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Acre

Ponte do Rio Iaco custou R$ 45,3 milhões antes de cair em Sena Madureira

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A ponte sobre o Rio Iaco, em Sena Madureira, desabou depois de consumir ao menos R$ 45.318.158,64 em pagamentos feitos à Construtora Cidade LTDA pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Acre, embora tenha sido contratada inicialmente por R$ 36 milhões no Contrato DERACRE nº 011/2022. A diferença chega a R$ 9.318.158,64, uma variação aproximada de 25,88% acima do valor original, em uma obra pública executada sob o regime de contratação integrada e agora cercada por uma pergunta central: quem autorizou, mediu, reajustou e pagou cada etapa de uma ponte que não resistiu?

No papel, a obra nasceu como uma solução de engenharia para ligar margens, encurtar distâncias e aliviar a rotina de quem depende da travessia sobre o Rio Iaco. Na prática, transformou-se em um caso que atravessa dinheiro público, fiscalização, responsabilidade técnica e transparência. O Contrato DERACRE nº 011/2022 foi firmado com a Construtora Cidade LTDA para o desenvolvimento dos projetos de engenharia e a execução da ponte e de seus acessos. O valor global inicial era de R$ 36 milhões. O regime escolhido foi o RDC com contratação integrada, modelo em que a empresa contratada assume não apenas a construção, mas também a elaboração dos projetos básico e executivo.

Esse tipo de contratação dá à empresa uma responsabilidade maior sobre a solução técnica adotada. A empreiteira não entra apenas para levantar concreto e aço a partir de um projeto pronto. Ela participa da concepção da obra, calcula, projeta, executa e entrega. Mas esse formato não afasta o dever do poder público de fiscalizar, conferir medições, registrar alterações, justificar reajustes e expor com clareza a origem de cada pagamento. Quando uma obra contratada por R$ 36 milhões chega a R$ 45,3 milhões antes de cair, a explicação precisa estar nas planilhas, nos termos de apostilamento, nos aditivos, nos processos de medição e nas notas de liquidação.

O contrato aparece vinculado ao DERACRE e à Construtora Cidade LTDA. O cadastro registra o 1º, 2º e 3º termos de apostilamento, além do 1º e 2º termos aditivos. A existência desses atos mostra que o contrato passou por alterações formais ao longo da execução. O ponto sensível é que a consulta pública não entrega, de maneira simples e direta, o valor individual e a justificativa técnica de cada mudança. Para o cidadão que tenta acompanhar a aplicação do dinheiro público, o caminho não é linear. A informação existe em pedaços: uma parte no cadastro do contrato, outra nos fornecedores, outra nos empenhos, outra nos pagamentos.

A reconstituição financeira mostra que os desembolsos vinculados ao Contrato nº 011/2022 se espalharam por três exercícios. Em 2022, foram localizados R$ 12.098.061,50 pagos ou liquidados à Construtora Cidade em registros associados à ponte, ao Rio Iaco, a Sena Madureira ou ao próprio contrato. Em 2023, o volume subiu para R$ 28.892.093,73, ano em que a execução financeira avançou de forma mais intensa. Em 2024, ainda apareceram R$ 4.328.003,41. A soma chega aos R$ 45.318.158,64.

A diferença entre o contrato inicial e o total executado não aparece como um bloco único. Parte relevante está associada a reajustes de medições. Foram localizados R$ 7.090.072,11 em pagamentos descritos nos históricos como reajustes. Também apareceram R$ 6.093.767,10 em despesas de exercícios anteriores, expressão usada para obrigações geradas em anos anteriores e pagas depois. Esses valores ajudam a entender o fluxo financeiro, mas não encerram a apuração. Reajuste não é irregular por si só. Despesa de exercício anterior também pode ocorrer dentro da rotina administrativa. O problema nasce quando esses movimentos não são apresentados ao público com a clareza necessária para mostrar o que foi medido, por quem foi medido, com base em qual planilha, sob qual índice, em que etapa física da obra e com qual autorização formal.

Há ainda uma fragilidade operacional na própria trilha de transparência. Em pelo menos um empenho de 2024, a tabela resumida mostrava ausência de pagamento, enquanto o detalhamento trazia a quitação. Por isso, a soma final precisou seguir os pagamentos detalhados, empenho por empenho. Essa divergência não altera apenas uma conferência contábil. Ela mostra como a fiscalização social fica comprometida quando os sistemas públicos obrigam o cidadão a montar, sozinho, uma espécie de quebra-cabeça financeiro para descobrir quanto uma obra custou de fato.

