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Notícias

Em alusão ao mês dedicado à conscientização sobre o autismo, DPE/AC lança cartilha sobre o tema 

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Como parte da campanha a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), lançou no último domingo (2), a cartilha “Autismo- conhecer os direitos dos autistas é uma peça necessária”, em alusão ao mês dedicado à conscientização sobre o autismo.

A cartilha apresenta um guia com as possibilidades previstas em lei para o público autista, no âmbito federal, estadual e municipal com ênfase no município de Rio Branco. O material informativo é fruto de uma pesquisa monográfica do curso de Direito da Universidade Federal do Acre (Ufac), realizada pelo especialista Raphael Batista da Silva com orientação do Prof. Dr. Francisco Raimundo Neto.

“Debater essa temática é de extrema importância, assim como, promover a inclusão, conscientização e disseminação dos conhecimentos sobre o Autismo”, disse a Defensora-geral do Estado, Simone Santiago.

Acesse a cartilha no link: 

https://defensoria.ac.def.br/revistasDigitais/Autismo__Cartilha_De_Direitos?fbclid=PAAaZOGynKAMFYl9zfudQ36u7p1glwzyvf1IDz38tToomsti-ZIrf6_Qj1_7c_7c

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Justiça do Acre

Projeto do TJAC oferece bolsas de estágio a mulheres do sistema prisional no Acre

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O Tribunal de Justiça do Acre mantém um projeto de gestão documental que oferece bolsas de estágio a mulheres que cumprem pena nos regimes aberto e semiaberto e a egressas do sistema prisional. A iniciativa, desenvolvida em unidades judiciárias do estado, une a organização do acervo físico do Judiciário à formação profissional e à reinserção das participantes no mercado de trabalho.

Batizado de “Memória, História e Transformação Social”, o projeto envolve atividades de triagem, higienização, digitalização e descarte de processos judiciais em papel. As estagiárias retiram grampos e clipes, separam documentos que precisam ser preservados e preparam o material para armazenamento digital ou eliminação.

Petições iniciais, sentenças, acórdãos e outras peças consideradas permanentes são digitalizadas e armazenadas em um repositório arquivístico. Os documentos que já cumpriram o prazo legal de guarda passam por trituração e são encaminhados à Cooperativa de Trabalho e Produção de Catadores de Materiais Recicláveis do Acre, a Catar.

Antes da eliminação, o Judiciário publica editais para comunicar o descarte. O prazo para que partes interessadas solicitem documentos ou apresentem manifestação é de 45 dias. O procedimento segue critérios técnicos de arquivologia e normas de preservação da memória institucional.

Em dois anos, o trabalho chegou a 14 comarcas acreanas. Somente em 2025, foram descartados de forma sustentável 1.133,45 quilos de papel. A medida também reduz o espaço ocupado por arquivos físicos e facilita o acesso a processos digitalizados.

A iniciativa conta com a participação da Comissão Permanente de Avaliação Documental e de profissionais responsáveis pela gestão dos arquivos do Judiciário. O TJAC também aderiu ao módulo de gestão documental do Sistema Eletrônico de Informações, que automatiza a classificação dos processos e os respectivos prazos de guarda.

Além da modernização administrativa, o projeto busca diminuir as dificuldades enfrentadas por mulheres que deixam o sistema prisional. A falta de oportunidades de emprego e o preconceito relacionado ao cumprimento da pena estão entre os principais obstáculos para a retomada da vida profissional.

As bolsas permitem que as participantes adquiram experiência, desenvolvam habilidades e recuperem a autonomia financeira. O trabalho também amplia as possibilidades de acesso a outras oportunidades após o encerramento do estágio.

A gestão dos documentos integra as ações ambientais do Tribunal. Desde 2019, o consumo de papel no Judiciário acreano caiu 78,8%, conforme os dados de desempenho do Plano de Logística Sustentável referentes a 2025.

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Economia e Empreender

Pesquisa vai mapear impacto da inteligência artificial nas startups brasileiras

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O Observatório Sebrae Startups, a Amazon Web Services (AWS) e a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) anunciaram, em 23 de julho de 2026, uma pesquisa nacional para medir como a inteligência artificial está mudando as estratégias, os produtos e as operações das startups brasileiras. O levantamento será respondido por fundadores e cofundadores e deverá orientar ações de capacitação, programas de aceleração e políticas de apoio ao setor.

