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Desbarrancamento interrompe abastecimento de água em Rio Branco

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A captação de água da Estação de Tratamento de Água (ETA 1), em Rio Branco, foi paralisada na madrugada desta segunda-feira (16) após um desbarrancamento comprometer a estrutura responsável pelo transporte de água até a estação de tratamento. O incidente ocorreu por volta da meia-noite e levou à interrupção total do sistema.

De acordo com a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Assecom, o abastecimento deve ser retomado de forma parcial a partir do meio-dia desta segunda-feira. A previsão é que a normalização completa ocorra até a manhã de terça-feira (17).

Bairros afetados pela interrupção:

CR Central – Parte Baixa: Ivete Vargas, Preventório, Palheiral, Baixada, parte do João Eduardo I, Bosque, Cohab do Bosque, Aviário, Base, Morada do Sol, Tropical, Cadeia Velha, Habitasa e Adalberto Aragão.

CR Horto Florestal: Conjunto Solar, Conjunto Procon, Vila Ivonete, Conquista, Manoel Julião, Nova Estação, Geraldo Fleming, Jardim América, Avenida Antônio da Rocha Viana, Conjunto Vilage e parte da Avenida Getúlio Vargas.

CR Placas: Placas, Raimundo Melo, Reserva do Bosque, Vila Nova, Loteamento Novo Horizonte, Santa Mônica, Tancredo Neves, Alto Alegre, Adalberto Sena, Xavier Maia, Vanderlei Dantas, Loteamento Céu Azul, Residencial Juruá, Residencial Envira, Bairro Novo Cruzeiro, Conjunto Mulateiro e Residencial Rio Verde.

Equipes técnicas estão no local trabalhando para solucionar o problema e restabelecer o fornecimento de água o mais rápido possível.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco / Assecom.

Justiça do Acre

Juiz do TJAC diz que ECA Digital busca reduzir danos das redes a crianças

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O juiz Jorge Luiz, da 2ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, afirmou nesta segunda-feira (13) que a Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, foi criada para produzir efeito prático na proteção de crianças e adolescentes e para reduzir os prejuízos causados pela exposição às redes sociais. Ele falou durante audiência pública na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), em Rio Branco, convocada para discutir o uso da tecnologia como aliada na garantia de direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o fortalecimento da rede de proteção no estado.

A audiência foi proposta pelo deputado estadual Eduardo Ribeiro, por meio do Requerimento nº 20/2026, e reuniu autoridades, especialistas, integrantes do Sistema de Justiça e representantes da sociedade civil. No plenário, o magistrado defendeu que o debate precisa ser permanente e que as instituições devem se adaptar na mesma velocidade das mudanças tecnológicas para manter a proteção efetiva de crianças e adolescentes.

Durante a sessão, Jorge Luiz citou a mobilização do Judiciário acreano para a campanha Maio Laranja, voltada ao enfrentamento da exploração de crianças e adolescentes, e mencionou ações como ECA na Comunidade e Cidadania e Justiça na Escola. Na sequência, reforçou que a lei não foi criada para “dar satisfação social” e que o resultado depende da atuação conjunta da rede de proteção.

A coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Acre, desembargadora Regina Ferrari, afirmou que a legislação representa avanço na proteção no ambiente virtual e defendeu responsabilidade no uso da tecnologia com atuação integrada entre as instituições.

Também participaram do encontro o deputado estadual Pablo Bregense; a secretária adjunta de Assistência Social e Direitos Humanos, Amanda Vasconcelos; a representante da Polícia Federal no Acre, Amanda Cordeiro; o promotor de Justiça Iverson Bueno; o defensor público Rogério Pacheco; o delegado da Polícia Civil Robert Alencar; e o jovem Everaldo Júnior, como representante de crianças e adolescentes. O debate na Aleac reforçou a cobrança por medidas contínuas e coordenadas para que a lei se traduza em ações de prevenção e resposta a riscos no ambiente digital.

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Rio Branco

Governo do Acre inicia revitalização do Parque da Maternidade e concentra primeira etapa em área de maior fluxo

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O governo do Acre deu início nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, ao processo de revitalização do Parque da Maternidade, em Rio Branco, ao assinar a ordem de serviço que autoriza obras de manutenção e reparos em equipamentos e espaços públicos do local. A medida integra uma estratégia do Executivo estadual para recuperar estruturas urbanas usadas diariamente por pedestres e ciclistas, com reforço em segurança, acessibilidade e conservação.

A primeira etapa tem investimento de R$ 522.953,30, com recursos próprios do Estado, e prevê o começo dos serviços ainda nesta semana. O trecho inicial fica entre o Terminal Urbano e a rotatória em frente à Federação Espírita do Acre, no bairro Capoeira, ponto de grande circulação e um dos mais demandados do parque.

O trabalho será conduzido pela Secretaria de Estado de Obras Públicas, em parceria com a Secretaria de Administração, que responde pela gestão dos parques. O governo também distribuiu tarefas a outros órgãos estaduais: o Departamento de Estradas de Rodagem do Acre vai atuar no recapeamento da ciclovia e na limpeza do canal, enquanto a Secretaria de Justiça e Segurança Pública planeja reforçar o patrulhamento no entorno para ampliar a presença ostensiva na área.

O projeto foi estruturado para atingir toda a extensão do Parque da Maternidade, de aproximadamente seis quilômetros, divididos em 10 lotes. A execução deve avançar conforme a liberação das próximas frentes de trabalho, com novas ordens de serviço para os demais trechos.

Com a revitalização, o governo do Acre pretende recuperar pontos degradados e ampliar as condições de uso do parque como corredor de deslocamento e área de lazer e atividade física. A expectativa é que a intervenção no trecho de maior fluxo gere impacto imediato na rotina de quem utiliza o espaço, enquanto as próximas etapas ampliam a cobertura das melhorias ao restante do parque.

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Amazônia

Flávio Dino dá 15 dias para governo detalhar plano contra facções criminosas na Amazônia

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, que o governo federal apresente, em até 15 dias, um plano com medidas concretas e imediatas para conter o avanço de facções criminosas na Amazônia. A ordem foi encaminhada à Advocacia-Geral da União (AGU), que deverá consolidar informações e providências informadas pelos ministérios da Justiça, da Defesa, do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas.

Na decisão, Dino apontou a ampliação da presença de organizações criminosas na região, com atuação associada a crimes ambientais e à violência em áreas sensíveis, incluindo territórios indígenas. O ministro registrou que recebeu informações, em reunião técnica de um processo correlato, sobre o aumento de pressões de grupos criminosos contra povos indígenas na Amazônia.

O despacho cobra, entre outros pontos, a descrição de ações já em andamento e o que pode ser ampliado no curto prazo, com reforço de operações de forças federais e órgãos ambientais, articulação com forças de segurança estaduais e expansão da presença das Forças Armadas em áreas críticas, com menção à possibilidade de emprego de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

A determinação foi proferida em uma ação que acompanha medidas estruturais ligadas à atuação do poder público na Amazônia e no Pantanal, em meio a discussões sobre resposta estatal a atividades ilegais e seus efeitos sobre a segurança e o meio ambiente. Com o prazo em curso, a AGU terá de encaminhar ao STF o conjunto de informações e propostas para que o tribunal avalie os próximos passos e eventual reforço das medidas exigidas.

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