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Mailza Assis entrega veículo e equipamentos para fortalecer acolhimento infantil em Cruzeiro do Sul

Gestão de Zequinha Lima e Delcimar Leite reforça assistência social com investimento em parceria com o governo estadual

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Em um ato que marca o compromisso da gestão municipal de Cruzeiro do Sul com a assistência social, a vice-governadora Mailza Assis esteve presente nesta quinta-feira, 23, na Fundação Assistencial e Educacional Betel – Abrigo Lar Ester Cameli, para oficializar a entrega de 250 equipamentos e um veículo Triton L200. Os itens, adquiridos com recursos de R$ 500 mil de emenda parlamentar destinada por Mailza durante seu mandato como senadora, prometem fortalecer o trabalho da instituição no acolhimento de crianças e adolescentes.

“Quando visitei o abrigo Lar Ester Cameli, percebi o quanto é essencial investir em instituições que garantem proteção e qualidade de vida às nossas crianças. Hoje, entregamos equipamentos que vão desde instrumentos musicais, para valorizar a cultura, até um veículo necessário para a rotina da fundação. Sempre priorizei as ações sociais, e agora, como vice-governadora, sigo comprometida em dar continuidade a essa política de cidadania,” destacou Mailza Assis.

A Fundação Betel, que desenvolve um trabalho de acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, recebeu não apenas equipamentos como computadores, mobiliário e TVs, mas também o reconhecimento das lideranças locais sobre a importância de seu papel social. Para o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, a iniciativa reafirma o valor das parcerias entre os governos municipal e estadual.

“A Fundação Betel é uma referência em nossa cidade e em toda a região do Juruá. Essa entrega representa o fortalecimento de uma instituição que desempenha um papel indispensável na proteção de nossas crianças e adolescentes. Agradeço à vice-governadora Mailza Assis, que, enquanto senadora, teve a sensibilidade de destinar recursos que hoje resultam em melhorias práticas, como a aquisição de um carro e outros 250 itens que serão fundamentais para o funcionamento do abrigo,” afirmou Zequinha.

O presidente da Fundação Betel, Jadson Nascimento, também enfatizou o impacto positivo dos equipamentos no cotidiano da instituição.Esses recursos são muito importantes para melhorar o atendimento às crianças e adolescentes, além de facilitar o trabalho dos funcionários e a mobilidade diária. Agradecemos o apoio do poder público, representado aqui pelo prefeito Zequinha e pela vice-governadora Mailza, por entenderem a relevância do nosso trabalho,” disse Jadson.

Ao destinar recursos para a Fundação Betel, que acolhe crianças em situação de vulnerabilidade, a ação traduz a aplicação de investimentos em áreas fundamentais. No entanto, a iniciativa também reforça a necessidade de continuidade e ampliação de políticas públicas estruturantes, que transcendam ações pontuais e gerem impactos duradouros nas condições de vida das populações mais vulneráveis. Nesse contexto, a presença de Delcimar Leite no executivo municipal é vista como uma oportunidade para fortalecer o diálogo e a implementação de iniciativas que consolidem essas políticas no cotidiano da gestão.

Justiça do Acre

Governo do Acre diz que desapropriação de R$ 22,6 milhões seguiu laudo e vai entregar documentos após cautelar do TCE

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O governo do Acre afirmou em nota pública, na noite de 1º de abril de 2026, que vai cumprir a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC) que mandou suspender os pagamentos ligados à desapropriação amigável de uma área de 75,5683 hectares na BR-364, km 8, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco, negociada por R$ 22,6 milhões pela Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri). A secretaria disse que encaminhará toda a documentação solicitada dentro do prazo estabelecido e sustentou que o procedimento seguiu critérios técnicos e a legislação vigente.

