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Prefeitura de Cruzeiro do Sul iniciará vacinação contra dengue no Copacabana Shopping neste sábado

Dengue: público-alvo para receber as primeiras doses foi definido pelo Programa Nacional de Imunizações – PNI

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul inicia neste sábado, 06, a primeira vacinação contra a dengue de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, no Copacabana Shopping, das 16h às 21h. A Secretaria Municipal de Saúde recebeu 3 mil doses do Imunizante do Ministério da Saúde,via Secretaria de Estado de Saúde.

A escolha do público-alvo para receber as primeiras doses foi definido pelo Programa Nacional de Imunizações – PNI. 

A secretária de Saúde, Valéria Lima, reforça a importância da vacinação contra a dengue e pede a colaboração de todos. “Pedimos à todos que levem as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, para a vacinação. Participem dessa campanha tão importante. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, como forma de demonstrar o compromisso com a população, estamos planejando tornar o evento atrativo para que tenha o maior número de vacinação neste dia” , contou ela, destacando que Cruzeiro do Sul reduziu 50% nos casos de dengue após o início do projeto Cidade Limpa, executado por meio das Secretaria do Meio Ambiente e Saúde.

Vacinação contra dengue

A vacina é recomendada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, com o esquema composto de duas doses, em intervalo de três meses entre as doses. Caso o usuário tenha contato com a doença antes da vacina é recomendado aguardar seis meses para o início do esquema vacinal com a vacina dengue (atenuada). Caso a infecção ocorra após o início do esquema, não há alteração no intervalo entre D1 e D2, desde que a D2 não seja realizada com o período inferior a 30 dias do início da doença.

Assessoria

Economia e Empreender

Tendências de consumo em 2026 redesenham vendas no varejo e nos serviços

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O consumo em 2026 consolida mudanças que já vinham aparecendo no comportamento do cliente e que agora interferem direto na forma como varejo e serviços atraem, atendem e fidelizam. Com mais comparação antes da compra e menos tolerância a erros de prazo, preço e atendimento, a decisão do consumidor tende a se apoiar em utilidade, previsibilidade e confiança, o que empurra empresas para ajustar jornada, comunicação e operação, do balcão ao digital, com foco em reduzir atrito e entregar o prometido. Esse movimento é apontado pelo Sebrae ao listar tendências e orientar pequenos negócios a responderem com ações práticas, não com discurso.

Uma das principais mudanças é o peso da transparência. Preço claro, condições objetivas, prazos cumpridos, troca simples e informação sobre o que está sendo vendido passam a funcionar como parte do produto. No varejo, isso aparece na exigência de políticas de devolução e logística reversa compreensíveis e executáveis; nos serviços, na necessidade de explicar escopo, etapas e custo antes do início. O efeito é direto: quanto mais incerta a experiência, maior a chance de abandono, principalmente em compras online ou em serviços contratados por mensagem.

A ideia de valor também se amplia. Em 2026, valor não se resume a desconto; envolve tempo do cliente, facilidade de pagamento, conveniência, consistência entre canais e pós-venda. Varejistas que organizam melhor o sortimento, deixam a escolha mais simples e sustentam atendimento após a compra tendem a competir mesmo sem ser os mais baratos. Em serviços, valor aparece em agenda organizada, resposta rápida, entrega no prazo e acompanhamento do resultado, o que transforma recorrência e indicação em parte central da receita.

A tecnologia segue como ferramenta, mas com papel mais delimitado: automatizar o que é repetitivo e melhorar a eficiência sem apagar o contato humano quando necessário. O que ganha espaço é o uso de automação e inteligência artificial para apoiar atendimento, organizar pedidos, reduzir tempo de resposta, produzir conteúdo e personalizar ofertas, com cuidado sobre dados e com revisões para evitar erro que comprometa a confiança. Para pequenos negócios, a recomendação recorrente é usar tecnologia para liberar tempo e manter a qualidade do relacionamento, não para criar um atendimento que o cliente não consegue resolver.

Outro ponto é a seletividade do orçamento. Leituras de mercado para 2026 indicam que despesas essenciais seguem dominando a prioridade do consumidor, o que reduz margem para compras por impulso e aumenta o peso de escolhas “não negociáveis” na rotina. Na prática, isso obriga empresas a provar por que um produto ou serviço merece entrar no orçamento e, quando entra, a sustentar a experiência para não perder o cliente na próxima compra. Em segmentos mais sensíveis a preço, a disputa tende a migrar para “custo total” — frete, tempo de espera, garantia, durabilidade, manutenção — e não apenas para o valor exibido na etiqueta.

No digital, o crescimento do e-commerce na região continua, mas com exigência maior por velocidade e previsibilidade de entrega. Isso cria uma pressão para operação: estoque, expedição e atendimento precisam estar alinhados com o que é anunciado. Quem vende por redes sociais ou marketplaces passa a competir não só por alcance, mas por capacidade de cumprir prazos, resolver devoluções e responder rápido em canais diferentes, com a mesma informação e o mesmo padrão.

