo de 5% para micro e pequenas e chegando a 50% para grandes empresas. Além disso, a chamada descreve itens financiáveis que incluem desde equipamentos e material de consumo até pagamento de pessoal, diárias e serviços de terceiros, incluindo contratação de ICTs, e prevê a apresentação de documentação e de um vídeo de até 10 minutos como parte da submissão.

Para o Acre, o edital abre uma janela de captação para empresas e startups que atuam em cadeias como alimentos, bioinsumos, cosméticos, manejo, restauração e soluções digitais e logísticas para cadeias produtivas, desde que a operação e a execução principal do desenvolvimento ocorram dentro do recorte da Amazônia Legal.

Chamada Pública FINEP

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Gás do Povo amplia vale-recarga no Acre e chega a Tarauacá

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O programa federal Gás do Povo passou a liberar, a partir de segunda-feira (23), o vale-recarga que garante a recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo. No Acre, a nova etapa alcança 44.259 famílias em fevereiro, com investimento informado de R$ 5,44 milhões, dentro de um total nacional de 4,5 milhões de famílias contempladas neste mês.

Em Rio Branco, revendas credenciadas já atendem beneficiários em bairros como Portal da Amazônia, Calafate, Raimundo Melo, Vila Acre, Cidade Nova, Taquari, Estação Experimental, Belo Jardim II, Cidade do Povo, Baixa da Colina, Chico Mendes, Parque dos Sabiás e Xavier Maia, segundo levantamento publicado nesta terça-feira (24). Comerciantes relataram aumento na procura desde o início das liberações e explicaram que a retirada do botijão no ponto credenciado ocorre sem cobrança, enquanto a entrega pode ter taxa definida pela distribuidora, conforme regras do serviço.

No interior, Tarauacá começou a operar o atendimento nesta terça-feira (24), com a orientação de que não é necessário novo cadastro: a família contemplada leva o botijão vazio e faz a troca pelo cheio em revendas credenciadas. A lista divulgada para o município inclui o Centro de Distribuição Fogás (Centro), Cerâmica São Jorge Ltda (Ipepaconha), R.N.S. Damasceno Ltda (Centro) e Posto RI Ltda (Centro).

A regra nacional prevê que a recarga gratuita seja feita diretamente pelo responsável familiar na revenda participante, com validação eletrônica na maquininha (“azulzinha”), sem intermediários. A validação pode ocorrer com cartão do Bolsa Família com chip e senha, cartão de débito da Caixa com senha ou CPF com código de validação enviado ao celular cadastrado. Para consulta de elegibilidade e localização de revendas, o governo indica o aplicativo “Meu Social – Gás do Povo”, e também canais de atendimento como o Disque Social (121) e a Caixa Cidadão (0800 726 0207).

Com a cobertura nacional anunciada para esta etapa, a expectativa é que o programa avance até março, quando a projeção do governo é ampliar o total de famílias atendidas. Para municípios acreanos além de Rio Branco e Tarauacá, a orientação é verificar no aplicativo e nos canais oficiais quais revendas estão credenciadas e se o vale-recarga já está disponível para o responsável familiar, já que o uso depende da rede de pontos participantes no território.

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Prefeitura orienta motoristas sobre interdição perto do Elevado da AABB em Rio Branco

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A Prefeitura de Rio Branco reuniu a imprensa na manhã desta terça-feira, 24, para orientar motoristas sobre mudanças no tráfego no entorno do Elevado da AABB, no cruzamento da Estrada Dias Martins com a Rua Isaura Parente, onde uma intervenção vai interditar a alça esquerda no sentido centro–bairro, do trecho próximo à esquina da loja OK Magazine até a confluência com um posto de combustível, com previsão de liberação até sexta-feira, 27.

A ação envolve a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) e a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) e foi apresentada como parte da etapa final de urbanização do entorno do elevado, com foco em reorganização do fluxo e regras de circulação durante as obras. O secretário Cid Ferreira afirmou que o trabalho mexe com a trafegabilidade nas vias próximas, mas integra a fase de urbanização e deve resultar em “fluxo mais organizado e seguro” após a conclusão.

Para encurtar o período de bloqueio, a Emurb informou que vai manter equipes atuando durante o dia e a noite. “Os trabalhos serão executados durante o dia e a noite para que possamos liberar o trecho o mais rápido possível”, disse o diretor-presidente Abdel Derze. No suporte ao trânsito, a RBTrans anunciou presença de agentes no local para orientar condutores e tentar manter a fluidez nas rotas alternativas, com recomendação de atenção à sinalização provisória, redução de velocidade e escolha de desvios quando possível.

Como opções de desvio, foram indicadas a Travessa dos Engenheiros, a própria Rua Isaura Parente e a Rua Valdomiro Lopes, no acesso pelo bairro da Paz, rotas que devem concentrar parte do tráfego enquanto durar a interdição. A Prefeitura informou que a liberação do trecho está estimada para a próxima sexta-feira, 27, conforme o cronograma de conclusão dos serviços no entorno do Elevado da AABB.

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