A cautelar foi assinada pela conselheira Naluh Maria Lima Gouveia no processo TCE nº 150.238, aberto após inspeção para checar a regularidade do negócio. No despacho, o tribunal determinou a suspensão de atos que gerem ônus direto ou indireto ao erário relacionados à desapropriação até nova deliberação e fixou multa diária em caso de descumprimento. A decisão também deu 48 horas, contadas a partir da notificação, para que a secretária de Agricultura, Temyllis Lima da Silva, envie ao TCE toda a documentação do procedimento, com destaque para a fundamentação da avaliação do imóvel, sob pena de multa diária adicional.

Na nota, a Seagri informou que o processo foi iniciado em setembro de 2025, instruído com laudo técnico de avaliação elaborado por profissional habilitado e analisado juridicamente pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE). A secretaria também justificou que o acesso restrito ao processo administrativo ocorreu por conter dados pessoais da proprietária do imóvel, citando regras de proteção de informações.

O terreno foi declarado de utilidade pública e em caráter de urgência por decreto publicado em 20 de março de 2026, com a previsão de instalação de um “complexo multifuncional” ligado à Seagri. A área técnica do TCE apontou falta de transparência para a fiscalização, citando indisponibilidade de documentos em sistemas de controle e restrição de acesso ao processo eletrônico, o que teria impedido a verificação de requisitos legais do procedimento e a checagem da avaliação. A relatoria também registrou que, pelo valor total da indenização, a operação equivaleria a cerca de R$ 300 mil por hectare, sem detalhamento público do que estaria incluído no preço, e cobrou clareza sobre custos adicionais de implantação para evitar que a aquisição resulte em estrutura sem uso pleno.

O termo de desapropriação prevê pagamento em três parcelas mensais e sucessivas, com a primeira prevista até 31 de março de 2026. A denúncia apresentada ao tribunal, registrada na Ouvidoria, relata que a primeira parcela teria sido paga e que o restante deve ficar travado com a cautelar até a apresentação e conferência da documentação.

O governo sustenta que a desapropriação foi consensual e parte de um planejamento para estruturar um espaço público permanente para a Expoacre, instalar a sede própria da Seagri e fortalecer o setor produtivo. O caso foi encaminhado ao Ministério Público de Contas e a decisão deve ser levada ao plenário do TCE na próxima sessão ordinária, etapa que pode manter, ajustar ou revogar as medidas enquanto o tribunal aprofunda a apuração.

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Rio Branco

Prefeitura de Rio Branco inaugura creche Marta Ferreira Lopes na Vila Acre com capacidade para 600 crianças

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A Prefeitura de Rio Branco inaugurou nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026, o Centro de Educação Infantil (CEI) Marta Ferreira Lopes, na região da Vila Acre, às margens da rodovia AC-040. A nova creche municipal foi construída do zero, com investimento de mais de R$ 6,6 milhões em recursos próprios, e foi projetada para atender até 600 crianças em dois turnos, de 4 meses a 3 anos e 11 meses.

A unidade tem mais de 2 mil metros quadrados de área construída e inclui estrutura para berçário, com atendimento voltado a bebês desde os primeiros meses de vida. A abertura começou com 124 vagas, e a prefeitura informou que a ampliação será gradativa até atingir a capacidade total. A gestão também apresentou a creche como resposta à demanda acumulada por vagas na educação infantil na região.

Durante a cerimônia, o prefeito Tião Bocalom disse que a obra era aguardada por moradores do bairro. “Essa creche aqui na Vila Acre era aguardada com grande expectativa”, afirmou. A prefeitura informou ainda que o prefeito encerrou a agenda de gestão nesta quinta-feira e marcou para as 16h, no Afa Jardim, a prestação de contas do município.

O secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, relacionou a entrega a um conjunto de obras executadas pela administração e disse que a creche deve atender crianças de 0 a 4 anos. Segundo ele, a estrutura foi planejada para garantir rotina de cuidados e alimentação durante o período em que as crianças estiverem na unidade.

Pela Secretaria Municipal de Educação, o diretor de gestão Adauto Góis afirmou que a creche terá material de higiene, fraldas e estrutura voltada ao atendimento de bebês, e mencionou início das aulas “a partir de meados de maio”. Já o vice-prefeito Alysson Bestene declarou que as 274 crianças já inscritas terão as vagas garantidas, com início das atividades previsto para o começo de maio. “Vamos dar continuidade a esse trabalho”, disse.