O dinheiro saiu por meio de pagamentos registrados ao fornecedor Construtora Cidade LTDA no âmbito de uma contratação do DERACRE. Mas a origem orçamentária detalhada dos recursos, com programa, ação, fonte, convênio, operação de crédito ou eventual composição entre recursos próprios e transferências, ainda precisa ser apresentada de forma aberta e compreensível. Essa é uma peça indispensável da investigação. Não basta saber quem recebeu. É preciso saber de onde veio o recurso, qual orçamento bancou a obra, qual dotação foi usada, se houve verba estadual direta, recurso federal, emenda, financiamento ou outra fonte. Sem essa camada, a sociedade conhece o destino do dinheiro, mas não enxerga completamente sua origem.

A queda da ponte muda o peso político e administrativo desses números. Uma variação de R$ 9,3 milhões poderia ser debatida, em outro cenário, como disputa técnica sobre reajuste, medições, aditivos e apostilamentos. Mas, com a estrutura no chão, cada pagamento ganha outro sentido público. O DERACRE mediu a obra. O Estado liquidou despesas. A Construtora Cidade recebeu. A ponte caiu. Entre uma ponta e outra, há uma cadeia de atos administrativos que precisa ser aberta para mostrar se a fiscalização acompanhou apenas o avanço financeiro ou se conferiu, de fato, a segurança da execução.

O governo sustenta que a empresa deve responder pela obra, inclusive pela garantia legal de cinco anos. Essa linha coloca a Construtora Cidade no centro da responsabilidade técnica pela estrutura entregue. Mas a garantia legal não substitui a obrigação do Estado de explicar como fiscalizou a execução. A contratação integrada amplia o campo de responsabilidade da empresa, mas não transforma o poder público em espectador. Quem contrata, mede, aceita etapas, liquida despesas e paga também precisa demonstrar como acompanhou a obra.

O caso da ponte do Rio Iaco já não cabe em uma explicação genérica sobre contrato, reajuste e colapso estrutural. A pergunta agora é documental. Quais foram os valores de cada apostilamento? O que alteraram os dois aditivos? Quais medições receberam reajustes? Quem assinou os boletins? Que notas técnicas sustentaram os pagamentos? Qual foi a fonte orçamentária de cada parcela? Quais engenheiros fiscalizaram a obra? Houve alerta, recomendação, correção de projeto, reforço estrutural ou registro de inconformidade antes da queda?

Enquanto essas respostas não forem apresentadas com documentos, a ponte sobre o Rio Iaco continuará sendo mais que uma obra que desabou. Será um retrato de como o dinheiro público pode atravessar portais, empenhos, liquidações e contratos sem que a população consiga seguir, com nitidez, o caminho completo entre a promessa, o pagamento e o resultado final. Em Sena Madureira, o concreto caiu. A obrigação de explicar, não.

A queda será investigada em diferentes frentes. A Polícia Civil do Acre conduz a apuração criminal, com delegados da Divisão Especializada de Investigações Criminais, peritos e equipe técnica de engenharia para verificar possíveis falhas, negligência, imperícia ou outras responsabilidades. O Ministério Público do Acre instaurou procedimento pela Promotoria de Justiça Cível e Criminal de Sena Madureira para apurar as causas do desabamento, requisitar documentos, determinar perícias e identificar eventuais responsabilidades civis, criminais e por dano ao patrimônio público. O Tribunal de Contas do Estado enviou auditores ao município para analisar a contratação, o projeto, a execução, a fiscalização, o recebimento e o acompanhamento da obra. O Crea-AC também informou que acompanhará as apurações e abrirá processo ético para avaliar a conduta dos responsáveis técnicos envolvidos. Além disso, a Procuradoria-Geral do Estado deve atuar na responsabilização judicial da construtora, enquanto Deracre, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros entram na resposta administrativa, técnica e de segurança da área.

Foto: Whidy Melo/AC24h

Fonte dos dados: Portal da Transparência do Acre.


