Com um investimento de R$ 3,9 milhões direcionados ao Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec), a deputada federal Meire Serafim (União) anunciou emendas parlamentares visando promover oportunidades de capacitação profissional. Durante o encontro com o diretor presidente do Ieptec, Alírio Wanderley Neto, Meire reforçou o compromisso com o desenvolvimento econômico no estado, focando na formação profissional em várias áreas.
A deputada salientou: “Estamos comprometidos em oferecer oportunidades que fortaleçam a formação profissional em cidades como Sena Madureira, Rio Branco, Senador Guimard e Feijó. Nossa prioridade é proporcionar autonomia financeira e inserção no mercado, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade e jovens em busca de sua primeira experiência profissional.”
O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, presente no encontro, destacou a iniciativa da deputada Meire Serafim no apoio às políticas públicas municipais: “O mandato da Meire oferece oportunidades valiosas para a garantia de cursos que impactem positivamente a vida das pessoas. Estamos prontos para colaborar com o Ieptec na identificação dos beneficiários, contribuindo para um cenário mais promissor em meio às dificuldades enfrentadas pelo país.”
A Deputada Meire Serafim e o Diretor Alírio Wanderley Neto, do Ieptec, unem esforços para impulsionar oportunidades educacionais e capacitação profissional no estado.
“A Deputada Meire Serafim destacou que o Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec), sob a liderança do presidente Alírio Wanderley Neto, desempenha um papel fundamental na promoção da educação e capacitação profissional no estado. Segundo ela, o Ieptec oferece programas e cursos que preparam os indivíduos para ingressarem no mercado de trabalho com habilidades relevantes e atualizadas.”
O diretor expressou sua gratidão pelo apoio e comprometimento da deputada e do prefeito: “O investimento na formação de novos profissionais é essencial para impulsionar o desenvolvimento econômico do nosso estado. Expressamos nossa imensa gratidão à deputada Meire Serafim e ao prefeito Mazinho Serafim por esta iniciativa tão relevante.”
Alírio Wanderley Neto destacou e agradeceu o empenho dos servidores do Ieptec, reconhecendo a busca constante por novas oportunidades para aqueles que buscam crescimento profissional e pessoal, ressaltando o compromisso coletivo em prol do desenvolvimento educacional e econômico da comunidade.
A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta terça-feira o projeto do Executivo que concede reajuste linear de 5% aos servidores da Prefeitura. A proposta foi aprovada por unanimidade entre os 14 vereadores presentes, alcança cerca de 7 mil trabalhadores e agora segue para sanção do prefeito Alysson Bestene.
Durante a votação, os vereadores também aprovaram uma emenda do vereador Aiache, do PP, para incluir no texto a atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da RBTrans. Outra emenda, apresentada por Fábio Araújo, do MDB, previa reajuste de 7,52% para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, com aplicação imediata de 5% e o restante até novembro. A proposta foi rejeitada por 11 votos, com apoio apenas do autor e de Hildegard Pascoal.
Ao defender a rejeição da emenda, Aiache afirmou que a inclusão do novo índice no mesmo projeto poderia comprometer a sanção do reajuste geral e atrasar ainda mais a recomposição salarial, que, segundo ele, já deveria ter sido concedida no mês passado. O vereador disse ainda que a Câmara pretende discutir separadamente a situação dos agentes de saúde e de endemias, com participação de sindicatos, do Executivo e de representantes federais.
O projeto aprovado prevê a recomposição salarial para todas as categorias da administração municipal em um momento de transição no comando da Prefeitura de Rio Branco, hoje chefiada por Alysson Bestene.
O governo federal retirou nesta terça-feira, 16 de junho, o regime de urgência do projeto que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e liberou a pauta do plenário da Câmara dos Deputados para a votação de outras propostas. A decisão foi discutida na reunião de líderes da Casa, em Brasília, e encerrou o travamento provocado pela urgência constitucional que incidia sobre a matéria.
Com a retirada da urgência, o projeto deixa de impedir a análise de outros textos e passa a tramitar em regime de prioridade. A proposta do Executivo, apresentada em abril, altera a Consolidação das Leis do Trabalho e outras normas para reduzir a duração normal da jornada e rever regras de descanso semanal remunerado em categorias específicas.
O destravamento da pauta também abriu espaço para negociações em torno de outros temas em análise na Câmara. Entre eles está o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível. Apesar da expectativa de votação ainda nesta terça, o acordo entre líderes foi adiar a análise para a última semana de junho.
A mudança no calendário atende à articulação política do governo e da presidência da Câmara para reorganizar a agenda do plenário. Com isso, a Casa retoma a discussão de propostas que estavam paradas enquanto o projeto sobre a escala 6×1 mantinha a pauta bloqueada.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, convocou para esta terça-feira, 16 de junho, às 14h, uma reunião do colégio de líderes para discutir o Projeto de Lei 1838/26, que trata do fim da escala 6×1. A proposta fixa em até 40 horas semanais a jornada normal de trabalho, e o relator, deputado Leo Prates, deverá apresentar esclarecimentos sobre o parecer antes da análise em plenário. Como o texto tramita em regime de urgência, ele bloqueia a pauta da Casa até ser votado.
A articulação ocorre poucos dias depois de Motta escolher Leo Prates para relatar a proposta. A intenção da cúpula da Câmara é manter no projeto a mesma linha da proposta de emenda à Constituição aprovada pelos deputados em 27 de maio, que reduziu a jornada semanal de 44 para 40 horas e trocou a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de folga. Essa PEC já seguiu para análise do Senado.
Além do projeto sobre jornada de trabalho, os líderes também devem discutir o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo. A expectativa da presidência da Câmara é votar as duas matérias ainda nesta semana para destravar a pauta do plenário e abrir espaço para outros temas pendentes.