Sustentabilidade permanece como critério, mas muda de formato. A tendência é o consumidor cobrar ações observáveis: redução de desperdício, embalagem mais simples, reutilização, refil, reaproveitamento de resíduos, cadeias mais curtas e rastreabilidade. Para varejo e serviços, isso se conecta com eficiência e custo, porque desperdício pesa no caixa. Também se conecta com reputação, porque práticas inconsistentes viram ruído e afetam confiança. A cobrança, nesse cenário, passa menos por slogans e mais por práticas que o cliente enxerga no ponto de venda, na entrega e no pós-venda.

O consumo também se desloca do descartável para o durável, com procura por vida útil, manutenção e reaproveitamento. Isso abre espaço para serviços de conserto, ajuste, personalização e planos de assinatura, além de estratégias de recompra e fidelização sustentadas por atendimento e garantia. Em 2026, cresce a importância de transformar uma venda em relação: manter histórico do cliente, oferecer suporte, facilitar retorno e criar rotina de contato que não dependa apenas de promoção.

No conjunto, as tendências de consumo para 2026 empurram varejo e serviços para decisões que parecem simples, mas exigem método: simplificar a jornada, comunicar com clareza, cumprir prazos, resolver problemas com rapidez, usar tecnologia para ganhar eficiência e organizar a operação para reduzir falhas. Para quem vende, o desafio central deixa de ser apenas atrair atenção e passa a ser sustentar confiança na experiência inteira, do primeiro contato ao pós-venda.

Fontes: Sebrae

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Economia e Empreender

Jornada Nacional de Inovação da Indústria chega a Rio Branco nesta terça-feira, 24

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A Jornada Nacional de Inovação da Indústria chega a Rio Branco nesta terça-feira, 24 de fevereiro, com programação na sede da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) a partir das 8h, reunindo empresários, representantes de instituições do ecossistema regional de inovação, acadêmicos e interessados em transição ecológica e transformação digital. A iniciativa é realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Sebrae e integra um circuito previsto para percorrer os 27 estados brasileiros.

Em Rio Branco, a proposta do encontro é fazer uma escuta com foco nos desafios e nas oportunidades do setor produtivo local, reunindo empresários, lideranças e atores ligados à inovação para levantar necessidades e caminhos possíveis dentro da realidade regional. A agenda também busca inserir o Acre no debate nacional sobre competitividade, sustentabilidade e adoção de tecnologias no ambiente de negócios, com discussões voltadas tanto a processos produtivos quanto à gestão e ao acesso a instrumentos de apoio à inovação.

A programação começa pela manhã com dois painéis: “Desafios e oportunidades da transformação digital no Acre” e “Desafios e oportunidades da transição ecológica no Acre”. A expectativa é que os debates conectem demandas do setor produtivo a temas como modernização de operações, uso de ferramentas digitais e adaptação a requisitos ambientais e de mercado, em um cenário em que empresas de diferentes portes têm buscado reduzir custos, reorganizar rotinas e ampliar presença em canais digitais sem perder capacidade de investimento.

No período da tarde, a Jornada prevê a realização simultânea de dois workshops, com atividades até 17h. Um deles é voltado a “Acesso ao Fomento à Inovação”, com foco em orientar participantes sobre caminhos para captação de recursos e mecanismos de apoio a projetos inovadores. O outro trata de “Gestão da Inovação”, com atividades direcionadas à organização interna das empresas para estruturação de processos, definição de prioridades e condução de iniciativas de melhoria ou desenvolvimento de produtos e serviços.

Inscrição

Inscrições Abertas

As inscrições podem ser feitas pelo link abaixo ou presencialmente, antes do início da programação.

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Ou presencialmente no local do evento

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Prefeitura de Rio Branco abre inscrições para sorteio de uso de espaço público no Horto Florestal

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A Prefeitura de Rio Branco abriu nesta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, o período de inscrições presenciais para interessados em participar do sorteio que define a autorização de uso de espaço público no Horto Florestal, com vagas voltadas aos meses de março, abril e maio. O procedimento é conduzido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, por meio da Diretoria de Espaços Públicos (DEP), instalada no próprio Horto.

De acordo com o calendário divulgado, as inscrições seguem até 25 de fevereiro, durante o horário de expediente da DEP, e o sorteio está marcado para 26 de fevereiro, às 10h, no auditório da Escola de Educação Ambiental do Horto Florestal. A Prefeitura orienta que os participantes observem os prazos e compareçam com a documentação exigida nas regras do processo, previstas em portaria municipal.

A seleção por sorteio é o instrumento usado pela gestão municipal para organizar a ocupação do espaço público no Horto Florestal, que concentra atividades de lazer, convivência e ações de educação ambiental, e é utilizado por diferentes perfis de usuários ao longo do ano.

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