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Acre envia ao MMA seis cidades prioritárias no combate a incêndios

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O governo do Acre encaminhou ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) uma relação com seis municípios considerados prioritários para reforçar as ações de prevenção e combate a queimadas e incêndios florestais. A medida ocorre em meio ao período de estiagem, quando o risco de propagação do fogo aumenta no estado, e busca concentrar esforços nas regiões com maior histórico de ocorrências.

A relação reúne Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Manoel Urbano. Os seis municípios concentraram 65% do impacto das queimadas registrado no Acre em 2024, conforme levantamento produzido a partir de dados ambientais do estado.

A definição considera o histórico de focos de calor, áreas atingidas pelo fogo e a vulnerabilidade dos territórios durante os meses mais secos. Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Manoel Urbano aparecem de forma recorrente entre as cidades acreanas mais afetadas por queimadas nos últimos anos.

O Acre atravessa desde maio um período reconhecido pelo governo federal como de emergência ambiental por risco de incêndios florestais. A situação abrange as regiões do Vale do Acre e Vale do Juruá e permanece válida até dezembro de 2026, período que engloba a fase mais crítica da estiagem amazônica.

Além das medidas estaduais, o governo federal mantém programas voltados ao fortalecimento da prevenção e do combate ao fogo na Amazônia. Entre as ações estão o apoio à estruturação de brigadas, aquisição de equipamentos, monitoramento de áreas vulneráveis e elaboração de planos municipais de prevenção e resposta aos incêndios florestais.

Em agosto, os 22 municípios acreanos também tiveram reconhecida pelo governo federal a situação de emergência provocada pela seca. O reconhecimento amplia a possibilidade de articulação entre Estado, prefeituras e União para enfrentar os efeitos da estiagem e preparar as equipes para ocorrências de maior proporção durante os próximos meses.

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Especial SESI 80 anos: Exposição dos 80 anos do SESI revisita trajetória no Acre

Financiada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra reúne documentos, fotografias e relatos de trabalhadores para contar como o SESI se tornou parte da vida de gerações de acreanos.

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| Exposição Conexão SESI 80 anos – Raizes que constroem o futuro

Em cada fotografia, uma lembrança. Em cada documento, um capítulo. E, nas vozes de quem estudou, trabalhou ou construiu parte da vida dentro da instituição, a confirmação de que a história do Serviço Social da Indústria não cabe apenas em uma linha do tempo.

O lançamento da Exposição comemorativa alusiva aos 80 anos do Serviço Social da Indústria — SESI transformou o passado em ponto de encontro. A mostra reúne registros nacionais e locais, recupera marcos da atuação no Acre e aproxima diferentes gerações em torno de uma trajetória ligada à educação, à saúde, ao esporte, ao lazer e à vida dos trabalhadores da indústria.

Financiada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a exposição parte de um conceito que conecta os diferentes tempos dessa caminhada:

História que constrói o presente. Inovação que transforma o futuro.

Foram cerca de três meses de pesquisa e organização até que fotografias, documentos e lembranças ganhassem espaço na exposição. Luziane Mesquita, Coordenadora Ginásio do Sesi/ AC, que trabalha há 23 anos na instituição e participou da construção da mostra, resume o caráter coletivo do projeto.

“A história está sendo contada em cada cantinho que vocês veem. Tem um pedacinho de alguém.” Luziane Mesquita

Uma história construída por muitas mãos

Criado em 1946, o SESI chega aos 80 anos com presença em todos os estados brasileiros. Ao longo desse percurso, sua atuação pode ser traduzida por sete ações: educar, cuidar, proteger, inspirar, movimentar, incluir e transformar. No Acre, a exposição refaz o caminho percorrido pela instituição e por empresários, trabalhadores e colaboradores que participaram da implantação e da ampliação de seus serviços.

Para Luziane Mesquita, recuperar esse percurso foi também uma forma de compreender a dimensão do legado recebido pelas equipes atuais.

“Contar essa história foi um presente para a gente, porque vamos resgatar como tudo começou e o trajeto que esses empresários fizeram para construir toda a estrutura que temos hoje. Quem conheceu o nosso complexo no passado vê que ele está extremamente modificado e modernizado.”

Mais do que olhar para trás, a mostra estabelece uma ligação entre a memória e a estrutura atual. O compromisso com a indústria, os empresários e os trabalhadores permanece como o eixo dessa trajetória, afirma Luziane.

