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Notícias

Desbarrancamento interrompe abastecimento de água em Rio Branco

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A captação de água da Estação de Tratamento de Água (ETA 1), em Rio Branco, foi paralisada na madrugada desta segunda-feira (16) após um desbarrancamento comprometer a estrutura responsável pelo transporte de água até a estação de tratamento. O incidente ocorreu por volta da meia-noite e levou à interrupção total do sistema.

De acordo com a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Assecom, o abastecimento deve ser retomado de forma parcial a partir do meio-dia desta segunda-feira. A previsão é que a normalização completa ocorra até a manhã de terça-feira (17).

Bairros afetados pela interrupção:

CR Central – Parte Baixa: Ivete Vargas, Preventório, Palheiral, Baixada, parte do João Eduardo I, Bosque, Cohab do Bosque, Aviário, Base, Morada do Sol, Tropical, Cadeia Velha, Habitasa e Adalberto Aragão.

CR Horto Florestal: Conjunto Solar, Conjunto Procon, Vila Ivonete, Conquista, Manoel Julião, Nova Estação, Geraldo Fleming, Jardim América, Avenida Antônio da Rocha Viana, Conjunto Vilage e parte da Avenida Getúlio Vargas.

CR Placas: Placas, Raimundo Melo, Reserva do Bosque, Vila Nova, Loteamento Novo Horizonte, Santa Mônica, Tancredo Neves, Alto Alegre, Adalberto Sena, Xavier Maia, Vanderlei Dantas, Loteamento Céu Azul, Residencial Juruá, Residencial Envira, Bairro Novo Cruzeiro, Conjunto Mulateiro e Residencial Rio Verde.

Equipes técnicas estão no local trabalhando para solucionar o problema e restabelecer o fornecimento de água o mais rápido possível.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco / Assecom.

Economia e Empreender

Empreendedorismo vira rota de saída para mulheres que buscam autonomia financeira após violência

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A busca por renda própria tem levado mulheres a abrir pequenos negócios como forma de reconstruir a vida depois de relações abusivas, com impacto direto na capacidade de romper ciclos de violência. O Sebrae Nacional afirma que a autonomia financeira amplia a margem de escolha de quem vive sob dependência econômica e, ao mesmo tempo, cria caminhos para retomar planos interrompidos e reconstruir redes de apoio. “Quando uma mulher conquista autonomia financeira, ela amplia sua capacidade de romper ciclos de violência, porque passa a ter mais condições concretas de decidir permanecer ou sair de uma relação abusiva”, diz Georgia Nunes, gerente de Empreendedorismo Feminino, Diversidade e Inclusão do Sebrae Nacional. Para ela, além da renda, o empreendedorismo pode reativar vínculos sociais e oferecer suporte emocional em um período marcado por medo, isolamento e recomeço. “Esses são fatores fundamentais nesse processo”, afirma.

A dependência financeira aparece como um dos principais entraves para a denúncia e para a ruptura do convívio com o agressor. Um estudo da Universidade de Brasília (UnB), citado pelo Sebrae, aponta que 61% das mulheres entrevistadas disseram que a falta de renda própria impede a denúncia. A pesquisa “Independência financeira e violência contra as mulheres: uma análise documental de relatórios institucionais brasileiros” foi apresentada por Carolina Campos Afonso, doutoranda da UnB, durante o 10º Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra, em Portugal.

Em Nossa Senhora do Livramento, em Mato Grosso, a empreendedora Érica Pereira relata que precisou deixar a cidade por medo de ameaças e passou a conviver com crises de pânico e ansiedade após encerrar um relacionamento abusivo. No retorno ao município, ela procurou o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para reorganizar a vida, com apoio social, Bolsa Família e atendimento psicológico. A virada veio quando buscou capacitações na área de beleza e entrou em programas de formação do Sebrae. “Fiz duas capacitações na área de beleza. Consegui um emprego como auxiliar em um salão e consegui montar um espaço dentro da minha casa. Hoje tenho uma renda melhor e consigo comprar coisas para minha filha. Antes não era possível”, conta.

Em Brasília, o Instituto RevEllas, criado a partir da experiência da advogada e delegada aposentada Patrícia Bozolan, atende mulheres com orientação jurídica e suporte psicológico, além de encaminhamentos relacionados a medidas protetivas. Bozolan afirma que, após o divórcio, a reorganização financeira pode ser um dos períodos mais difíceis, sobretudo para quem ficou anos fora do mercado. “Atendo mulheres que até têm um diploma, mas nunca exerceram a profissão porque eram dedicadas exclusivamente para a família”, diz. Segundo ela, o empreendedorismo surge com frequência como alternativa, principalmente entre mulheres de 45 a 55 anos, quando a reinserção formal pode ser mais lenta e marcada por barreiras.