Moradoras da região relataram que a abertura da unidade deve aliviar a dificuldade de conciliar trabalho e cuidado com crianças pequenas. Andréia Aparecida de Oliveira, mãe de uma criança de dois anos, afirmou que não conseguiu vaga anteriormente e espera concluir a matrícula. “Quem precisa trabalhar não tinha onde deixar os filhos”, disse. Outras mães citaram a distância de unidades existentes e a falta de atendimento para bebês como um dos principais obstáculos enfrentados pelas famílias.

Com a inauguração, a prefeitura deve concentrar os próximos passos na organização do início das aulas e na ampliação do número de vagas, em uma área onde a falta de creche vinha sendo apontada por moradores como um entrave direto para a rotina de trabalho e para o cuidado de crianças na primeira infância.

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Justiça do Acre

TCE-AC emite Medida Cautelar sobre desapropriação de R$ 22,6 milhões do Governo do Acre pós denúncia à Ouvidoria

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O Tribunal de Contas do Estado do Acre determinou, hoje, 1º de abril de 2026, a suspensão de novos pagamentos ligados à desapropriação amigável de um imóvel de 75,5683 hectares na BR-364, km 8, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco, negociado por R$ 22,6 milhões pela Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri). A medida cautelar, assinada pela conselheira Naluh Maria Lima Gouveia, veio no curso de uma inspeção para checar a regularidade da aquisição e foi adotada diante do risco de prejuízo ao erário apontado pela área técnica do tribunal.

O acordo previa pagamento em três parcelas mensais e sucessivas, com a primeira prevista até 31 de março de 2026. A denúncia apresentada ao tribunal, registrada na Ouvidoria, relata que essa primeira parcela teria sido paga e que, com a cautelar, o Estado deve interromper o repasse do restante até que a documentação do procedimento seja apresentada e conferida. A decisão do TCE-AC determina justamente a suspensão de atos que gerem ônus direto ou indireto ao erário relacionados à desapropriação, enquanto o processo é instruído e analisado.

O imóvel foi declarado de utilidade pública e em caráter de urgência pelo Decreto nº 11.855, de 20 de março de 2026, para abrigar um “complexo multifuncional” com setores e unidades operacionais e administrativas da Seagri. A Secretaria de Controle Externo registrou que não encontrou documentos cadastrados no sistema LICON e que, ao buscar o Processo SEI nº 4002.014022.00222/2025-95 no Portal da Transparência, o acesso estava restrito, o que impediu a verificação de requisitos legais previstos no Decreto-Lei nº 3.365, de 1941, que regula desapropriações.

O valor da área também entrou no centro da apuração. A cautelar menciona que, no total de R$ 22,6 milhões para 75,5683 hectares, o preço fica em torno de R$ 300 mil por hectare, sem que o procedimento estivesse transparente o suficiente para permitir a checagem da avaliação e da chamada “justa indenização”. A relatoria também citou a necessidade de estimar e comprovar recursos adicionais para colocar o complexo em funcionamento, com gastos em projetos, serviços de engenharia, equipamentos e infraestrutura de água, esgoto e iluminação, para evitar que a compra resulte em um equipamento sem uso pleno.

A decisão fixou multa diária de R$ 2 mil em caso de descumprimento da ordem de suspensão e determinou que a secretária de Agricultura, Temyllis Lima da Silva, envie ao tribunal, em até 48 horas após a notificação, toda a documentação do procedimento, com destaque para a fundamentação da avaliação do imóvel, sob pena de multa diária adicional de R$ 500. O caso foi encaminhado ao Ministério Público de Contas e a cautelar deve ser submetida ao plenário na próxima sessão ordinária, etapa que pode manter, ajustar ou revogar as restrições enquanto o tribunal aprofunda a análise da desapropriação.

Foto: Secom/AC

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