“Essa é a nossa essência: atender e servir essas pessoas. A gente precisa manter o legado que muitos deixaram para que hoje conseguíssemos chegar aqui e apresentar toda essa história e toda essa cultura.”

Do resgate nacional à trajetória acreana

A história nacional aparece ao lado de um recorte dedicado ao Acre. Entre os marcos lembrados está a estruturação do Departamento Regional, em 1973, etapa que consolidou a atuação local e acompanhou o desenvolvimento industrial do estado.

Rosemere Azevedo, gerente do SSI do SESI/AC, destaca que a presença em todo o território brasileiro permitiu ao SESI levar serviços de saúde, lazer e educação às indústrias e aos trabalhadores. No Acre, esse percurso também passa pela educação, pelo esporte, pela promoção da saúde e pela segurança no trabalho.

“O que mais nos orgulha é atender os trabalhadores da indústria no Brasil inteiro. Em todos os estados estamos presentes para atender as indústrias e os trabalhadores. O que nos orgulha é levar serviços de saúde, lazer e educação para a indústria brasileira.”

Parte dessa transformação pode ser observada na própria estrutura do SESI no Acre. O complexo reúne ginásio revitalizado e climatizado, escola de referência, centro de promoção da saúde, academia, atividades físicas, natação, pilates, clínica odontológica e serviços de saúde ocupacional e segurança no trabalho.

“Tudo isso foi construído com muito amor, dedicação e qualidade nos serviços prestados à comunidade acreana e, principalmente, à indústria”, afirma Rosemere.

Um SESI moldado pela realidade amazônica

O percurso do SESI no Acre não foi uma simples reprodução do modelo nacional. Em um país de dimensões continentais, a atuação precisou considerar as particularidades da Amazônia, as condições locais e as necessidades dos trabalhadores acreanos.

Para João Paulo de Assis, presidente da FIEAC em exercício, essa capacidade de adaptação ajuda a explicar a presença conquistada pela instituição no estado.

“Hoje, o SESI Acre é adaptado às nossas necessidades. É prestigiado pela população, pelos empresários e pelos industriais. Dentro do nosso espaço circulam mais de 3 mil pessoas por dia. Isso é a marca do sucesso.”

Ao mesmo tempo, a história permanece em construção. A aceleração tecnológica, as mudanças na comunicação e os novos desafios relacionados à saúde e ao trabalho exigem respostas atualizadas. Segundo João Paulo, estar atento a essas transformações será determinante para os próximos anos.

“O mundo está vivendo uma transformação tecnológica alucinante. O SESI precisa estar atento a essas necessidades para continuar desenvolvendo e protegendo os nossos trabalhadores.” João Paulo de Assis

Quando a instituição se torna parte da vida

Datas e documentos dão contorno à história, mas são as vozes de quem viveu o SESI que revelam sua dimensão mais afetiva. Durante o lançamento, os presentes foram convidados a traduzir em palavras o significado da instituição em suas vidas.

As respostas vieram espontâneas, como pequenos retratos de uma relação construída ao longo do tempo. Competência, seriedade, equilíbrio, saúde, segurança, educação, crescimento, aprendizado, acolhimento e amizade foram alguns dos significados reunidos. Em meio a tantas definições, uma ideia apareceu como ponto de encontro: para muitos, o SESI é uma segunda casa.

Os relatos deram forma a uma instituição que ultrapassa os espaços de trabalho e de formação. Um lugar de convivência e pertencimento, onde o tempo transforma colegas em amigos, equipes em família e experiências cotidianas em histórias de vida.

As memórias compartilhadas atravessaram gerações. A escola de 1975 reapareceu nas lembranças de quem iniciou ali a vida estudantil e, anos mais tarde, retornou para colaborar com a instituição. Os campeonatos de futebol da década de 1980 também voltaram à cena, trazendo recordações das empresas que se encontravam nas quadras e nos campos e de uma cidade que acompanhava o crescimento do SESI.

São lembranças de infância, trabalho, esporte e aprendizado que se misturam à própria trajetória de Rio Branco e do Acre. Reunidas na exposição, elas mostram que os 80 anos do SESI também podem ser contados pelas relações construídas, pelos reencontros e pelas marcas deixadas na vida de quem passou pela instituição.