A avaliação do Sebrae é que atividades de baixo investimento inicial e baseadas em habilidades já existentes costumam ser a porta de entrada para quem precisa recomeçar com pouco capital. Áreas como beleza, alimentação, artesanato, moda, revendas e serviços digitais aparecem entre as escolhas mais comuns, em parte pela possibilidade de iniciar dentro de casa e reduzir custos. Com o avanço das vendas online e do trabalho remoto, a criação de renda pode ganhar escala mais rápido, encurtando o tempo em que a dependência econômica mantém vítimas presas a relações violentas e permitindo que a decisão de sair de casa deixe de ser apenas um desejo para virar um plano viável.

Fonte: Sebrae

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Notícias

Prefeitura de Rio Branco inicia instalação de equipamentos de polo agroindustrial para processamento de grãos

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A Prefeitura de Rio Branco iniciou a instalação dos equipamentos da futura indústria de processamento de grãos voltada à agricultura familiar, com foco no beneficiamento de arroz, milho e feijão produzidos por agricultores da capital e de municípios vizinhos. A montagem das máquinas começou enquanto avançam as obras do galpão agroindustrial que vai abrigar o polo, cuja entrada em operação está prevista para o fim de março de 2026.

Na manhã de sexta-feira, 13 de março de 2026, o prefeito Tião Bocalom esteve no local para acompanhar a instalação e disse que a estrutura integra uma estratégia para fortalecer a produção agrícola e ampliar emprego e renda no campo. “O nosso objetivo é fortalecer toda a cadeia produtiva. Começamos abrindo ramais, mecanizando áreas e incentivando o plantio. Agora estamos avançando para o beneficiamento. Hoje, Rio Branco não tem beneficiadora de arroz, feijão e milho, mas agora terá”, afirmou.

Segundo a prefeitura, o polo deve atender produtores de Rio Branco e também de cidades próximas, como Senador Guiomard, Bujari, Porto Acre e Acrelândia, além de municípios da regional do Alto Acre. A administração municipal informa que a planta vai permitir processamento em padrão industrial para elevar a qualidade do produto local e ampliar competitividade no mercado consumidor, reduzindo a dependência de grãos beneficiados fora do Acre.

A construção do Galpão Agroindustrial da Agricultura Familiar e a aquisição dos equipamentos somam investimento de aproximadamente R$ 20 milhões, com recursos próprios do município. O presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Joabe Lira, afirmou que o empreendimento pode puxar novos negócios ligados à produção agrícola e à industrialização de alimentos. “Essa indústria de beneficiamento de arroz e milho é um marco para o nosso estado. É o início de um processo que pode impulsionar o desenvolvimento econômico, fortalecer o agronegócio e gerar oportunidades”, disse.

Com a previsão de começar a funcionar até o fim de março, a expectativa da prefeitura é que o polo aumente a capacidade de comercialização dos grãos produzidos por agricultores familiares, ampliando a oferta de alimentos processados no Acre para o mercado regional e consolidando uma cadeia que vai da abertura de ramais e mecanização até o beneficiamento final.

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Economia e Empreender

Safra do Acre em fevereiro é estimada em 204,2 mil toneladas e supera produção de 2025, diz IBGE

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A produção acreana de cereais, leguminosas e oleaginosas em fevereiro de 2026 deve chegar a 204.246 toneladas, acima do registrado no ano passado, quando o volume ficou em 186.972 toneladas. A estimativa é do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do IBGE, divulgado na sexta-feira, 13 de março, e aponta alta de 9,2% na comparação anual.

O avanço aparece também na área plantada, que subiu de 62.804 hectares para 66.325 hectares no período analisado. No recorte por culturas, mandioca e milho seguem como as principais produções do estado, com 501.922 toneladas e 137.689 toneladas, respectivamente, além de banana (87.352), soja (59.724), cana-de-açúcar (10.289) e café (6.969), entre outros itens monitorados pelo levantamento.

A secretária estadual de Agricultura, Temyllis Silva, atribuiu o resultado ao trabalho conjunto no campo e ao papel do governo no fomento ao setor. “Nada disso seria possível sem a resiliência dos produtores rurais, que enfrentam os desafios climáticos com apoio de assistência técnica, insumos, mecanização e bons projetos”, afirmou. Ela também disse que o estado tem atraído interesse do agronegócio com desempenho acima da média nacional: “O estado surpreende em todos os sentidos. Nossos índices estão acima da média brasileira, o que torna a região atrativa para novos investimentos no agronegócio, graças às características únicas que possuímos.”

Para 2026, a Secretaria de Agricultura trabalha com metas de ampliar em 12% a produção total, atender 20% mais produtores com extensão rural e expandir a agricultura familiar sustentável e de baixo carbono, num cenário em que a área plantada já cresce e a expectativa de safra aponta para novo patamar de volume no estado.

Fonte e foto: Secom/AC

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