A pesquisa vai avaliar o uso da IA em empresas de diferentes estágios de desenvolvimento. O estudo abrange áreas como crescimento dos negócios, criação de produtos, processos internos, desenvolvimento de software, infraestrutura tecnológica, governança, contratação de profissionais e acesso a investimentos.

O questionário foi organizado em 12 blocos temáticos. Entre os assuntos estão o desenvolvimento de sistemas com apoio de inteligência artificial, o uso de ferramentas de “vibe coding”, os investimentos em infraestrutura, a adoção de modelos de IA e os ganhos de produtividade registrados pelas empresas.

O levantamento também buscará saber quanto as startups investem na tecnologia, quais setores concentram os principais resultados e o que impede a expansão dessas soluções. A análise incluirá ainda o acesso a créditos para serviços de computação em nuvem e a relação das empresas com investidores.

Entre as barreiras que serão avaliadas estão a falta de conhecimento técnico, os custos de infraestrutura, a dificuldade de integração de dados, a escassez de profissionais especializados, a segurança da informação e as questões regulatórias. A pesquisa também abordará as necessidades de apoio técnico, comercial e financeiro.

Outro ponto será a formação das equipes diante da adoção crescente da IA. A mudança nos processos de programação, atendimento, gestão e desenvolvimento de produtos passou a exigir novas competências e ampliou a procura por profissionais preparados para trabalhar com sistemas automatizados.

Os resultados deverão formar um diagnóstico sobre o nível de maturidade das startups brasileiras no uso da inteligência artificial. As informações poderão servir de base para parcerias, iniciativas de capacitação e estratégias voltadas à expansão do ecossistema nacional de inovação.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias.

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Rio Branco

Rio Branco lança projeto sobre identidade nas escolas

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A Prefeitura de Rio Branco lançou nesta sexta-feira, 24 de julho, o projeto “Meu Lugar no Mundo: Acreano de Coração, Brasileiro por Opção”, voltado ao ensino da história, da cultura e do patrimônio local aos estudantes da rede municipal. A apresentação ocorreu na Escola Municipal Monte Castelo, no bairro Apolônio Sales, com a participação de alunos, educadores, gestores públicos e representantes do setor turístico.

A iniciativa reúne as secretarias municipais de Educação e de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação. O objetivo é ampliar o conhecimento dos estudantes sobre as tradições, a gastronomia, a biodiversidade, a formação histórica e os pontos turísticos de Rio Branco.

Os conteúdos serão incluídos nas atividades escolares de forma transversal, principalmente nas disciplinas de História e Geografia. O planejamento também prevê visitas a parques, espaços históricos e atrações turísticas da capital, aproximando o currículo da realidade vivida pelos alunos.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação, coronel Bino, afirmou que a valorização do patrimônio depende do conhecimento da população sobre as riquezas da cidade. A proposta é estimular desde a infância o cuidado com a história, a cultura e o meio ambiente de Rio Branco.

A secretária municipal de Educação, Kelce Nayra, explicou que as atividades dentro e fora das escolas devem fortalecer o sentimento de pertencimento entre as crianças. Os estudantes poderão relacionar os assuntos estudados em sala de aula com locais e elementos que formam a identidade cultural da capital e do Acre.

A representante dos guias de turismo, Ana Lúcia Cunha, afirmou que as visitas permitirão trabalhar diferentes áreas do conhecimento. Distâncias entre pontos da cidade, rios amazônicos, linguagem regional, ecologia, festas populares e episódios históricos poderão ser abordados durante os percursos.

O lançamento também recuperou a história da Escola Municipal Monte Castelo. A unidade foi criada para atender famílias de colonos assentadas na região durante a década de 1940. O nome faz referência à Batalha de Monte Castelo, vencida por soldados brasileiros na Segunda Guerra Mundial.

Com o projeto, a administração municipal pretende formar estudantes capazes de reconhecer, preservar e divulgar o patrimônio histórico, ambiental e turístico de Rio Branco, além de ampliar a educação patrimonial na rede pública de ensino.

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