Uma exposição sobre o passado — e sobre continuidade

Ao reunir memórias institucionais e histórias pessoais, a exposição apresenta os 80 anos do SESI não como uma narrativa encerrada, mas como um legado que continua sendo construído. É uma trajetória de trabalho, educação, saúde, inovação e desenvolvimento para o Acre. O passado aparece nos painéis, o presente circula pelos espaços modernizados e o futuro surge nos desafios de acompanhar as novas necessidades da indústria e dos trabalhadores.

A mostra ficará aberta à comunidade durante 15 dias, em horário comercial. As visitas poderão ser feitas diretamente no complexo ou mediante agendamento com a equipe do SESI.

“A gente aproveita para convidar as pessoas a vir conhecer e participar. É uma oportunidade de mostrar essa história tão bonita, construída para toda a comunidade”, reforça Luziane.

A mensagem que sintetiza o sentido dessa caminhada: 80 anos cuidando de pessoas, fortalecendo famílias e construindo futuros.

Exposição Conexão SESI 80 Anos – Raízes que constroem o futuro

A exposição apresenta uma trajetória marcada por histórias, conquistas e contribuições para o desenvolvimento da indústria e da sociedade.

Realizada no SESI, em Rio Branco, a mostra teve a pesquisa, o conceito, o design e o layout desenvolvidos pela equipe da Agência Cidade Publicidade, sob a direção do publicitário Wagner Lucena. A exposição contou ainda com fotografias de Sérgio Vale e com o apoio da Assessoria de Comunicação da FIEAC.

Serviço

Visitação: de 1º a 18 de setembro
Horários: das 8h às 10h e das 14h às 17h
Agendamento: (68) 99911-9017

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Senac oferece 50 vagas gratuitas em cursos de informática e cuidador infantil em Assis Brasil

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O Senac Acre vai abrir, de 2 a 4 de setembro, inscrições para 50 vagas gratuitas em cursos de informática e cuidador infantil em Assis Brasil, no interior do Acre. As oportunidades fazem parte do Programa Senac de Gratuidade (PSG) e são voltadas a pessoas de baixa renda. A inscrição será presencial, por ordem de chegada, na Câmara Municipal de Assis Brasil.

Do total de vagas, 20 são para o curso de Aplicativos Básicos em Informática: MS Office e 30 para Cuidador Infantil. As aulas das duas turmas estão previstas para começar em 21 de setembro e serão realizadas na Escola Estadual Iris Célia Cabanellas Zannini, no Centro da cidade.

O curso de informática terá carga horária de 40 horas. Podem participar candidatos a partir dos 14 anos, com Ensino Fundamental incompleto. As aulas serão realizadas das 13h às 17h, às segundas, terças e quintas-feiras. A formação inclui edição de textos e documentos, uso de fórmulas, elaboração de tabelas e gráficos e preparação de apresentações nos aplicativos do pacote Office.

Para o curso de Cuidador Infantil, é necessário ter pelo menos 18 anos e Ensino Fundamental completo. A formação terá 160 horas, com aulas das 18h às 22h. O conteúdo prepara os participantes para atuar nos cuidados com crianças, incluindo aspectos relacionados a higiene, alimentação, conforto, mobilidade, saúde e desenvolvimento físico e psicossocial.

As inscrições serão realizadas das 8h às 12h e das 14h às 17h na Câmara Municipal, localizada na Avenida Raimundo Chaar, nº 372, no Centro. O preenchimento das vagas seguirá a ordem de inscrição e os requisitos de cada curso.

Os candidatos devem apresentar carteira de identidade e CPF, com original e cópia, comprovante de endereço emitido há no máximo 90 dias e cópia do comprovante de escolaridade ou histórico escolar. Também será necessário preencher a documentação do Programa Senac de Gratuidade.

Para participar, a renda familiar mensal por pessoa não pode ultrapassar dois salários mínimos. As vagas atendem estudantes ou pessoas que já concluíram a educação básica e trabalhadores empregados ou desempregados, com prioridade para quem reúne as condições de aluno e trabalhador.

Depois do preenchimento das vagas, será formada uma lista de espera para eventuais desistências ou cancelamentos. Os cursos serão realizados na Escola Estadual Iris Célia Cabanellas Zannini, situada na Rua Eneide Batista, nº 185, no Centro de Assis Brasil. O benefício garante a gratuidade da formação, mas não inclui auxílio para transporte ou alimentação.

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