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Política

Governo e Prefeitura reduzem distância da saúde para pacientes com câncer

Inauguração da sala de quimioterapia em Cruzeiro do Sul marca nova estratégia na descentralização do atendimento oncológico

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Em um movimento que muda o cenário da saúde pública no interior do Acre, Cruzeiro do Sul inaugurou sua primeira sala de infusão para quimioterapia, evitando que pacientes com câncer precisem viajar até Rio Branco para tratamento. A nova estrutura, instalada no Hospital de Dermatologia, reflete uma política de descentralização do atendimento especializado e foi celebrada como um avanço pela gestão estadual e municipal.

O prefeito Zequinha Lima destacou a importância da iniciativa, lembrando que exames e procedimentos de alta complexidade antes restritos à capital agora fazem parte da realidade do município. “Se olharmos o passado recente, tratamentos como hemodiálise, ressonância magnética, cateterismo e agora quimioterapia pareciam inalcançáveis. Quanto mais a saúde estiver próxima das pessoas, mais chances de cura elas terão”, afirmou.

O secretário estadual de Saúde, Pedro Pascoal, fez questão de frisar o contraste entre a atual gestão e administrações passadas. “Antes, gastava-se milhões com deslocamentos para tratamentos que poderiam ser oferecidos aqui. Hoje, mostramos que é possível fazer saúde pública de forma responsável, eficiente e mais acessível”, declarou.

O governador Gladson Cameli classificou a inauguração como uma das mais relevantes de sua administração. “Dizem que obra importante é a de concreto, mas para mim, nada é maior do que dar acesso à saúde. Estamos evitando que pessoas fragilizadas tenham que sair de casa em busca de tratamento”, afirmou.

Além da sala de quimioterapia, Cruzeiro do Sul também passa a contar com uma Casa de Acolhimento para pacientes vindos de outros municípios e áreas rurais, oferecendo hospedagem e alimentação. Outras iniciativas, como o fortalecimento da telemedicina, reforçam a estratégia de ampliar o atendimento especializado sem sobrecarregar a capital.

Política

Câmara de Rio Branco aprova reajuste de 5% para servidores da Prefeitura

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A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta terça-feira o projeto do Executivo que concede reajuste linear de 5% aos servidores da Prefeitura. A proposta foi aprovada por unanimidade entre os 14 vereadores presentes, alcança cerca de 7 mil trabalhadores e agora segue para sanção do prefeito Alysson Bestene.

Durante a votação, os vereadores também aprovaram uma emenda do vereador Aiache, do PP, para incluir no texto a atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da RBTrans. Outra emenda, apresentada por Fábio Araújo, do MDB, previa reajuste de 7,52% para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, com aplicação imediata de 5% e o restante até novembro. A proposta foi rejeitada por 11 votos, com apoio apenas do autor e de Hildegard Pascoal.

Ao defender a rejeição da emenda, Aiache afirmou que a inclusão do novo índice no mesmo projeto poderia comprometer a sanção do reajuste geral e atrasar ainda mais a recomposição salarial, que, segundo ele, já deveria ter sido concedida no mês passado. O vereador disse ainda que a Câmara pretende discutir separadamente a situação dos agentes de saúde e de endemias, com participação de sindicatos, do Executivo e de representantes federais.

O projeto aprovado prevê a recomposição salarial para todas as categorias da administração municipal em um momento de transição no comando da Prefeitura de Rio Branco, hoje chefiada por Alysson Bestene.

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Política

Câmara destrava pauta após governo retirar urgência de projeto que acaba com escala 6×1

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O governo federal retirou nesta terça-feira, 16 de junho, o regime de urgência do projeto que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e liberou a pauta do plenário da Câmara dos Deputados para a votação de outras propostas. A decisão foi discutida na reunião de líderes da Casa, em Brasília, e encerrou o travamento provocado pela urgência constitucional que incidia sobre a matéria.

Com a retirada da urgência, o projeto deixa de impedir a análise de outros textos e passa a tramitar em regime de prioridade. A proposta do Executivo, apresentada em abril, altera a Consolidação das Leis do Trabalho e outras normas para reduzir a duração normal da jornada e rever regras de descanso semanal remunerado em categorias específicas.

O destravamento da pauta também abriu espaço para negociações em torno de outros temas em análise na Câmara. Entre eles está o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível. Apesar da expectativa de votação ainda nesta terça, o acordo entre líderes foi adiar a análise para a última semana de junho.

A mudança no calendário atende à articulação política do governo e da presidência da Câmara para reorganizar a agenda do plenário. Com isso, a Casa retoma a discussão de propostas que estavam paradas enquanto o projeto sobre a escala 6×1 mantinha a pauta bloqueada.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Câmara marca reunião para destravar votação do fim da escala 6×1

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, convocou para esta terça-feira, 16 de junho, às 14h, uma reunião do colégio de líderes para discutir o Projeto de Lei 1838/26, que trata do fim da escala 6×1. A proposta fixa em até 40 horas semanais a jornada normal de trabalho, e o relator, deputado Leo Prates, deverá apresentar esclarecimentos sobre o parecer antes da análise em plenário. Como o texto tramita em regime de urgência, ele bloqueia a pauta da Casa até ser votado.

A articulação ocorre poucos dias depois de Motta escolher Leo Prates para relatar a proposta. A intenção da cúpula da Câmara é manter no projeto a mesma linha da proposta de emenda à Constituição aprovada pelos deputados em 27 de maio, que reduziu a jornada semanal de 44 para 40 horas e trocou a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de folga. Essa PEC já seguiu para análise do Senado.

Além do projeto sobre jornada de trabalho, os líderes também devem discutir o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo. A expectativa da presidência da Câmara é votar as duas matérias ainda nesta semana para destravar a pauta do plenário e abrir espaço para outros temas pendentes.

Fonte e foto: Agência Brasil

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